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Resultados da coletiva AES Eletropaulo Telecom

13 Novembro 2008

Veja os resultados do Encontro de Imprensa da AES Eletropaulo Telecom para divulgar a disponibilidade de sua Rede BPL, organizado pela RMA.

Reuters
Banda larga pela rede elétrica chega à Grande São Paulo

A AES Eletropaulo Telecom, subsidiária de infra-estrutura da distribuidora de energia de mesmo nome, discute com operadoras de telefonia os primeiros negócios para iniciar a oferta comercial de banda larga pela rede elétrica no primeiro trimestre de 2009.

A companhia de telecomunicações investiu 20 milhões de reais para implantar a tecnologia conhecida como Broadband Powerline (BPL), que permite o tráfego de dados em alta velocidade pela rede de energia.
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Também publicada no Yahoo!
Também publicada no Estadão.com.br

 

Computerworld
AES Telecom confirma banda larga pela rede elétrica em 2009
Empresa, no entanto, não vai competir diretamente no mercado. Oferta de PLC será feita para os atuais provedores de acesso a internet que atuam em São Paulo.

Conforme adiantado pelo COMPUTERWORLD em setembro, a AES Telecom vai oferecer banda larga pela rede elétrica em São Paulo já em 2009.

O modelo de atuação será híbrido. Usando a rede de dois mil quilômetros de fibra ótica na cidade de São Paulo, a AES vai adicionar banda larga pela rede elétrica (PLC ou BPL) apenas na última milha, ou seja, abaixo da rede de média tensão.
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Também publicada no IDG Now.
Também publicada pelo ChannelWorld.

 

Exame Online
Banda larga chega pela tomada

A Eletropaulo Telecom, braço paulista de infra-estrutura de comunicações do Grupo AES, está se preparando para fornecer o serviço de banda larga pela rede elétrica. Conforme antecipamos na edição de EXAME, desta quinta-feira (13/11), a empresa já investiu 20 milhões de reais e habilitou a infra-estrutura de suas fibras ópticas para receber o sinal de banda larga em 300 prédios da região de Moema, em São Paulo.
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Convergência Digital
Eletropaulo Telecom: Falta apenas a regulamentação para vender banda larga via rede elétrica

Enfim, o serviço de banda larga via rede elétrica começa, de fato, a ganhar contornos comerciais. A Eletropaulo Telecom, empresa ligada à AES com atuação em São Paulo, anunciou nesta quinta-feira, 13/11, que está “pronta” para ofertar o serviço comercialmente e aguarda tão somente a regulamentação oficial por parte da Agência Nacional de Telecomunicações.

Uma decisão estratégica foi tomada pela Eletropaulo: A empresa não vai vender o serviço diretamente para os usuários, mas sim para as operadoras e prestadoras de serviços que, hoje, já contratam a capacidade da provedora para comprar circuitos de backhaul (backbone) e de última milha. “Houve a decisão de não competir diretamente com os nossos clientes”, afirmou a diretora Geral da AES Telecom, Teresa Vernaglia.
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IT Web
Empresa prepara oferta de internet pela rede elétrica
AES Eletropaulo Telecom espera iniciar comercialização no primeiro trimestre de 2009

A tecnologia de acesso à internet banda larga usando redes de transmissão de energia elétrica já leva alguns anos em projetos e testes, mas ainda não se tornou realidade no mercado de consumo brasileiro. A AES Eletropaulo Telecom demonstrou a jornalistas, na manhã desta quinta-feira (13/11), que está preparada para a oferta comercial.
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Folha Online
Eletropaulo diz que “internet pela tomada” chega a SP em 2009

A AES Eletropaulo Telecom anunciou nesta quinta-feira (13) a disponibilidade comercial do sistema de conexão à internet por meio da rede elétrica na Grande São Paulo. De acordo com a empresa, a tecnologia deve chegar ao consumidor no primeiro trimestre de 2009 –o prazo depende da adoção do sistema por parte das operadoras, já que a Eletropaulo fornece apenas a infra-estrutura.

Com o sistema, chamado BPL (Broadband Powerline), o usuário pode acessar a internet ao plugar um modem especial em qualquer tomada da casa. A tecnologia “injeta” a conexão vinda de um cabo de fibra óptica na rede elétrica.
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Exame
Uma internet diferente

Depois de chegar pela linha do telefone, pelo cabo da operadora de televisão e pelos telefones celulares, o serviço de internet banda larga será oferecido pela tomada de eletricidade. A Eletropaulo investiu 20 milhões de reais em sua estrutura de fibras ópticas para oferecer acesso à internet em 300 prédios de Moema, bairro de classe alta de São Paulo. 0 serviço será prestado

por operadoras de telefonia, que pagarão pelo uso da rede, já que a Eletropaulo não tem autorização para esse tipo de operação. A empresa tem uma rede de 2 000 quilômetros de fibra óptica, mas apenas 70 quilômetros estão preparados para a banda larga. Para 2009, a Eletropaulo planeja investir na expansão do negócio e ampliar a oferta para parte dos 24 municípios que atende.
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Jornal da Tarde
Internet banda larga chega via rede elétrica

A AES EIetropaulo Telecom apresentou ontem seu serviço de banda larga via rede elétrica. A companhia instalou a tecnologia em 300 prédios de São Paulo, que contam com 15 mil apartamentos.

O sistema possibilita uma velocidade de 80 megabits por segundo (Mbps) por prédio.No serviço pela linha telefônica, por exemplo, a Telefônica consegue oferecer hoje 8 Mbps por cliente. A Eletropaulo não vai prestar o serviço diretamente, e negocia acordos com as operadoras.

 

Valor Econômico
Conexão via rede elétrica começa a sair do papel em SP

Com investimento de R$ 20 milhões nos últimos dois anos, a AES Eletropaulo Telecom anunciou ontem sua estrutura para oferta de internet pela rede elétrica, também conhecida como Broadband Powerline (BPL), ou Power Line Communication (PLC). A tecnologia permite que qualquer tomada seja usada como um ponto de acesso à banda larga aproveitando uma estrutura já existente. O sinal é recebido por um equipamento especial que separa o sinal de dados do elétrico.

De acordo com Teresa Vernaglia, diretora-geral da empresa, a intenção não é prestar o serviço de internet, mas alugar a rede para as operadoras. “O modelo de negócio não muda”, afirmou. A Eletropaulo Telecom tem uma rede de dois mil quilômetros de fibra ótica na região metropolitana de São Paulo, ofertando rede de acesso às operadoras e prestadoras de serviços de telecomunicações. Teresa afirma que existe bastante interesse dessas companhias em usar a capilaridade da rede elétrica para chegar a seus clientes.
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Diário do Grande ABC
Eletropaulo fornecerá internet em 2009
Divisão de telecomunicações cria sistema de transmissão de dados por cabos de energia

Depois de dois anos de testes, a AES Eletropaulo, empresa responsável pelo fornecimento de energia em todo o Estado de São Paulo, anuncia mais um produto ao seu portfólio. A partir de 2009, a empresa passa a transmitir voz, dados e imagem através da sua rede baseada na tecnologia BPL (sigla em inglês para o termo ‘banda larga por linhas de energia’).

A inovação é vista como um forte elemento para a inclusão digital, uma vez que permitirá o acesso à internet de qualquer lugar onde a energia elétrica esteja ativa. “Será um elemento muito importante na integração social”, afirma o professor do Centro Universitário da FEI Denis Gabos.
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Gazeta Mercantil
AES traz acesso por rede elétrica a SP
A AES Eletropaulo Telecom, prestadora de serviços de telecomunicações, ofertará o acesso à internet por meio da rede de energia elétrica de baixa tensão na Grande São Paulo.

Regulamentada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) este ano, a tecnologia BPL (broadband powerline) permite o tráfego de dados em banda larga.

Com o lançamento, a AES Eletropaulo Telecom ganha uma alternativa para acompanhar a expansão das demandas do mercado de acesso à web, além de capacidade de tráfego, podendo expandir a abrangência de sua rede, para atingir algumas regiões que ainda não conseguia atender
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DCI
Eletropaulo e aes Tietê apresentam lucro no trimestre

A AES Eletropaulo reportou lucro líquido de R$ 148,3 milhões no terceiro trimestre de 2008, uma queda de 24,9% na comparação com os R$ 197,5 milhões apurados em igual intervalo do ano passado. A receita líquida da companhia avançou 11,6% no período, de R$ 1,757 bilhão para R$ 1,96 bilhão. O Ebitda registrou recuo de 17%, de R$ 459 milhões para R$ 381 milhões. A margem Ebitda decresceu 6,7 pontos percentuais no período, de 26,1% para 19,4%.
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Jornal do Commercio
AES terá internet por rede elétrica no início de 2009

O grupo AES planeja lançar comercialmente no primeiro trimestre de 2009 o serviço de internet pela rede elétrica na área de concessão da distribuidora AES Eletropaulo, que atende a 24 municípios da Região Metropolitana de São Paulo.

“O serviço já está apto a funcionar em 15 mil domicílios de 300 prédios das regiões de Pinheiros, Moema e Cerqueira César da capital paulista”, afirmou a diretora geral da AES Eletropaulo Telecom, subsidiária da AES na área de telecomunicações.
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G1
Eletropaulo quer comercializar internet elétrica no início de 2009
Eletropaulo quer comercializar ‘internet elétrica’ no início de 2009.Tecnologia transforma tomadas domésticas em pontos de acesso. Empresa investiu R$ 20 milhões para implantar essa tecnologia.

A AES Eletropaulo Telecom, subsidiária de infra-estrutura da distribuidora de energia de mesmo nome, discute com operadoras de telefonia os primeiros negócios para iniciar a oferta comercial de banda larga pela rede elétrica no primeiro trimestre de 2009. Essa alternativa já é testada na Grande São Paulo.
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Info Online
Web via rede elétrica chega a SP em 2009
A AES Eletropaulo Telecom vai iniciar sua oferta de banda larga pela rede elétrica no primeiro trimestre de 2009.

A tecnologia de BPL (Broaband Powerline) permite distribuir o sinal de internet pela rede elétrica. Assim, todas as tomadas dentro de um apartamento equipado com o sistema funcionam como pontos de acesso à internet.

A companhia apresentou nesta quinta-feira (13/11) a tecnologia em funcionamento em uma das 150 residências que estão testando o serviço em São Paulo.
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iG Tecnologia
Internet pela rede elétrica chega em SP no início de 2009

O grupo AES planeja lançar comercialmente no primeiro trimestre de 2009 o serviço de internet pela rede elétrica na área de concessão da distribuidora AES Eletropaulo, que atende a 24 municípios da Região Metropolitana de São Paulo.

“O novo serviço já está apto a funcionar em 15 mil domicílios de 300 prédios das regiões de Pinheiros, Moema e Cerqueira César da capital paulista”, afirmou a diretora-geral da AES Eletropaulo Telecom, Teresa Vernaglia, empresa subsidiária da AES na área de telecomunicações. Hoje, a companhia apresentou para a imprensa a nova tecnologia.
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AdNews
Internet pela tomada chega à Grande São Paulo em 2009

A AES Eletropaulo Telecom anunciou que vai oferecer internet pela rede elétrica a partir do primeiro trimestre de 2009. O serviço será baseado na tecnologia BPL (Broadband Powerline), que permite o tráfego de dados de alta capacidade por meio de qualquer tomada de uma residência.

A apresentação oficial da tecnologia aconteceu nesta quinta-feira, em São Paulo. 150 residências já testavam o sistema na capital paulista, desde novembro de 2007. De lá para cá, R$ 20 milhões já foram gastos no piloto da tecnologia.
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B2B Magazine
Eletropaulo promete internet na tomada em 2009

Nada de cabos espalhados pelo chão. Para conectar-se à internet, o usuário apenas liga um modem na tomada e pronto: está on-line. A tecnologia que permite tal façanha é conhecida como Powerline Connect (PLC) ou Broadband Powerline (BPL), cujo conceito é a transmissão de dados e voz pela rede elétrica.

A AES Eletropaulo Telecom – braço do grupo no ramo de telecomunicações que começou a estudar meios para viabilizar a tecnologia em 2006 – fez uma demonstração de sua aplicação em um apartamento no bairro paulistano do Itaim Bibi, nesta quinta-feira (13/11).
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BN Americas
AES Eletropaulo Telecom launches BPL offer - Brazil

AES Eletropaulo Telecom - the telecoms arm of Brazilian power company Eletropaulo - has launched its broadband powerline (BPL) offer, the company said in a statement.

BPL - which enables users to have high capacity data traffic and fast broadband internet access - had been tested locally by the company for two years. AES Eletropaulo Telecom based its tests on the previously acquired knowledge of its parent, US energy company AES Corp (NYSE: AES) in Venezuela, where the company had BPL operations.
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IP News
Internet na rede elétrica já é realidade

AES Eletropaulo Telecom anuncia disponibilidade de rede baseada em BPL (Broadband Powerline) para condomínios preferencialmente verticais. Focada na oferta de infra-estrutura, empresa agora alinhava parcerias com operadoras de telecom para levar serviço à casa dos assinantes.

A companhia espera ter o serviço disponível na última milha já no primeiro semestre de 2009. Segundo Teresa Vernaglia, diretora-geral da AES Eletropaulo Telecom, os diferenciais do serviço são a qualidade e a alta disponibilidade, o custo mais baixo que as alternativas hoje existentes e velocidade de download e upload.
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Telecom Online
Demanda por circuitos supera estimativas da Eletropaulo Telecom
Empresa projeta crescimento superior a 30% este ano, puxado principalmente pelas operadoras móveis.

A demanda por circuitos de alta capacidade por parte das operadoras fixas e, especialmente, móveis superou todas as projeções de crescimento feitas pela Eletropaulo Telecom este ano. Dona de uma rede de 2 mil quilômetros de fibras ópticas espalhadas por 24 municípios da Grande São Paulo, a empresa tem na carteira de clientes praticamente todas as prestadoras de serviços de telecom que atuam na região.
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TeleSíntese
AES Eletropaulo Telecom oferecerá banda larga pela rede elétrica em 2009

A AES Eletropaulo Telecom deve começar a oferecer o serviço de banda larga pela rede elétrica a partir do primeiro trimestre de 2009. A empresa anunciou a disponibilização de sua rede baseada na tecnologia BPL (Broadband Powerline), que permite o tráfego de dados de alta capacidade, assim como o acesso à internet. Nos últimos dois anos, foram investidos R$ 20 milhões no projeto. A tecnologia já está disponível em 300 prédios no bairros de Pinheiros, Cerqueira César e Moema, em São Paulo, mas apenas 20 edifícios estão efetivamente realizando os testes. Segundo a AES Eletropaulo, estão sendo feitas negociações com algumas operadoras, mas ainda não há nenhum acordo definido. (Da redação, com assessoria de imprensa)

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Del.icio.us - Digg - Technorati - rec6

Falta maturidade

13 Novembro 2008

Uso da web 2.0 pelas empresas como ferramenta de marketing ainda é tímido

Com a intenção de medir a maturidade da web 2.0 no Brasil, a Vignette — especializada em soluções para gerenciamento de conteúdo online — realizou uma pesquisa com 107 executivos das áreas de marketing de 81 empresas do País. De acordo com os resultados, os novos projetos em desenvolvimento na internet visam principalmente a conquista de clientes (71,93%).

A retenção de clientes através de um site bem elaborado, por exemplo, com geração de conteúdo de interesse dos visitantes, foi citada como primordial por 56,14% dos entrevistados, enquanto aumentar as vendas pelo canal web foi um objetivo mencionado por aproximadamente 43% deles.

No que diz respeito ao acesso aos sites atuais das empresas, os executivos estão preocupados em entender as necessidades dos consumidores (60%) e avaliar o comportamento desses clientes (55%). Por outro lado, promover experiências diferenciadas aos visitantes ainda não faz parte das prioridades das companhias. Esse tópico foi citado por apenas 10% dos entrevistados. Mais importante do que a construção de um relacionamento profundo com os consumidores, porém, a redução de custos de atendimento ao cliente ficou evidenciada como foco dos pesquisados. Do total, 55% consideram a internet uma alternativa ao contato telefônico para prestar atendimento.

Quando questionados sobre a periodicidade com que fazem campanhas na internet, 64,3% disseram realizar ações publicitárias contínuas e 75% afirmaram possuir um sistema gerenciador de campanhas online. Já no quesito relacionamento, as empresas ainda parecem receosas em abrir espaço para manifestações dos consumidores: apenas cerca de 19% prevêem fóruns de discussões em seus endereços eletrônicos e menos de 30% permitem que os clientes façam avaliações sobre marca e produtos. Em contrapartida, mais de 50% disseram permitir que os consumidores opinem sobre ofertas e 44,6% rastreiam comunidades com o intuito de identificar demandas.

O levantamento mostrou ainda que os pesquisados utilizam muito pouco os recursos multicanal, uma vez que pouco mais de 21% admitiram formatar conteúdos para diversos tipos de dispositivos móveis, 30,3% afirmaram oferecer ferramentas como RSS e Widgets e cerca de 26,7% dispõem de ofertas sob medida baseadas em um canal específico de comunicação.

Em linhas gerais, a conclusão da pesquisa aponta para uma vontade das empresas de amadurecer suas estratégias online — 96,5% consideram o uso da web 2.0 em seus planos de comunicação. Entretanto, o levantamento revela um merca-do ainda carente de amadurecimento no que diz respeito ao uso de soluções diferenciadas como social media, personalização e abordagem multicanal.

Fonte: Meio e Mensagem

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Kit Wi-Fi para o gamer

13 Novembro 2008

Você joga muito online no Playstation ou no Xbox e acha que o streaming está pesando no roteador? Um jeito de desafogar a conexão é usar um extensor de mídia como o Gaming 5GHz Wireless-N, da NetGear. Trata-se de um kit com dois pontos de acesso Wi-Fi de banda dupla trabalhando na frequencia de 5GHz para fazer a ponte sem fio de alta velocidade entra a rede e o videogame. O produto também pode ser usado para o envio de vídeo em alta definição do PC para o console. No Infolab, o desempenho dele foi muito bom- alcançou taxa de 43,7 Mbps e funcionou com 80% do sinal a uma distância de 30 metros.

Fonte: Info Exame

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Exportação de serviços de TI ganha fôlego com valorização do dólar

8 Novembro 2008

Nem todas as empresas do mercado de tecnologia da informação (TI) têm enfrentado problemas com a alta do dólar. Enquanto fabricantes de computadores e eletroeletrônicos quebram a cabeça para negociar a importação de componentes e reajustar suas tabelas de preços, algumas companhias do setor tentam aproveitar a valorização da moeda americana. São empresas especializadas na prestação de serviços de tecnologia e que, a partir do Brasil, exportam hospedagem e gerenciamento de dados, suporte técnico, integração de software e desenvolvimento de sistemas. “As margens com contratos de exportação melhoraram muito. Vamos lucrar cerca de 30% a mais neste trimestre”, diz Jair Ribeiro, presidente da CPM Braxis.

O que beneficia as empresas de serviços de TI é a queda no preço da mão-de-obra local. Como os contratos são fechados em dólar, o país ficou mais competitivo, fazendo frente a países latinos como México e Argentina, além de China e Índia. Há duas semanas, diz Ribeiro, um cliente da CPM Braxis, que até então dividia seus contratos de serviços com um provedor de TI na Irlanda, decidiu centralizar tudo no Brasil.

As transações também ganharam fôlego na unidade brasileira da Tata Consultancy Services (TCS). “Conseguimos novos contratos e renovamos boa parte dos já existentes”, comenta o presidente da TCS Brasil, Cesar Castelli. Com os resultados, a TCS planeja ampliar seu quadro de pessoal em 500 profissionais até março de 2009, mês em que fecha seu ano fiscal.

Mas nem tudo é festa para os vendedores de serviços de informática. Como em qualquer outro setor, paira sobre as empresas o receio de que a crise econômica corte os investimentos em tecnologia. “Do ponto de vista cambial é um bom momento, mas o problema é que a crise está indefinida e isso paralisa boa parte dos projetos”, comenta Djalma Petit, diretor de mercado da Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software (Softex).

Para Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software e Serviços para Exportação (Brasscom), o momento pode ser um dos melhores para o setor. “Essa crise, na realidade, pode ter um efeito positivo. O mundo vai continuar buscando maneiras de fazer as coisas de forma mais barata”, avalia. “Claramente há uma oportunidade para o país.”

Entre as incertezas, a expectativa geral é de que o dólar se estabilize acima dos R$ 2,00. “Há um consenso de que a moeda americana não deverá voltar tão cedo à casa dos R$ 1,60″, diz Marco Stefanini, da Stefanini IT Solutions. Dos R$ 500 milhões que a Stefanini prevê faturar neste ano, 20% está atrelado à exportação de software e serviços. A expectativa é de que a fatia internacional cresça para 30% em 2009. “O mercado deverá corrigir as distorções do câmbio acumuladas nos últimos dois anos.”

Calcula-se que o mercado global de serviços de tecnologia movimentará cerca de US$ 1,3 trilhão em 2010. Desse total, US$ 600 bilhões serão consumidos por projetos terceirizados a companhias que operam no mesmo país de seu cliente. Outros US$ 110 bilhões terão como destino prestadores globais de serviços. A expectativa da Brasscom é que o país atinja US$ 5 bilhões em exportação de serviços até 2011, com a capacitação de 100 mil novos profissionais na área.

Fonte: Valor Econômico

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We don’t suffer from an identity crisis, we’re all about infrastructure

5 Novembro 2008

Brazil is the only country in which US power company AES (NYSE: AES) holds telecommunications operations.

To understand the company’s strategy in the sector, the possible expansion of infrastructure services to other countries and the broadband over powerline offer in São Paulo, BNamericas spoke with AES Eletropaulo Telecom president Teresa Vernaglia.

BNamericas: How does AES Eletropaulo Telecom work within the group?

Vernaglia: In Brazil, AES is comprised of seven companies, including power generation and distribution, as well as the two telecommunications companies - one in São Paulo and one in Rio de Janeiro - and all have independent management.

In the telecoms companies’ case, even though they are in the same business, they are separate companies. When AES came to Brazil in 1998, it took part in a consortium for the acquisition of [São Paulo state power company] Eletropaulo and another consortium for [Rio de Janeiro state power company] Light. AES was majority owner in the São Paulo concession and in the unwinding of the cross holding of shares in Light, AES ended up without any electrical asset in Light, but did keep the telecoms operation. The brand Light stayed with the power concessionaire while the telecommunications company was named AES Com.

BNamericas: Is there any cooperation between the Rio de Janeiro and São Paulo companies? What is the size of the network?

Vernaglia: The engineering teams are very integrated, mostly in the planning part, network technology. The sales sectors work locally due to each market’s specific demands and dynamics, level of competition, as well as to guarantee the agility in servicing clients, which is very important for us and a differential for those which need last mile infrastructure.

The São Paulo network has installed capacity of around 200 gigabytes. A great part of this capacity is occupied and the network is 100% fiber optic and redundant. It has a topology which enables, in cases of failure, a redundancy to take over without affecting the high level of service. This network has implemented services in over 90% of the metropolitan demand for business connectivity in São Paulo. The São Paulo network has 2,000km and if added to the Rio de Janeiro one, there are over 4,000km.

BNamericas: Why does AES only maintain telecommunications operations in Brazil out of all countries it works in?

Vernaglia: In terms of the business model, Eletropaulo Telecom and AES Com have shown it to be viable in Brazil due to both companies’ positive results. However, at the time when these operations were built, AES also created other initiatives in other countries which did not work out. In Venezuela, the telecommunications company had to be sold due to the nationalization promoted by [President] Hugo Chávez.

BNamericas: Do you consider it possible for the international AES group to create other telecoms initiatives based on the Brazilian success?

Vernaglia: Yes, totally. Actually, there are already a few initiatives. In Africa, for example, the company has power distribution operations in countries which are very poor in infrastructure. The Brazilian group is already a reference within the group in terms of telecom, creating opportunities for local professionals to support this African market in implementation: the steps which need to be followed, investments, all the new business’ drivers.

One can imagine that many operators that work in Brazil will eye that market too. Therefore the business strategy starts to get very interesting - as AES is seeing growth potential there, other operators will too. This is a challenge for the holding, to catalyze other countries’ initiatives and [use synergies from] the Brazilian team.

BNamericas: Due to the natural trend of data traffic volume to grow in your network, do you need to constantly increase the capacity of the network? When is it worth expanding geographically to meet client demand?

Vernaglia: There are two pillars for expanding. One of them is according to increased consumption in the larger bands, then we have to expand the capacity of this implemented network. The other pillar is the expansion of capillarity according to new market demand.

It is worth expanding geographically when, as any infrastructure company, we generate profit. The company does not offer any other added value service and this is an important point. Also, infrastructure is becoming more and more critical - it is always on the edge. What justifies expanding to a new area is to be very sure that there will be a client to buy that capacity in that specific region.

As we have a lot of credibility with our clients, this move comes from them. They are the ones coming to us and asking for us to take our high quality services to other regions. Now we are going through a process of determining to which regions we should take our network with a guarantee of having these clients as our clients in the new locations.

BNamericas: How many clients does Eletropaulo Telecom have and how many cities do you cover?

Vernaglia: We have about 80 clients and 24 cities covered in the metropolitan region of São Paulo for a strategic reason - this is where we started building the network since the beginning of the operation. But we have a multimedia communications service license and we can operate anywhere we want in Brazil, and we are thinking of expanding our network to other cities in 2009.

BNamericas: What do you expect in terms of revenue and investment this year?

Vernaglia: In the past five years, we have invested about 70mn reais [US$30.5mn] and this year we expect to invest a total of 34mn reais to expand the network and increase capacity. We ended 2007 with over 70mn reais in revenues and we expect to grow above 30% this year compared to last year, maintaining a high Ebitda margin. It is a sustainable business, very important in this moment of liquidity crisis.

BNamericas: What about the broadband over powerline offer? Would you possibly offer service to end-users after telecoms regulator Anatel’s authorization?

Vernaglia: I am used to saying we do not suffer from identity crisis. We are all about infrastructure. However, it is obvious we aim to grow. As broadband consumption has been increasing, there is a demand for a higher capillarity of the network.

We have an engineering, planning and development team focused on how to make the network expansion viable to meet this demand within our business model and one of the options is BPL, a technology which enables us to expand the fiber optic capillarity guaranteeing a relatively faster expansion and meeting the expectations for bandwidth. We have been performing tests to look at this technology.

Anatel’s recent public hearing on the matter is a very important signal for us to continue testing because no technology will be deployed without a regulator looking at it.

At the point we are now, we can expand the capillarity very quickly as long as we prove everything right. The aim is to make infrastructure available with even more capillarity for operators to be able to promote broadband in residences. Our business is to provide connectivity so that operators can provide the services to end-users.

BNameircas: What has been generating the most business volume for the company?

Vernaglia: 3G, but not only that. The healthcare sector too, institutions which need to exchange images as laboratories have been consuming more bandwidth in the business area. This neutrality is very important to gain clients, it is a trust relationship because we will never steal our client’s clients and because they can count on our stable network. It is always available.

ABOUT THE COMPANY:AES Eletropaulo Telecom’s main business focus is to provide high availability and reliable solutions for local access in the São Paulo metropolitan region for fixed and mobile telephony operators.

The company works principally with businesses in the metropolis, providing high speed voice, data and image traffic.

Eletropaulo Telecom is part of one of the world’s largest power companies, AES, which owns and operates a diverse and growing portfolio of generation and distribution businesses with the capacity to serve 100mn people worldwide.

About Teresa Vernaglia

Teresa Vernaglia has been heading AES Eletropaulo Telecom since 2001, where she has been responsible for the consolidation and expansion of the company.

Previously, the executive worked for nine years in NEC do Brasil in the areas of implementation engineering, systems and business development in mobile telephony during the privatization process of the Brazilian telecoms sector. She also took part in projects in Japan, Italy and the US.

In 1997, the executive took over the engineering and operations department in Nextel, where she was responsible for a countrywide coverage network for five years.

Vernaglia graduated in electrical engineering with an emphasis in telecommunications, and she also has an MBA.

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Falem bem ou mal, mas…

5 Novembro 2008

Sacerdotisa das redes sociais, a americana Danah Boyd avisa: as empresas precisam aprender a interagir com os consumidores na web

A americana Danah Boyd, 30 anos, não faz parte da geração formada pelos ativos digitais, aqueles nascidos a partir de 1980 e plugados desde criancinhas. Mas navega e participa ativamente das chamadas redes sociais. Doutoranda na Escola de Informação da Universidade de Berkeley, na Califórnia, a jovem de Altoona, Pensilvãnia, tem feito a ponte entre a academia e o mercado para discutir um tema que intriga as empresas: como interagir com usuários de sites como Orkut, Facebook e Twitter? Danah atua como pesquisadora em mídia social para corporações como Intel, Google e Yahoo!. Em janeiro de 2009, se mudará para Boston. Vai trabalhar no Microsoft Research, o laboratório de pesquisas e estudos de novas tecnologias da empresa de Bill Gates.

Segundo ela, estamos vivendo a economia da atenção digital, uma época que exige diálogo, interação e criatividade. Companhias que não enxergarem a diferença entre estar numa mídia tradicional e fazer parte de uma rede social podem ser excluídas dessa onda. “Diferentemente da TV, na internet os consumidores opinam e participam. Por isso, a comunicação precisa ser muito mais relevante”, diz Danah.

Qual é, então, a melhor forma de usar as redes sociais? Danah diz que basta experimentar. “Se uma marca não é falada, ela não existe. Então, falem bem ou mal, mas falem”, afirma. “As empresas precisam aprender a lidar com comentários negativos, criar diálogo com os internautas.” Segundo Danah, o que faz as redes sociais funcionarem é a necessidade das pessoas de estarem conectadas. “A publicidade, em geral, é uma péssima interrupção nas interações sociais. Só vale se for feita de maneira integrada ao meio.” Assim, um fabricante pode fazer um vídeo fantástico no YouTube sobre um novo carro. Os fanáticos por automóveis entrarão no MySpace para falar sobre o comercial e o vídeo vira um sucesso. “Mas tente fazer o mesmo com sabão. Não vai funcionar”, diz Danah. Para ter sucesso, a publicidade que usa tecnologia como meio deve estar no contexto certo. “Se for para vender, um link patrocinado, corno os do Google AdSense, é o caminho, mas para o fortalecimento da marca é preciso experimentar a rede social. Se vai dar certo, ainda não sabemos. Mas o que não pode é ser invasivo”, diz Danah.

ATRASO VIRTUAL

Empresas ainda usam poucos recursos da web 2.0 Embora 96,5°/à das empresas brasileiras considerem estratégico usar todos os recursos da internet, poucas ainda se beneficiam da web 2.0 e das redes sociais. E o que mostra pesquisa feita pela empresa de software de gerenciamento de conteúdo Vignette. 0 estudo ouviu 81 companhias que possuem websites voltados para o negócio e que faturam entre R$ 100 milhões e R$ 1 bilhão. Veja alguns resultados:

O ATUAL SITE DA SUA EMPRESA…

  • Permite que clientes insiram conteúdo? Sim 12,5% / Não 87,5%
  • Tem ferramenta para a criação de comunidades? Sim 10,7% / Não 89,3%
  • Prevê fórum e outras formas de discussão? Sim 19,7% / Não 80,3%
  • Reconhece o cliente e oferece conteúdo personalizado? Sim 39,3% / Não 60,7%

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Recomendações do tipo que não seduzem internautas

4 Novembro 2008

Eduardo Kfouri, vice-presidente da Vignette para a América Latina

Você já comprou meias tamanho único A gente até compra, mas não gosta. Todos nós preferimos roupas sob medida, ou uma pizza com três sabores escolhidos e um pouquinho mais de manjericão. Ou seja, queremos ser atendidos de acordo com nossas expectativas.

No entanto, quando a gente visita um site na web, a grande maioria acha que somos adeptos do “one size fits ali”. Quando acessam um web site, ou um portal de negócios, se as pessoas não têm suas expectativas rapidamente atendidas, abandonam o site em questão. Pesquisa publicada no The Wall Street Journal aponta que 83% das buscas na internet são frustradas, o que reduz a taxa de conversão de oportunidades de quem está vendendo para algo em torno de 17%. Isso é muito pouco, convenhamos. A questão que se coloca é: o que significa, atender às expectativas de um intemauta Será que isso é algo tão simplista como oferecer o último álbum da Madonna para quem acaba de comprar um CD antigo da mesma artista

Recomendações são relativamente comuns na internet Quando entramos em sites como Amazon, ou iTunes, recebemos recomendações baseadas em nossa última compra, ou quando selecionamos algo para comprar na interação atual, imediatamente recebemos outras sugestões parecidas. Isso é relativamente simples, basta apenas categorizar as ofertas, segundo algum tipo de taxonomia, e fazer recomendações por match de categoria. Exemplo: comprei um livro de ficção científica, vou receber dicas de outros livros do mesmo autor, ou de autores com conteúdos similares. O mesmo vale para os anúncios que são mostrados. Apenas mais recomendações não necessariamente significa sedução do intemauta. Sempre que navegamos na web estamos em busca de uma experiência de valor, o que é fácil de propor, mas muito difícil de executar.

Muitos sites costumam fazer recomendações com base em escolhas passadas para coisas que buscamos em tempo real. O foco da personalização e das recomendações baseadas em novas tecnologias não é mais sobre o que interessou a um intemauta recentemente, mas sim sobre aquilo que ele possivelmente se

Nova tecnologia está provocando uma revolução no comércio eletrônico

interessaria agora “real time” ou em um futuro próximo.

As modernas tecnologias de recomendação auxiliam as pessoas a descobrir, por exemplo, os livros que elas provavelmente gostariam de ler, mas não sabem (explicitamente) disso. Sem uma ajuda inteligente do web site, elas não descobrirão os livros de suas vidas. Para proporcionar essa experiência positiva, os algoritmos e mecanismos de busca inteligentes necessitam entender as intenções do usuário, decodificar as pistas que ele deixa, interpretá-las, para finalmente localizar os conteúdos relevantes. O caminho que um intemauta faz ao clicar num web site fornece pistas, os “drill downs” que ele faz até determinados conteúdos também Se o algoritmo descobrir desde que URL anterior ele se “linkou” ao nosso site, isso também é uma pista, e por aí vai. Na verdade, cada clique é uma pista. Se por comparações com caminhos de compras feitas por outros internautas, descobriuse que quem compra um vinho francês no site de um supermercado, na maioria das vezes também compra um queijo suíço, então é isso que deve ser oferecido (e não necessariamente outros vinhos semelhantes ao que foi selecionado).

Com a recomendação, as organizações possuem a capacidade de se conectar com seus usuários em um nível mais emocional, para compreender a intenção de cada visitante do site. Com isso, eles conseguem aumentar a rentabilidade do canal on-line por meio das recomendações de conteúdo, produtos e pesquisas sociais. Diferente de outras soluções, a ferramenta se encaixa aos objetivos do visitante, de acordo com o histórico do comportamento e preferências do próprio usuário e ainda permite identificar, alavancar as comunidades virtuais e pode guiar esses usuários para os conteúdos, produtos ou resultados de pesquisa adequados.

Essa tecnologia de recomendações está iniciando uma nova revolução no comércio eletrônico com novos e poderosos softwares que por trás dos portais de negócios procuram entender nossas necessidades, para nos oferecer coisas que explicitamente não estávamos pensando, mas que inconscientemente desejamos. Parece mágica Não é.. Trata-se apenas das novas tecnologias trabalhando, não para nos empurrar mais coisas que não precisamos, e sim para nos ajudar a realizar nossos sonhos.

Fonte: Gazeta Mercantil

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A distância, mas (bem) próximo

4 Novembro 2008

Estudo desenvolvido pela Amadeus em parceria com a Association of Corporate Travel Executives (ACTE) revela que a tecnologia móvel contribui, de fato, para melhorar o desempenho dos executivos que viajam a negócios. Segundo o Upwardly Móbile, os dispositivos como Blackberries, celulares e iPhones contribuem para a diminuição da burocracia e para maior integração de quem está fora do escritório. Segundo a pesquisa:

89% dos entrevistados usam seus smart phones

para mandar e receber e-mails

69% acessam a internet por eles

78% utilizam SMS

40% acessam suas intranets corporativas

Além disso, a segurança de quem está na estrada também é garantida, uma vez que todos os entrevistados acreditam que o monitoramento e a comunicação com o viajante é um reforço à tranqüilidade do executivo, isso porque 12% do universo pesquisado usam o GPS para localizar seus colaboradores.

Fonte: Melhor Gestão de Pessoas

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Projeção da cadeia de valor verde-amarela

3 Novembro 2008

Por Marcelo Astrachan, CEO Cyberlynxx

Acho que ninguém mais duvida da importância das chamadas cadeias de valor, ou cadeias de suprimento, para integrar empresas parceiras visando a excelência logística e a qualidade do produto entregue a clientes globais. Sem isso a Toyota não conseguiria manter seus padrões de excelência worldwide, nem a Embraer produziria aviões na China (eu disse China, não Alemanha, ou USA, ou Reino Unido) com a mesma qualidade que produz no Brasil, ou a IBM confiaria à Lenovo a produção de todos os PC’s que são vendidos à sua base mundial de clientes. Esses três exemplos deixam claro a importância e, mais que isso, a inevitabilidade da cadeia de suprimentos para o sucesso nos negócios.

Conscientes disso, todos os players relevantes amarram suas cadeias de suprimentos nos seus países de origem. Os alemães amarram suas parcerias com empresas alemãs, os americanos com empresas americanas, os japoneses com japoneses, e os brasileiros…. Ah, sempre os brasileiros. Como nas piadinhas, onde se comparam comportamentos e sempre tem um brasileiro e um argentino que fogem à regra, também nos negócios isso infelizmente acaba sendo verdade.

Não sei se por uma questão de herança colonial, ou por uma questão de insegurança (confiem em mim que sou brasileiro, mas eu que não sou tonto e prefiro confiar num americano), o fato é que ainda não predomina no mindset dos executivos e empreendedores brasileiros o buy Brazilian.

O Citibank, a GM, A VW, a Telefonica, a Sony, a Hyundai, a Shell, na verdade a quase que a totalidade dos players globais, quando atuando no Brasil procuram incluir nos seus negócios locais o mesmo parceiro que é usado pela matriz. Isso vale para logística, consultoria estratégica, recursos humanos, comunicação corporativa e, principalmente, serviços de TI. Já as empresas brasileiras, hoje se consolidando como empresas globais (AmBev, Gerdau, Vale, Embraer, Petrobrás, a Aracruz, o Itaú, só para citar alguns nomes, não têm o mesmo hábito. Quando atuando na América Latina, na América do Norte, na Europa, ou na Ásia, as empresas brasileiras acham que trabalhar com parceiros globais conhecidos lhes atribui maior credibilidade. É duro dizer isso, mas ainda tem aí um viés de subdesenvolvimento.

A indústria de TI brasileira, embora com volumes muito aquém dos Indianos e de nossas reais possibilidades, está começando a mostrar ao mundo seu potencial.

Os engenheiros de software brasileiros são mais do que produtores, são criadores de novos conceitos, são designers, e alem disso conhecem os processos de negócios de uma forma muita mais abrangente e profunda do que nossos concorrentes Indianos (que exportam +10 vezes que o volume brasileiro). Recentemente a Totvs se tornou nona maior empresa de software aplicativo do mundo, com expectativa de alcançar a quinta posição nos próximos cinco anos (não existe algo equivalente à Totvs na China, produzindo software ERP padrão global). A Spring Wireless (e isso eu soube muito recentemente), uma empresa brasileira de TI, é líder mundial em soluções de mobile business (está em Seattle para atrair recursos humanos da Microsoft, na Rússia, na China e em toda a America Latina; espera Wall Street melhorar para abrir capital na NASDAQ). Esses dois exemplos dão uma idéia do poder de fogo e da qualidade da indústria de TI brasileira.

Por todas essas razões, como um empresário de TI de uma empresa brasileira que rola na pista decolando para um vôo internacional, eu proponho lançarmos a Cadeia de Valor Verde e Amarela. As grandes empresas globais brasileiras precisam se aproximar mais dos visionários e empreendedores de TI locais, visando uma união estratégica para conquistar os mercados internacionais. Com todo o respeito às excelentes Accenture, EDS, Tata, SAP, Microsoft, entre outras, elas estão em pé de igualdade (no que tange ao provimento de serviços de TI) às também excelentes Politec, Totvs, Cyberlynxx, CTIS, Tivit, Sonda/Procwork, BRQ, C&IT, apenas para citar algumas.

Empresários brasileiros, há uma lição a ser aprendida com o intuitivo presidente Lula. O Brasil está na moda e é mais respeitado lá fora do que aqui dentro. Vamos nos orgulhar de nosso talento, de nosso empreendedorismo e de nossa qualidade. Em se tratando de serviços de TI: Sell Brazilian!

Fonte: Gazeta Mercantil

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Certificação com sabor de GED

28 Outubro 2008

A partir do selo criado pela ABGD e com o final dos prazos para a obrigação de utilização do TISS, da Agência Nacional de Saúde, o gerenciamento de documentos ganha maior visibilidade e investimentos

Em alguns segmentos, nada como uma obrigação com direito a multas e penalizações para que uma norma se cumpra. Tirando o caráter ditatorial e os excessos de algumas leis, a obrigatoriedade é um motor importante para que se evolua. Que o diga o setor de saúde a partir da Resolução Normativa nº153, publicada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que prevê que todas as guias e demonstrativos trocados entre prestadores e operadoras, referentes aos serviços de atendimento aos beneficiários, deverão estar adaptados ao TISS (Padrão de Troca de Informações em Saúde Suplementar).

Fonte: Ti Inside

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Vôo à la carte

28 Outubro 2008

Gustavo Murad, diretor de negócios para companhias aéreas da Amadeus, empresa que desenvolve tecnologia para o mercado de turismo e aviação, diz que o setor é vítima habitual de qualquer turbulência, de guerras a crises econômicas. “Quando há qualquer crise, guerras ou turbulência econômica, o setor precisa solucionar as vulnerabilidades.” Desta vez, para aliviar o impacto, a tendência será flexibilizar o produto aos passageiros e segmentar cada vez mais. Entre as estratégias, Murad diz que as companhias aéreas deverão oferecer diferentes cardápios nos vôos, pagos separadamente, e vender ingressos de museus com ganho de comissão. “É receita adicional.”

Fonte: Folha Dinheiro

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Como crescer na crise

21 Outubro 2008

As tormentas econômicas podem representar o salto para o sucesso de uma empresa. Conheça quem se deu bem ao investir durante a turbulência

OS 62 ANOS, 0 BANQUEIRO LUIZ CEZAR FERNANDES, um homem já rico e realizado, está saindo da toca. Depois de vários anos criando ovelhas na sua Fazenda Marambaia, na região serrana do Rio de Janeiro, ele passou a sentir o que define como uma “coceira” para voltar ao mercado. Cezar tem passado boa parte da semana na rua Líbero Badaró, um dos corações financeiros de São Paulo, na sede do Finabank, que tem uma das principais corretoras da Bovespa e da BM&F. É lá que ele organiza a criação de um novo banco de investimentos, que nascerá com capital entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões, tendo como sócios, além do Finabank, investidores institucionais da Ásia. A inspiração vem da lembrança de uma conversa que teve com Sandy Weill, ex-controlador do Citibank, quando ele visitou sua fazenda há mais de dez anos. Weill lhe disse que criou o grupo Travelers, que veio a adquirir o Citi, depois de ser demitido da American Express, também aos 62 anos. “Em casa, ele morreria de tédio”, diz Cezar. Há, porém, um fator adicional de motivação. “A oportunidade para um novo banco de investimentos nunca foi tão grande no Brasil”, diz ele. “Essa é a hora de pegar o mercado no contrapé”.


Num momento em que as ações dos bancos de investimento derretem e em que o próprio modelo de negócio dessas instituições é questiona-do, a aposta de Luiz Cezar pode parecer uma estultice, uma espécie de suicídio coletivo. Crises profundas destroem o valor de ativos, inibem o consumo, travam investimentos e levam empresas à bancarrota – e a história do capitalismo está recheada de exemplos desse tipo. Mas também se constituem em um celeiro de oportunidades – e também não faltam casos de sucesso nesse departamento. Em 1932, quando a economia norte-americana atingiu o fundo do poço, empurrada pelo crash de 1929, as ações da IBM voltaram ao patamar de 1921. Em seu comando estava Thomas J. Watson, visionário para uns, maluco para outros. “E o que fez o sr. Watson em tempos de crise?”, pergunta o professor Silvio Meira, em um artigo publicado recentemente em seu blog. Motivou os funcionários, com a concessão de benefícios sociais, e ousou investir o equivalente a 6% do faturamento da empresa na construção do mais avançado laboratório de pesquisa e desenvolvimento daquela época. Assim, quando o governo americano aprovou no Congresso a lei do seguro social, em 1935, a IBM era a única companhia com capacidade para processar os registros dos 26 milhões de americanos beneficiados pela nova legislação. A empresa saiu da crise maior do que entrou, porque Watson farejou as oportunidades certas e investiu para aproveitá-las. “Essas oportunidades não são óbvias e não estão disponíveis em cada esquina. Identificá-las exige talento empreendedor e disposição para riscos”, afirma o consultor Almiro dos Reis Neto, da FranQuality. “Os resultados, porém, são recompensado-res.” Um dos segredos é conciliar ações para superar os problemas gerados pela crise com o planejamento dos investimentos futuros. “E como apagar o incêndio e, ao mesmo tempo, fazer o projeto da nova casa”, compara Reis Neto.

Trata-se da receita utilizada por Fernandes. “A recessão trará uma onda de consolidação e várias empresas brasileiras, que estão capitalizadas, terão oportunidades de internacionalização”, prevê. Além disso, ele diz que está ha-vendo uma seleção natural no mercado financeiro. Como os bancos estrangeiros estão sendo capitalizados por governos que limitarão os ganhos dos executivos, os melhores sairão. Isso significa que as filiais brasileiras estarão subordinadas a comandos conservadores nas matrizes, com grande aversão ao risco. Com a volta ao mercado prevista para acontecer ainda neste ano, logo após a compra de uma distribuidora de títulos de valores mobiliários, Luiz Cezar estará remando contra a corrente pela terceira vez em sua vida. Em 1971, ele foi um dos três fundadores da corre-tora Garantia, ao lado do lendário Jorge Paulo Lemann e do investidor José Carlos Ramos da Silva, depois de tomarem um empréstimo de US$ 1 milhão com o empresário Adolfo Gentil. Isso aconteceu em outubro, dois meses depois do primeiro crash de proporções catastróficas na Bovespa. “Eu me lembro de gente se suicidando naquela época, porque tinha vendido casa, carro e terreno para investir em ações”, lembra Cezar. Além disso, o próprio nome Garantia parecia agourento, porque corretoras com marcas como “Segurança” e “Confiança” estavam quebrando. A saída foi fazer jus à palavra garantia, passando a operar cada vez mais no mercado de renda fixa — em poucos meses, o Garantia se tornou a principal corretora de papéis como as ORTNs, os antigos títulos do Tesouro brasileiro.

Cezar ficou no Garantia até o fim dos anos 80, mas decidiu partir para um outro vôo em 1983, logo após a moratória da dívida externa brasileira. “Era um tempo em que todos diziam que o Brasil estava morto; era só colocar na cova”, diz ele. O banqueiro tomou um empréstimo de US$ 400 mil junto ao Crédit Lyonnais e financiou dois amigos, o economista Paulo Guedes e o operador André Jacursky, e assim nasceu o Pactuai. Naquele momento de crise e desconfiança aguda, também havia uma grande oportunidade. “As pessoas estavam atordoadas com a maxidesvalorização e com a inflação do Delfim Netto”, diz Cezar. “Nós achávamos que havia espaço para uma asset management, lastreada numa boa análise macroeconômica, num momento em que ninguém sabia o que isso significava”, diz ele. Em 1986, com uma filosofia de rentabilidade e preservação de capital, o Pactual já tinha US$ 3 bilhões em sua carteira.

Na maioria das vezes, as oportunidades encontram-se “escondidas” atrás dos obstáculos criados por uma crise. Quem poderia dizer, por exemplo, que a escalada inflacionária do início dos anos 80 seria um bom negócio? O empresário Sergio Amoroso acreditou que sim e, a partir daí, criou o Grupo Orsa, hoje um gigante do setor de embalagens de papel. Em 1982, ele notou que a inflação criara uma dor de cabeça na logística das empresas: a remarcação diária de preços ao consumidor as forçava a manter grandes estoques, o que gerava aumento significativo dos custos operacionais. Amoroso decidiu então arriscar. Passou a oferecer o então inédito sistema japonês just-in-time, que permitia redução dos estoques de 30 para apenas três dias, com preço preestabelecido e prazo de pagamento de um mês. Loucura? Parecia. Mas o primeiro cliente, a Nestlé, apostou na idéia e se deu bem. Logo no primeiro ano de uso do sistema, a multinacional obteve economia de US$ 2 milhões na fábrica de biscoitos São Luiz. “Foi a primeira vez que o cliente me chamou para uma reunião e pagou o almoço”, relembra Amoroso. “Surgimos graças à hiperinflação.” Apesar da estréia bem-sucedida, os amigos de Amoroso tentaram convercer o empresário de que não era hora de apostar. Sem sucesso. “Adotei o pensamento que hoje é usado pelas classes C e D. Quando falavam em crise, eu dizia `isso não é comigo.”‘ Na contramão da lógica, ele decidiu diversificar os negócios. Entrou para o segmento de embalagens – um dos fiéis termômetros da atividade econômica – e não parou mais de crescer. 0 Grupo Orsa faturou no ano passado R$ 1,4 bilhão – 40% veio do merca-do externo – e deve, no mínimo, ampliar em 10% o desempenho de 2008. “A crise atual é grave, é verdade. O mercado secou e, sem dinheiro, tudo pára. Mas, em tempos de crise, se o horizonte é nebuloso, olhe para o lado. Geral-mente, é onde está a oportunidade.”

Pode ser uma decisão mais rentável do que tentar fugir da recessão. “Quando há uma crise, todo mundo vai embora. Isso abre janelas de oportunidades aos que decidem ficar”, afirma o diretor de marketing da LG no Brasil, Eduardo Toni. Em 1997, diante da maior crise financeira da Asia desde a Segunda Guerra, a sul-coreana LG Electronics tomou o caminho contrário. A companhia desembarcou no Brasil naquele mesmo ano em busca de alternativas à tempestade que empurrava os tigres asiáticos ao poço, mesmo sabendo que os efeitos da cri-se de lá também eram assustadores por aqui. Logo de cara, ergueu dois complexos industriais de R$ 350 milhões (um na Zona Franca de Manaus e outro em Taubaté (SP) e contratou três mil pessoas. Em menos de cinco anos, a marca já despontava entre as lideres em produção de telefones celulares e televisores de plasma e LCD, segmento em que a LG foi pioneira no mercado nacional. Sempre apostou em aparelhos inovadores, em contrapartida aos concorrentes, que, por conta da crise, pouco renovavam seu portfólio de produtos ou deixaram o País. “0 custo de ir embora e depois voltar é muito mais alto do que ficar até a crise passar.” O argumento do executivo faz sentido. A aposta nos mercados da América Latina, principal-mente o Brasil, foi decisivo para garantir saúde financeira à companhia em meio ao terremoto que sacudia as economias asiáticas. Hoje, com faturamento de US$ 3 bilhões, o Brasil é o segundo principal mercado para a LG, atrás somente dos EUA. Os riscos de recessão na terra de Bush podem colocar o País no topo do ranking dos 110 mercados em que a LG atua. Embora reconheça que a atual crise global seja uma ameaça aos negócios no curto prazo, a LG incorpora a postura adotada em turbulências anteriores: vai aumentar os investimentos e as contratações, que já somam 5,5 mil trabalhado-res. “Vamos reforçar a ofensiva nos segmentos de informática e celulares. Como está mais fácil acertar na Mega Sena do que adivinhar o que vai acontecer nos próximos meses, vamos nos preparar para o futuro, sem temer ou subestimar a crise atual”, diz Toni.

A advertência de Toni é fundamental. Tempestades como a atual devem ser monitoradas com olhos de lince. E como dirigir no nevoeiro: a cautela deve ser redobrada, mas a freada brusca provoca acidentes graves. “Há dois tipos de empresa na crise: a que adota um excesso de reação e a que fica em estado de inércia. As duas estão erradas. Em geral, decisões exageradas para mais

ou para menos agravam o problema”, diz Roy Martelanc, professor de finanças do curso de administração FEA-USP. A Ideiasnet é hoje a maior holding de internet do País, embora tenha nascido no ventre do mais feroz maremoto que atingiu o setor. Seu lançamento ocorreu em dezembro de 1999, três meses antes do estouro da bolha da internet. O IPO, o primeiro de uma pontocom no Brasil, estava previsto para junho de 2000. Uma empresa mais conservadora congelaria o projeto, assim que a bolha tivesse estourado. “Decidimos tocá-lo em frente”, diz Luis Reátegui, presidente da Ideiasnet. Ao mesmo tempo que tomou a decisão arrojada, a holding começou a passar um pente-fino no portfólio de investimentos. Negócios deficitários foram abandonados. Dos 19 projetos existentes em 2000, apenas dez chegaram a 2004. Empresas com forte geração de caixa foram privilegiadas. Os custos administrativos também passaram pela tesoura. Todas as sinergias possíveis foram implementadas. Por exemplo: quatro empresas com similaridades foram reunidas debaixo de uma sub-holding. “Foi um ajuste duríssimo que nos custou muito”, afirma Rodin Spilmann, diretor financeiro. As ações cujo preço de lançamento bateu em R$ 11 chegaram ao fundo do poço em maio de 2003, com valor de R$ 0,20. A partir daí, recuperaram-se até voltar ao patamar dos R$ 10. A valorização deve-se não apenas à retomada, diz Reátegui. “Ao longo de todo esse tempo, continuamos a buscar novas oportunidades”, conta ele. Hoje, a Ideiasnet reúne 18 empresas com atuação na web. Somadas, suas receitas batem em R$ 1 bilhão. A mesma receita será utilizada na crise dos dias de hoje. A companhia possui em caixa R$ 100 milhões, recursos arrematados em uma nova emissão de ações em maio deste ano. “Os ativos estão ficando baratos e vamos aproveitar esse cenário”, garante Reátegui. “Vamos às compras.”

E certo, e até compreensível, que o senti-mento de Reátegui não seja predominante no mundo corporativo nestas últimas semanas. Para alguns economistas, porém, embora a cautela seja obrigatória, é possível atravessar a turbulência e sair mais forte dela.”Esse medo vem de fora”, afirma Martelanc, da FEA/USP. “Passamos quase três décadas em crise. Chegamos a estranhar o crescimento econômico. Então, mesmo que a crise nos atinja, a economia e as empresas estão mais preparadas.” E o mesmo raciocínio desenvolvido nos corredores da AES Eletropaulo Telecom — braço de telecomunicações da distribuidora de energia. Em 1998, na fase das grandes privatizações, a AES percebeu que havia um nicho a ser explorado também na área de telefonia. Sem infra-estrutura, o País se abria a investimentos estrangeiros, mas não possuía redes que pudessem atender ao crescimento da demanda. Era como comprar um carro novo num país sem ruas e estradas. A AES tinha a concessão elétrica e assumiu a responsabilidade da manutenção dos postes de rua. Por isso, bastaria criar uma rede de fibras óticas para as operadoras de telefonia fixa e móvel. Foi o que ela fez, assim como algumas outras empresas, entre elas Metro Rede, AT&T e Pegasus. Mas

os planos não saíram como se imaginava. Com o estouro da bolha da internet, dois anos depois, muitas companhias que haviam investido no País quebraram. A Metro Rede foi absorvida pela Brasil Telecom, a rede da AT&T pela Telmex e o cabeamento da Pegasus pela Telemar. Pronto. Tudo indicava que a AES Eletropaulo Telecom teria o mesmo destino. “O período foi duro para o setor. Não havia liquidez, era pior do que está hoje, e o nível do endividamento era grande”, recorda a diretora-geral, Teresa Vernaglia. Mas, em vez de fechar as portas, como sugeriam os acionistas da AES Eletropaulo, a empresa de telecomunicações traçou plano anticrise, colocou novos profissionais em cargos de comando e renegociou a dívida, que superava US$ 1,2 bilhão. Em 2003, a empresa entrou no azul pela primeira vez. Desde então, cresce a uma taxa média de 20% ao ano e deve fechar 2008 com faturamento superior a R$ 75 milhões. “Por termos passado por uma grande crise logo no início, aprendemos a sobreviver em períodos difíceis. Graças à experiência, temos hoje uma operação enxuta, racional e que nos dá mais segurança em fases de transição, como agora”, completa Teresa. O braço carioca do grupo, a AES Comunications, passou pelo mesmo sufoco. “A gente aprendeu nas crises anteriores. Por isso, criamos uma disciplina financeira extremamente rígida. Os investimentos são muito seletivos. Agora a empresa está mais bem preparada para tempos difíceis, como o que está por vir”, acrescenta Sergio Pepe, presidente da AES Comunications.

Os exemplos de dirigentes como Pepe podem influenciar uma nova geração de empreendedores e ajudar o País a atravessar a crise sem se machucar demais. Curiosamente, o banqueiro que sucedeu Luiz Cezar Fernandes (o homem que criou dois bancos de sucesso em meio a dois terremotos financeiros) no comando do Pactual, o jovem André Esteves, também está criando uma nova casa bancária. Com sócios como Persio Arida e Winston Fritsch, dois dos principais economistas do Plano Real, ele está criando a BTG – Banldng and Trading Group. De quebra, na semana passada, anunciou a compra da operação brasileira do Lehman Brothers, uma das primeiras vítimas do derretimento do sistema financeiro americano. “Este é o momento ideal para o que pretendemos fazer”, diz ele. Embora não possa competir diretamente com seu ex-empregador, o UBS, que comprou o Pactuai por US$ 3,1 bilhões, Esteves terá fundos com capital estimado em até US$ 3 bilhões para atuar em private equity, na compra de participações em empresas brasileiras, e também na gestão de recursos.

Como o mercado se fechou para novas emissões de ações, justamente o movimento que foi liderado pelo Pactuai na gestão Esteves, ele aposta que agora será a vez do private equity. Além disso, como teve a sorte de se capitalizar bem antes do crash, ele tem hoje um ativo raro no mundo: liquidez. Sua fortuna pessoal é estimada em mais de US$ 1 bilhão e foi forjada em um país, o Brasil, que, segundo muitos olhares. vive numa crise permanente.

Fonte: Istoé Dinheiro - 20/10/2008
Leia a matéria em pdf aqui.

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Você é Deus

23 Setembro 2008

De bactérias a seres complexos, de civilizações a galáxias - o game Spore permite que se crie tudo com extrema riqueza de detalhes.

Começou uma nova era no universo dos games. Planetas fantásticos, criaturas estranhas, interação entre as galáxias. No comando, qualquer um de nós. Foi lançado na semana passada o jogo Spore, desenvolvido pelo designer americano Will Wright, o mesmo que já revolucionou o mercado com SimCity e The Sims. O Spore segue a mesma linha dos antigos simuladores, mas oferece possibilidades inimagináveis até para as mentes mais criativas. Nele, o jogador atua como Deus, viaja por um universo em três dimensões e escolhe um planeta para povoar. Desenvolve criaturas, a começar pela mais simples. E vai criando os demais seres. Pode acompanhar a sua evolução, a disputa por territórios, o desenvolvimento do cérebro, a organização em comunidades, o advento de civilizações e as conquistas espaciais. O jogo faz um passeio pelas teorias científicas, mas é muito mais do que diversão para crianças. Na verdade, trata-se de uma plataforma que permite a jogadores de diversos países interagir numa mesma galáxia.

Leia a matéria completa.
Fonte: ISTOÉ

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Adoção de rede sem fio impulsiona venda de roteadores

19 Setembro 2008

O jamaicano David Soares não resistiu em dar uma passada pela rua Santa Ifigênia, no centro de São Paulo, para conferir de perto um dos mais populares comércios de eletrônicos do país. Em sua visita, o vice-presidente mundial da NetGear, fabricante americana de equipamentos de internet, disse ter ficado surpreso ao ver, em alguns estandes, algumas pilhas de seus produtos à venda. “Não fizemos publicidade de nossos produtos até hoje, e mesmo assim já conseguimos registrar resultados empolgantes no Brasil”, comentou.

A NetGear é uma das empresas que, ao lado de multinacionais como D-Link e Linksys, tem brigado pelo mercado residencial de roteadores, o equipamento que virou “best-seller” entre os aparatos tecnológicos ao se aproveitar do crescente número de usuários de laptops, que passaram a instalar ferramentas de acesso sem fio à internet em suas residências. E um ciclo vicioso, com famílias adquirindo um segundo computador, celulares inteligentes e outros equipamentos que levam à necessidade de compartilhar a banda larga, um destino onde o roteador funciona como a porta de entrada.

A NetGear, apoiada em redes de varejo, começou a oferecer seus produtos no país no início de 2007. “Em menos de um ano vendemos 100 mil roteadores no pais”, diz Soares. O resultado foi suficiente para levar a companhia a transformar seu escritório de São Paulo no centro de negócios para a América Latina. “Pelo ritmo do mercado, acreditamos que há espaço para dobrar nossas vendas nos próximos 12 meses.”

Grandes empresas que sempre tiveram o foco voltado para o usuário empresarial passaram a investir em braços de negócios para tentar ganhar espaço na casa das pessoas. Foi o que fez a Cisco Systems, quando comprou a Linksys em 2003, para centralizar as inovações destinadas ao consumidor “Nosso carro-chefe 60 roteador sem fio e a demanda por esse produto dobra anualmente, puxada pelo aumento de conexões”, afirma Emerson Yoshimura, gerente regional da Linksys no Brasil.

Segundo Yoshimura, a busca por roteadores é seguida pela de câmeras IP, que transmitem as imagens por redes de intemet. As câmeras podem ser instaladas em locais que exigem vigilância a distância, ou seja, tudo o que for registrado pelo aparelho poderá ser visto em tempo real, pelo computador. “Com a crescente preocupação das pessoas em relação à segurança, as câmeras passaram a ser encaradas como mais um artifício para trazer tranqüilidade”, explica Yoshimura. “O usuário já percebeu que esses produtos não se limitam a um público com alto poder aquisitivo.” Roteadores podem ser encontrados no varejo com preço abaixo de R$ 100, enquanto as câmeras variam entre R$ 400 e R$ 1.500.

A D-Link, que nos últimos anos teve a sua venda de roteador atrelada aos pacotes de banda larga oferecidos por provedores internet, tem buscado cada v mais o contato direto com o cc sumidor. “Por um bom tem nossa marca ficou disfarçada, p não vendíamos diretamente p, o cliente”, comenta André Ten ra, gerente de produtos da D-Liink. O objetivo da companhia é a pliar a venda direta, além

contratos fechados com os provedores. Para além do ambiente sidencial, o pequeno empreendor deve impulsionar o mercado de roteadores, cujo movimento mundial deverá atingir US$ 9,2 bilhões neste ano. (AB e MR)

Fonte: Valor Econômico

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Tráfego na web deflagra investimentos

16 Setembro 2008

O site de compartilhamento de vídeos YouTube gera sozinho o equivalente a todo o tráfego da internet no ano de 2002, ou cerca de 200 terabytes por dia. E não há dúvidas de que esse número vai continuar crescendo substancialmente.

Para dar conta do recado e acompanhar a demanda, empresas que vendem infra-estrutura de transmissão de dados no Brasil têm investido pesadamente para aumentar a capacidade de tráfego de suas redes de fibra óptica. É o caso de companhias como BT (antiga British Telecom), Copel Telecom , Eletropaulo Telecom, AES Com e Infovias - que têm como clientes grandes empresas ou as próprias operadoras, que alugam sua infra-estrutura. Juntas, essas cinco empresas estão implementando projetos da ordem de R$ 160 milhões neste ano para reforçar ou expandir o alcance de seus negócios.

À medida que os internautas acessam conteúdos mais pesados - músicas e vídeos, principalmente - e as empresas passam a adotar recursos como videoconferências, aumenta a demanda por banda larga. Isso leva os provedores de infra-estrutura a investir para acompanhar o movimento do mercado.

Neste ano, a construção das redes de terceira geração (3G) na telefonia móvel serviu de impulso adicional. Para oferecer banda larga sem fio a seus clientes, as operadoras de celular estão contratando das empresas de infra-estrutura mais capacidade de transmissão de dados.

A necessidade de redes mais amplas e velozes não é exclusividade das operadoras. Grandes companhias também estão utilizando recursos tecnológicos mais sofisticados para fazer a comunicação com filiais, fornecedores e clientes e por isso precisam de mais espaço na rede.

Segundo o IDC, empresa de pesquisas sobre tecnologia, o mercado latino-americano de serviços corporativos de internet deve aumentar de US$ 2,9 bilhões, neste ano, para US$ 4,3 bilhões em 2011.

Nesse caminho, as empresas de infra-estrutura atuam como se fossem concessionárias de rodovias e cobrassem de operadoras e clientes corporativos uma espécie de “pedágio” para deixá-los trafegar ali. O que está acontecendo agora é que esses “transeuntes” estão precisando ocupar mais pistas.

Contexto

A infra-estrutura de telecomunicações é composta de um tronco principal, chamado de backbone, e de ramificações menores e localizadas. Veja a seguir alguns conceitos, baseados em informações da consultoria Teleco:
Backbone - Espinha dorsal, em tradução literal. Designa o núcleo de uma rede de telecomunicações, onde está a maior capacidade de transmissão de dados. Distribui o tráfego para trechos mais capilarizados da rede.
Rede metropolitana - Infra-estrutura de comunicação de dados que cobre uma cidade ou uma região metropolitana. Geralmente, a infra-estrutura é de fibra óptica nesse trecho.
Ponto de presença - Refere-se ao nó da rede de uma operadora de dados que serve para conectar determinado grupo de clientes.
Rede de Acesso - Trecho de uma rede que liga a residência ou o escritório do assinante e a central telefônica. Também é chamada de planta externa. (TM e AB)

Clique aqui para ler a matéria completa.
Fonte: Valor Econômico

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Operadoras da AES elevam a rentabilidade

16 Setembro 2008

A possibilidade de manter a operação focada na área geográfica de maior retorno financeiro é a responsável pelo bom desempenho das duas operadoras atacadistas do Grupo AES Brasil - AES Eletropaulo Telecom e AES Com -, que registraram avanços significativos operacionais e financeiros no primeiro semestre.

A chegada da terceira geração (3G) celular tem funcionado como um estímulo importante, uma vez que as operadoras celulares foram obrigadas a adquirir muito mais banda para poder oferecer a seus clientes serviços de conexão à internet e de tráfego de dados, incluindo videochamada, downloads de arquivos da web e remessa de fotos e outras imagens.

Também as redes fixas estão demandando banda de forma intensa e progressiva devido à rapidez com a qual as pessoas aderem à facilidade de visitar sites de vídeo como o YouTube ou trafegar textos e imagens em comunidades virtuais como o Orkut, já que o brasileiro é tido como adepto preferencial.

A AES Eletropaulo Telecom e a AES Com são atacadistas, ou seja, não atendem a usuários finais. Embora o crescimento do tráfego de dados seja generalizado, cabe às empresas do Grupo AES Brasil prospectar os locais onde a rede será demandada.

A AES Eletropaulo Telecom foi criada em 1998. De início atuava em sete municípios e hoje está em 11 da área de concessão da energética, que congrega 24 cidades na Grande São Paulo. “Os cabos da operadora atacadista transitam nos mesmos postes dos de energia elétrica, sem usufruir de vantagens”, diz a diretora-geral da AES Eletropaulo Telecom, Teresa Vernaglia.

A vantagem da empresa reside, segundo a executiva, na possibilidade de operar apenas nos focos de maior demanda, ao contrário das concessionárias de telefonia fixa e celular, que precisam oferecer conexão de forma universal, independentemente de sua rentabilidade.

A concessão da AES Eletropaulo de 24 municípios da Grande São Paulo cobre área que abriga 650 mil empresas pequenas, médias e grandes, com 4,5 milhões de domicílios, e parcela de 16% do PIB brasileiro, superando R$ 241 bilhões, conforme a antiga metodologia do IBGE de 2004.

A unidade paulista ampliou o faturamento em 20% no semestre, depois de ter faturado R$ 65,3 milhões em 2007, R$ 54,5 milhões em 2006 e R$ 51,2 milhões em 2005. A rentabilidade tem crescido e se destaca de forma significativa, saindo de 54% em 2004, para 62% em 2005, 58% em 2006 e 62% em 2007. Os investimentos neste ano serão de R$ 20 milhões em capacitação de uma rede que alcança extensão de 1.700 km com 160 Gbps.

Também possuem rede nesta área a Brasil Telecom (ex-Metrorede); Oi (ex-Pégasus), e a Embratel. “Nosso diferencial é que qualquer demanda está a 1 km da nossa rede, proporcionando agilidade e rapidez no atendimento”, disse Teresa.

Não está descartado atuar em outros estados, mesmo naqueles em que a AES não tem rede elétrica. “Podemos detectar viabilidade e alugar a infra-estrutura”, afirmou a engenheira elétrica.

Rio tem mais mil circuitos

Com 150 pontos de presença, a rede da AES Communications Rio de Janeiro utiliza duas tecnologias - SDH e Metro Ethernet, sempre com fibra óptica, como afirmou o diretor presidente, Sergio Pepe. O avanço do acesso à internet e do tráfego de dados tem sido a mola propulsora do crescimento da AES Com, que ampliou mil circuitos em oito meses, totalizando 7,5 mil circuitos. A tendência do mercado, para Pepe, é o usuário não armazenar dados, só querer velocidade de acesso.

Observando o avanço veloz do mercado, Pepe brinca que o limite de crescimento é o dedo do usuário no teclado e a dimensão da tela do celular. Quando houver um teclado holográfico, que amplie o conforto, o mercado do celular vai explodir. Cinco anos é o tempo previsto pelo executivo para que isso ocorra.

Nesse semestre, a AES Com ampliou a receita em 23%, para R$ 36,5 milhões. A margem Ebitda está estável em 64%, e o lucro cresceu 24%, para R$ 13,3 milhões. Presente em sete municípios da Grande Rio, prospecta outra regiões do Brasil para atuar no futuro, “desde que o negócio faça sentido”, disse Pepe.

Fonte: Gazeta Mercantil

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A (nova) origem das espécies

16 Setembro 2008

Will Wright, autor da série The Sims, descreve a sua nova criação, o game Spore, em que criaturas microscópicas evoluem até conquistar o espaço.
(Clique em uma das imagens para baixar o pdf com a matéria)

Fonte: Veja Tecnologia

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Maxprint lança nova linha de acessórios para jogos para PC

9 Setembro 2008

Joystick MaxprintConhecida no mercado pela enorme variedade de produtos para informática e papelaria, chega às lojas em outubro a linha de acessórios para jogos para PC da Maxprint.

“As pessoas estão tendo tempo para se divertir mais e isso faz com que o mercado de entretenimento cresça cada vez mais”, explica Rafael Cortes, gerente da linha de acessórios de informática e games.

A empresa não quer se restringir ao público que já é profissional e pretende fidelizar, também, aqueles que nunca jogaram porque achavam os comandos difíceis demais, por exemplo. Rafael está confiante no sucesso dos produtos: “Unimos tecnologia de ponta e preços mais acessíveis”. Por enquanto, os acessórios são exclusivamente para jogos em computador, mas, em 2009, eles vão entrar no mundo dos videogames.

Um dos principais lançamentos da empresa é o volante para jogos de corrida, com curva progressiva, borboleta de câmbio e pedal separado. O joystick para jogos com avião e os controles também estão na lista de novidades, todos com dual shock vibration.

Os acessórios estarão disponíveis em revendas de artigos para informática e papelarias especializadas.

Fonte: Arena Turbo

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Maxprint anuncia produtos para gamers, Blu-ray e Lightscribe

9 Setembro 2008

Na semana passada, a Maxprint promoveu um evento intitulado Espaço Tech Maxprint, onde a empresa mostrou seus novos produtos de papelaria e informática para seus canais de distribuição e parceiros. Entre os vários lançamentos, me chamou a atenção sua nova linha de acessórios para gamers e mídias de gravação ainda meio raras no nosso mercado como discos Blu-Ray, HD-DVD e LightScribe.

No segmento de acessórios para gamers, destaque para os controladores com recursos de vibração e force-feedback como nos saudosos modelos da Microsoft: o Volante Dual Shock (com pedaleira) e o Joystick Vibration, ambos equipados com portas USB para PC e no caso do volante uma entrada adicional para PS1/PS2. Além disso, a empresa também mostrou dois gamepads do tipo Playstation também para PCs sendo um deles também equipado com Dual-Shock.

Segundo Rafael Ulisses — gerente da linhas de acessórios para informática —, a entrada da Maxprint neste segmento de mercado segue um caminho natural onde as papelarias abrem cada vez mais espaço para produtos simples de informática, como suprimentos de impressoras, papéis especiais, mídias, teclados e mouses. Ele pretende atingir o mesmo público hoje atendido por empresas como Leadership, Clone e Multilaser e como diferenciais sua empresa aposta no suporte ao usuário e na garantida de dois anos para seus produtos.

Leia o texto completo aqui.
Fonte: Zumo Blog

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Confira os destaques da Photo Brazil 2008

5 Setembro 2008

A maior feira fotográfica da América do Sul trouxe para São Paulo as tendências do momento. Poucos lançamentos se justificam pela proximidade da Photokina.

IMPRESSÃO EM ALTA

Um setor do mercado fotográfico cuja importância está crescendo espantosamente é o de impressão digital. Essa tendência refletiu-se mais uma vez na Photo Brazil, onde um dos estandes mais movimentados era o da HF. A empresa ofereceu descontos especiais para a compra de impressoras fine art da linha Z. As marcas Roland e Epson também compareceram, com muitos modelos de impressoras expostos.

Entre os papéis fotográficos fine art, a novidade foi o início da importação de mais três modelos da Hahnemühle, trazidos pela Marinho Comércio e Representações (www.marinho.com.br). Agora, o mercado brasileiro conta também com as opções dos papéis Bamboo, feito de fibra de bambu, com tom quente, Photo Rag Barita e Photo Rag Ultra Smooth.

Havia muitas opções de periféricos de informática, de marcas como Multilaser e Maxprint, além de acessórios para fotografia. Um dos destaques foi a presença da Outex (outex.com), empresa brasileira que confecciona capas de látex altamente resistentes para SLRs, recurso que protege a câmera e permite usá-la debaixo d’água.

Se a Photolmage Brazil 2008 não trouxe tantos lançamentos de câmeras e objetivas é porque as empresas estão guardando seus trunfos para apresentar na Photokina. A indústria da fotografia continua em pleno desenvolvimento e promete ainda muitas novidades para até o final de 2008. Uma das especulações ouvidas na feira foi de uma possível união internacional entre Fuji e Nikon por meio de troca de ações, o que daria mais força às duas gigantes.

Fonte: Fotografe Melhor.

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Spring Wireless compra Okto e expande atuação

4 Setembro 2008

Mal o dinheiro entrou no caixa, e a Spring Wireless já foi às compras. Duas semanas após anunciar um aporte de US$ 63 milhões, a empresa fechou a aquisição da Okto, especializada em serviços de mensagens via redes de celular.

O valor da transação não foi revelado, mas envolve pagamento em dinheiro e em opções de compra de ações da holding controladora da Spring, que tem sede no Estado americano de Delaware.

A Okto é provedora de sistemas de envio de mensagens de texto (SMS) para grandes empresas, agências de publicidade e emissoras de TV. Boa parte dos programas de televisão e das promoções que requerem a participação do espectador por meio de uma mensagem de celular utiliza tecnologia da Okto. Os sistemas da empresa estão por trás de aproximadamente 30% dos SMS transmitidos no mercado brasileiro, segundo a Spring.

A compra da empresa amplia o foco de atuação da Spring, concentrado no desenvolvimento de aplicativos de telefonia móvel para empresas - tais como e-mail corporativo e automação da força de vendas.

“A Spring tinha suas próprias soluções de mensagens, mas a Okto é maior nessa área”, afirmou ao Valor o fundador e presidente da Spring, Marcelo Condé.

Segundo ele, o grande trunfo da Okto é a simplicidade de seus aplicativos, em sua maioria baseados em SMS. As mensagens de texto são um recurso presente em todos os aparelhos de celular. E isso interessa à Spring, que tem dedicado parte de seus esforços no desenvolvimento de sistemas de pagamentos e de serviços bancários por meio do telefone móvel. “Os bancos querem uma plataforma tecnológica agnóstica em relação aos aparelhos”, observou.

Outro atrativo da Okto é a experiência da empresa em campanhas publicitárias e promoções, o que insere a Spring no nascente mercado chamado “mobile marketing” (publicidade via celular). “Ela conhece o comportamento do usuário final”, ressaltou. O objetivo é juntar esse conhecimento com as informações que a própria Spring obtém por meio de seus serviços de telemetria e automação de força de vendas.

Com isso, a Spring pretende oferecer a seus clientes um panorama sobre o comportamento do consumidor. “Juntando as duas pontas, teremos mais capacidade analítica para saber o que funciona e o que não funciona nas promoções”, disse.

A Okto era subsidiária de uma empresa americana chamada Tiaxa, que chegou ao Brasil em 2000. Três anos depois, a matriz desistiu da unidade local, que passou a ser controlada por seus administradores e recebeu o nome atual.

A companhia fatura R$ 50 milhões por ano, enquanto a Spring prevê alcançar receita de pelo menos US$ 100 milhões em 2008.

Há duas semanas, a Spring Wireless anunciou uma reestruturação societária que envolvia um aporte de US$ 63 milhões e a entrada de dois novos acionistas - fundos de investimentos do Goldman Sachs e da New Enterprise Associates (NEA).

Fonte: Valor Econômico

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A casa é sua - mas nem tanto

3 Setembro 2008

Construtora Kauffmann e decoradora Bya Barros lançam casas decoradas na planta. Mas o cliente só pode alterar o projeto depois da entrega

Imagine comprar um imóvel de R$ 1,5 milhão de olhos vendados. Você pode não gostar de piscina, mas terá uma; pode detestar vinho, mas ostentará uma adega; pode odiar ofurô, mas terá de aceitá-lo no seu jardim. Por mais estranho que pareça, essa é a aposta da Spazio K, empresa da construtora Kauffman, no mercado imobiliário. Ao lado da decoradora Bya Barros, a empresa acaba de lançar o projeto Casas Decoradas. O cliente cede o terreno que já possui ou pede para a construtora encontrar um que seja na região de sua preferência, escolhe entre quatro tipos de plantas fechadas e recebe a casa, que varia de 150 m2 a 380 m2, em até um ano. Detalhe: ela vem toda decorada e o cliente só pode mudar o projeto depois da entrega. “São projetos fechados. Se quiser mudar algo, tem que ser após a entrega da casa. A idéia é ter tudo novo”, diz Bya. Cabem ao proprietário apenas algumas decisões como o tipo de fachada, as cores dos sofás e das paredes e o tipo de piso. Para todo o resto ele é informado semanalmente através de fotos disponibilizadas na internet. “A maior vantagem é a previsibilidade de tempo e de preço. E também pode ser a solução ideal para condomínios e casas na praia”, explica Vicente Todaro, diretorexecutivo da Kauffmann. Se a entrega da casa atrasar, a construtora se compromete a pagar uma multa diária.

A vantagem de buscar um projeto como esse, dizem os executivos, é que a Kauffmann possui convênio com mais de 30 fornecedores, entre lojas de construção, de decoração e de tecnologia. Isso pode proporcionar um desconto de cerca de 40% nas compras. Assim o preço das casas decoradas, excluindo o terreno, varia de R$ 500 mil a R$ 1,5 milhão, com possibilidade de financiamento em até 25 anos. Há, porém, quem veja obstáculos nesse processo. “Não sei se isso vai funcionar”, diz Romeu Chap Chap, presidente do conselho consultivo do Secovi. “É muito difícil manter vários canteiros de obras para projetos pequenos. Os custos acabam ficando altos demais.” Outro ponto negativo do projeto é a forma de venda amarrada. “O comprador evita dores de cabeça, mas por outro lado ficará atrelado a um estilo específico de decoração, ou mesmo a uma determinada marca, o que, no final, poderá se mostrar desvantajoso”, opina Giuseppe Giamundo Neto, advogado especializado em direito imobiliário.

Fonte: Istoé Dinheiro (Publicado também no site).

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Personalização é a tendência mundial para fidelizar cliente

29 Agosto 2008

Personalizar a comunicação é o caminho mais eficaz para conquistar e tornar um cliente fiel e, assim, levar adiante um projeto de construção de marca. Quem defendeu a tese foi Don Peppers, sócio-fundador da consultoria americana de gestão Peppers & Rogers Group. O especialista apresentou sua análise ontem durante Technomarketing - Seminário Internacional de Tecnologia em Marketing, realizado que começou dia 27 e acaba hoje em São Paulo. Ele conversou com um pequeno grupo de executivos. “Com a personalização fica mais fácil atrair e fidelizar o cliente para a construção da marca”, diz ele.

Peppers lembra que a personalização tem um custo considerado alto, mas que é “preciso investir para colher os frutos no futuro”, diz. “Mesmo com um alto investimento inicial, a companhia que não investir na personalização de suas ações vai estar completamente fora do mercado”, afirma.

Peppers lembra que hoje o consumidor não aceita mais a posição passiva. Ele deseja interagir com a companhia, com a marca de sua preferência. “A internet é um meio muito importante para as companhias. Esse canal deve ser utilizado da melhor forma possível para construir a marca de uma empresa”, diz.

Ele diz ainda que apesar de um custo alto no início, conforme a companhia focar melhor suas ações de marketing, atingindo um público mais específico, ela terá uma redução de custos.

Essa personalização envolve um assunto ainda delicado no mercado de internet, a privacidade. “Em relação à privacidade das empresas, cada vez mais as marcas e companhias estão mais transparentes. Os consumidores entram nos sites e obtêm informações sobre a marca. Já no que diz respeito aos usuários, a empresa é que terá que saber dosar até que ponto, ou qual é o limite, para direcionar o usuário dentro do site”, afirma.

Peppers destaca a importâncias das mídias sociais, como comunidades do estilo do Orkut, Myspace e outras como uma ferramenta importante não só para passar como também para receber informações. “As mídias sociais terão um papel muito importante no Brasil, mais importante que nos Estados Unidos”, afirma. O executivo aposta também na web 2.0, “que tem um grande potencial de crescimento no Brasil”.

O Technomarketing reuniu empresas de tecnologia que desenvolvem ferramentas para as áreas de marketing. Entre elas está a Vignette, que tem seu foco na melhoria da interação e da experiência de seus clientes com os usuários. “Nosso objetivo é que o usuário tenha uma melhor experiência no site de nossos clientes, fortalecendo assim a marca ou o serviço oferecido”, afirma o gerente-geral para a América Latina da Vignette, Eduardo Kfouri.

Atualmente, a América Latina representa cerca de 5% dos negócios globais da companhia, dos quais o Brasil responde por uma participação de 50% desse total.

O uso da internet pelos usuários como ferramenta de comunicação e de opinião pode ser percebido pelos números de blogs que surgem a cada dia. De acordo com o Technorati, especializado na busca por blogs na internet, são cerca de 112,8 milhões de blogs cadastrados em todo o mundo, dos quais 2% deles são em língua portuguesa. Em relação aos blogs brasileiros, são registrados, em média, por dia entre 200 a 300 novos blogs.

Em março de 2007, 21% dos blogs no Technorati eram ativos, o que representa 473 mil blogs ativos em língua portuguesa. Descontando os blogs de Portugal, Moçambique e Angola, são cerca de 450 mil a 400 mil blogs brasileiros ativos.

Mas ao mesmo tempo não são todos os blogs brasileiros que estão no Technorati. O BlogBlogs indexa 200 mil blogs brasileiros e muitos deles não estão no Technorati. O que pode aumentar esse número, mas dificilmente além dos 500 mil. Diariamente surgem 175 mil blogs no mundo. Mantendo- se a proporção de 2%, seriam 3,5 mil blogs em língua portuguesa.

Veículo: Gazeta Mercantil
Republicado em Gazeta Mercanti Online e InvestNews.

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Spring Wireless compra Okto e vai à Nasdaq

27 Agosto 2008

SÃO PAULO - A Spring Wireless confirmou a compra da empresa de mobile marketing Okto, especializada em soluções por SMS.

Fundada em 2001, a Spring vem crescendo em ritmo acelerado e vai receber dos grupos de investimento NEA e Goldman Sachs um aporte de US$ 63 milhões. Com os recursos, vai financiar sua estréia na bolsa americana Nasdaq e a aquisição da Okto.

A Spring Wireless figura na 111º posição do ranking INFO 200 (publicado na INFO de agosto). As vendas estimadas da empresa em 2007 foram de US$ 79,8 milhões, uma expansão de 23,5% sobre o ano anterior.

Destaque em mobile business, a Spring fornece soluções para grandes companhias como AmBev, Concha y Toro, Gillette, Nestlé, Citibank, e AES Eletropaulo. Com a compra da Okto, poderá ampliar a oferta de serviços por SMS. A Spring não informou o valor da aquisição.

Veículo: INFO Online

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Tecnologia brasileira nos EUA

27 Agosto 2008

Companhias nacionais mudam a estratégia para entrar no mercado americano e passam a comprar empresas

Empresas brasileiras de tecnologia vão às compras nos Estados Unidos, aproveitando o câmbio favorável e o barateamento dos ativos naquele país, trazido pela desaceleração da economia americana. Esses investimentos marcam uma mudança na estratégia das companhias brasileiras, que, com as aquisições, buscam garantir sua presença nos Estados Unidos, maior mercado de tecnologia da informação do mundo, com uma carteira inicial de clientes e com conhecimento da cultura local de negócios.

Na segunda-feira, Miguel Abuhab, fundador da Datasul, anunciou a compra da Agentrics, que fornece software para redes de varejo, por US$ 50 milhões. Em julho, a Bematech, que fornece sistemas de automação comercial, adquiriu a Logic Controls, numa operação que pode chegar a US$ 22 milhões. Em maio, a ThinkInternational, companhia americana de serviços de tecnologia da informação, foi comprada pela brasileira BRQ, por um valor não revelado.

As empresas adquiridas são pequenas. “As aquisições fazem parte da estratégia de crescimento da Bematech”, explicou Marcelo Coppla, diretor de assuntos corporativos da companhia, em entrevista por telefone a partir dos EUA, onde trabalhava na integração da empresa adquirida à subsidiária americana da Bematech. “Compramos sete empresas em dois anos.”

Coppla apontou alguns fatores que levaram à aquisição da Logic Controls. “Ela tem uma domínio tecnológico dos produtos que desenvolve, com mais de 20 patentes nos EUA”, explicou o diretor da Bematech. “Sua linha de produtos é complementar à nossa.” Além disso, a Logic Controls desenvolveu uma cadeia de suprimentos forte na China, durante 25 anos de atuação.

No ano passado, a Logic Controls faturou US$ 10 milhões, mais de 10 vezes o faturamento da subsidiária americana da Bematech. “Estávamos iniciando nos EUA”, disse Coppla. A Logic Controls tem 44 funcionários, sendo oito na China. A Bematech International, empresa responsável pela aquisição, localizada em Cincinatti, Ohio, tem nove funcionários.

O dólar fraco ajuda nas aquisições. “O câmbio não foi o grande motivador, mas criou uma janela de oportunidade”, explicou Coppla. A crise americana reduziu o crescimento do mercado de tecnologia, mas isso não parece representar uma preocupação para os brasileiros que fazem negócio por lá.

“Conversando com as pessoas que vivem aqui, dá para sentir a crise”, explicou o executivo. Ele acrescentou, no entanto, que existe uma tendência de as empresas investirem em tecnologia para cortar custos, o que beneficia empresas como a Bematech.

A BRQ negociou durante um ano antes de fechar a compra da americana ThinkInternational. “O mercado americano de TI movimenta quase US$ 450 bilhões ao ano, e o brasileiro cerca de US$ 22 bilhões”, disse Benjamin Quadros, presidente da BRQ, que planeja crescer como exportadora de software e serviços de tecnologia. “Agora, estamos perto do mercado comprador.”

Quadros explicou que a aquisição é uma estratégia melhor que a criação de um escritório próprio. “Existe uma barreira que dificulta passar uma imagem de credibilidade e entender a cultura do cliente.” A BRQ comprou 80% da companhia americana, que faturou US$ 8 milhões em 2007. No mesmo período, a BRQ faturou US$ 100 milhões.

“Conseguimos musculatura para competir com os indianos no mercado americano”, disse Quadros. A empresa tem 50 funcionários nos EUA e 2 mil no Brasil. Em outubro de 2007, a BRQ recebeu um investimento de R$ 56 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como forma de financiar a expansão internacional.

NASDAQ

Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless, afirmou que a empresa brasileira avalia aquisições, mas que nenhuma delas está próxima de ser concluída. Na segunda-feira, a empresa inaugura um escritório com 12 funcionários em Seattle. “A situação macroeconômica torna interessante criar um time local”, apontou Condé. “Já existe diferença de salários entre um executivo no Brasil e nos EUA.” A Spring Wireless já planeja até abrir o capital na bolsa americana Nasdaq.

Veículo: O Estado de São Paulo
Republicado pelo Estãdao.com.br e Yahoo!

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Um brasileiro rumo à Nasdaq

27 Agosto 2008

O número 1 faz parte da vida do engenheiro mecatrônico Marcelo Condé. Ele foi o primeiro colocado entre os formandos da turma de 1995 da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Anos depois, enquanto era aluno de MBA da Harvard Business School, em Boston, repetiu a primeira colocação. Agora, à frente da Spring Wireless,empresa que criou em 2001 para desenvolver sistemas corporativos móveis, o algarismo volta a cruzar seu caminho. A Spring acaba de receber 63 milhões de dólares em investimentos de dois grandes fundos de capital de risco americanos, o New Enterprise Associates e um fundo do banco Goldman Sachs.

A injeção de capital aberto é a maior já feita em uma companhia iniciante do setor de tecnologia no país. O objetivo, segundo Condé, é preparar a Spring Wireless para a abertura de capital da Nasdaq, o que fará da empresa a primeira brasileira a realizar um IPO no mercado americano. Para Condé, tudo não passa de coincidência, embora já comece a gostar de colecionar tantos número 1. “Nunca persegui ser o primeiro em tudo. Aconteceu por acaso” diz.

Veículo: Exame
Leia a matéria.
Republicado pela INFO Online.

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A brasileira Springs vai abrir capital na Nasdaq

22 Agosto 2008

Sócios investem US$ 56 milhões

A Spring Wireless, empresa que desenvolve e integra aplicações móveis para empresas - como softwares para celular usados por equipes de vendas para recolherem pedidos no comércio - vai receber um investimento de US$ 56 milhões de três investidores. Após o aporte, a empresa deve abrir capital na Nasdaq, bolsa americana para empresas de tecnologia, em 2009.

A primeira interessada na Spring foi a Ideiasnet, que conseguiu apoio financeiro do banco Goldman Sachs e do fundo de venture capital norte-americano New Enterprise Associates (NEA).

Por outro lado, a Intel Capital e um fundo que tinha a sueca Ericsson entre as sócias deixaram a Springs.

Com a capitalização, além de ampliar presença no mercado internacional, a Spring, que tem em sua carteira 150 clientes e 70 mil usuários em mais de 20 países, terá mais facilidade para abrir capital.

A decisão de lançar ações nos EUA está relacionada à visibilidade internacional que o IPO (oferta de ações) na Nasdaq dará à Spring.

Além disso, diz o presidente da Ideiasnet, Luis Alberto Reátegui, o modelo de empresas como a Spring “é, no momento, mais bem avaliado no exterior do que no Brasil”. Na opinião do diretor-financeiro da Ideiasnet, Rodin Spielmann, o mercado acionário brasileiro ainda não se habituou às empresas de tecnologia e telecomunicações. Mas isso não quer dizer que o mercado nacional esteja descartado. “É que, no momento, buscamos a melhor precificação do investimento.”

Com a injeção de recursos, a Spring Wireless fica avaliada em US$ 140 milhões, o que representa um retorno de aproximadamente 450% ao aporte inicial da Ideiasnet, que em dezembro de 2004 desembolsou R$ 4 milhões no projeto. A empresa, que antes detinha 10,8% de participação na Spring Wireless, agora terá 10,2% do capital.

Além dos três sócios, o restante do capital é controlado pela diretoria e parte dos funcionários.

Segundo Marcelo Condé, presidente da Spring, a idéia é ficar sem a figura de um acionista majoritário. “Optamos por manter uma estrutura parecida com as empresas do Vale do Silício”, afirmou. Hoje, 100 dos 600 funcionários têm uma participação no capital e a idéia é ampliar o número.

Os executivos da Ideiasnet destacam que esse foi o primeiro investimento do NEA na América Latina. Também é o primeiro fundo de capital de risco a entrar na Ideiasnet. “Os grandes investidores estão olhando para o Brasil e isso os atrai para Ideiasnet”, afirmou Reátegui. Segundo ele, a empresa conversa não só com os dois novos sócios, mas com outros investidores para capitalizar empresas já investidas e buscar novos negócios.

Veículo: O Estado de São Paulo

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Com aporte na Spring Wireless, fundos estrangeiros estão de volta à TI no Brasil

22 Agosto 2008

No início desta década, quando a chamada “bolha da internet” ainda estava inflando, notícias sobre aportes de fundos estrangeiros em empresas brasileiras de tecnologia da informação (TI) apareciam com alguma freqüência. Com a crise no mercado pontocom, os investimentos quase sumiram. Mas, agora, surgem os primeiros sinais de que a maré pode estar virando novamente.

Dois pesos-pesados americanos - o Goldman Sachs e o New Entreprise Associates (NEA) - anunciaram ontem um aporte de recursos na Spring Wireless. Apesar do nome, a companhia foi fundada por um brasileiro, Marcelo Condé, e atua no desenvolvimento de aplicativos de telefonia móvel para clientes empresariais. Oferece serviços como acesso ao e-mail corporativo, automação da força de vendas e sistemas de pagamentos via celular, por exemplo.

No total, a Spring recebeu US$ 63 milhões. A maior parte corresponde ao dinheiro que os fundos injetaram. Mas a Ideiasnet, que já tinha participação na empresa, também colocou dinheiro, evitando que sua fatia fosse muito diluída. Agora, ela tem 10,2% do capital. Dois outros acionistas saíram do negócio: Intel e Ericsson, que viram maturar o investimento feito anos atrás.

“Estamos muito otimistas, não só pela valorização que foi atribuída à companhia, mas pela sinalização do que está por vir”, afirmou Luis Alberto Reátegui, presidente da Ideiasnet.

O aporte na Spring é o primeiro investimento da NEA - importante fundo de capital de risco do Vale do Silício - em países da América Latina. “A chegada de alguém desse porte mostra que os fundos estrangeiros estão voltando e devem começar a avaliar outras empresas de TI”, disse Reátegui. A própria Ideiasnet, segundo ele, gostaria de fazer mais negócios com o NEA.

Na avaliação do executivo, a estabilidade, a crescente importância da economia brasileira e o cenário de desaceleração nos Estados Unidos tornam o Brasil uma alternativa interessante para os investidores.

“A maior parte do dinheiro será utilizada nos projetos de crescimento da companhia”, afirmou Condé, presidente da Spring.

E planos não faltam. O mais reluzente deles é uma possível abertura de capital na Nasdaq, prevista para o ano que vem.

Antes disso, contudo, a Spring quer expandir sua atuação fora do Brasil. Há poucas semanas, a companhia abriu escritório em Seattle, nos Estados Unidos, e quer se instalar na Ásia em dois meses. A meta é que, a partir de 2009, as atividades internacionais gerem pelo menos metade da receita da companhia.

Segundo Condé, a companhia também está adaptando sua tecnologia para atender um segmento novo para ela: o mercado de pequenas e médias empresas.

Desde a criação da Spring, em 2001, o foco sempre foram as grandes corporações. Agora, a empresa está trabalhando para desenvolver versões simplificadas de seus aplicativos, com o objetivo de atender companhias de menor porte. “Sempre percebemos que havia demanda das pequenas empresas, mas precisávamos adaptar nossos produtos e o canal de vendas”, observou Condé.

Para entrar nesse mercado, a Spring está em negociações com operadoras de celular no Brasil e já tem alguns contratos fora do país. Firmou parceria com a Telefónica para atender pequenas empresas da América Latina e da Espanha.

Com esse leque de projetos, a expectativa é de que o faturamento da Spring ultrapasse US$ 100 milhões neste ano - o dobro do valor alcançado em 2007.

Veículo: Valor Econômico

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Maxprint explora lojas de cine e foto

21 Agosto 2008

A convergência tecnológica que transformou computadores e celulares em centrais de mídia - com direito à gravação e transmissão de som e imagem - chamou a atenção da Maxprint, que produz e distribui suprimentos de informática e material de escritório. A empresa decidiu levar seu portfólio para as lojas de cine e foto, que dependem cada vez mais da venda de produtos do que da revelação fotográfica.

“Com a câmera digital, os consumidores estão mantendo mais álbuns virtuais do que em papel, o que fez a representatividade da revelação na receita dessas lojas cair de 60% para 40% nos últimos anos”, diz Adelaide Anzolin, diretora comercial da Maxprint.

Por outro lado, a capilaridade das lojas desse ramo - estimadas em 9 mil em todo o país - interessa a empresas como a Maxprint, que disputa a venda de cartuchos, toners e teclados com concorrentes do porte de Epson e Hewlett-Packard (HP). Essas marcas, por sinal, são ao mesmo tempo atendidas pela Maxprint, que distribui impressoras, copiadoras e multifuncionais da HP, Epson, Canon e Lexmark.

As redes de cine e foto significam para a tradicional fabricante de cartuchos uma oportunidade de ganhar participação de mercado sobre as grandes marcas e abrir um novo canal de vendas para todo o seu portfólio, especialmente para os itens de tecnologia. Até hoje, os 60 representantes da Maxprint no país se concentravam nas grandes redes de varejo e papelarias, atingindo cerca de 40 mil pontos-de-venda. Com sede em São Paulo, a Maxprint faturou R$ 190 milhões no ano passado e prevê crescimento de 15% em 2008.

“É natural que o dono de uma câmera digital também tenha computador e, assim, possa se interessar por outros produtos como teclados multimídia, caixas de som, webcams, cartuchos ou DVDs”, afirma Adelaide.

A empresa já tem contratos de vendas fechados com as redes de cine e foto Fujioka (80 lojas no país), Fujiclick (28), Tabira (15) e Foto Nascimento (5) - estas três últimas com presença no Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. O plano da Maxprint é atingir 10% do canal cine e foto, o equivalente a 900 lojas, até o fim de 2009.

Ao mesmo tempo, a empresa aproveita para lançar uma linha de 11 tipos de papéis para fotografia, todos em grandes formatos, de 24 a 44 polegadas, para uso profissional. “Trata-se de uma linha usada para impressão de pôsteres e reprodução de obras de arte”, diz Adelaide, que investiu US$ 100 mil no lançamento. De acordo com a executiva, o consumo desse tipo de papel está estimado em R$ 17 milhões ao ano, sendo dominado pela Epson. “Nossa meta é conquistar 30% desse segmento dentro de um ano e meio”, diz ela. A nova linha, que deve custar entre 20% e 30% menos que a marca líder, terá a assinatura do premiado fotógrafo brasileiro Klaus Mitteldorf.

Veículo: Valor Econômico

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Spring Wireless recebe aporte e se prepara para ir à Nasdaq

21 Agosto 2008

SÃO PAULO (Reuters) - A brasileira Spring Wireless, que desenvolve software para aplicações móveis a grandes empresas, ganhou uma nova composição acionária com um aporte de 63 milhões de dólares.

A companhia, da qual nenhum dos sócios tem mais de 20 por cento, quer manter o controle pulverizado para um passo ainda maior: abrir capital na bolsa eletrônica norte-americana Nasdaq em um período de dois a três anos.

A Spring, criada em 2001, ganhou como sócios a Goldman Sachs e a empresa de venture capital New Enterprise Associates (NEA). A holding Ideiasnet acompanhou a rodada e, juntas, as três aportaram os 63 milhões de dólares no capital.

Por outro lado, a Intel Capital e um fundo que tinha a sueca Ericsson entre as sócias deixaram a empresa.

Além dos sócios que realizaram o aporte, o restante do capital é controlado pela diretoria e parte dos funcionários.

Segundo Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless, a idéia é ficar sem a figura de um acionista majoritário. “Optamos por manter uma estrutura parecida com as empresas do Vale do Silício”, afirmou.

Por isso, hoje, 100 dos 600 funcionários já têm uma participação no capital e a idéia é ampliar esse número.

De acordo com o executivo, “a abertura de capital está nos nossos planos em dois ou três anos” e a empresa, que desde sua fundação tem uma holding sediada nos Estados Unidos, espera fazê-lo na Nasdaq.

“Os negócios internacionais ganham cada vez mais peso no nosso faturamento e em 2009 já devem representar quase 50 por cento”, afirmou Condé à Reuters.

RECEITA 5 VEZES MAIOR

Os recursos serão usados, segundo ele, no aumento da internacionalização e em aquisições.

Com essa estratégia e o crescimento orgânico dos negócios no Brasil, a Spring Wireless espera quintuplicar sua receita, que em 2008 é estimada em 100 milhões de dólares, para 500 milhões de dólares até 2012.

A empresa abriu o primeiro escritório no exterior em 2004, no Chile, quando recebeu aporte da Intel Capital. Hoje já tem outras filiais na França, Bélgica e Rússia, além de ter comprado uma empresa, a Sysgold, com a qual ganhou presença também em Venezuela, Colômbia, México, Miami e Portugal.

“Temos um plano agressivo de colocar um escritório nos Estados Unidos e três na Ásia este ano”, afirmou Condé. No continente asiático, ela terá filiais na China e Índia, mas o terceiro país ainda será decidido entre Coréia do Sul e Hong Kong.

As aquisições, de acordo com o executivo, também terão como foco a internacionalização, mas empresas no mercado nacional também estão no foco.

A Spring Wireless atende cerca de 220 companhias de grande porte com sistemas sem fio, entre as quais bancos e companhias de bens de consumo.

Segundo Condé, a receita local “cresce quase 100 por cento ao ano” tanto pelo bom momento da indústria de telefonia móvel no país como pelo fato de as aplicações móveis para empresas ainda representarem um mercado incipiente.

Veículo: Reuters Brasil

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Que ginástica laboral que nada…

20 Agosto 2008

… o negócio é tirar os funcionários de dentro da empresa e motivá-los à prática de esportes outdoor. A AES Eletropaulo Telecom e a Lexmark, por exemplo, já contrataram consultorias esportivas e colocaram os colaboradores para correr. Literalmente! O objetivo é, claro, a integração entre todos os envolvidos e o cultivo de hábitos saudáveis, como forma de prevenir as doenças causadas pelo sedentarismo, como obesidade e infartos. Os treinos, acompanhados por um equipe de personal trainers, acontecem geralmente duas vezes por semana em parques públicos. Segundo a 5ways, empresa de serviços de treinamento personalizado e assessoria esportiva, o valor gira em torno de 80 reais por colaborador inscrito - variando de acordo com o tamanho do grupo contratado. É um negócio promissor. Segundo a Associação dos Treinadores de Corrida (ATC), já existem mais de 200 assessorias desse tipo só na cidade. Quem paga a conta? A empresa contratante. Quem ganha? Todos. Afinal, colaborador feliz e motivado rende sempre mais.

Veículo: Melhor

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Produtos que desafiam a linha do tempo

18 Agosto 2008

O papel carbono surgiu em 1806 e por mais de um século foi o único meio possível de garantir cópias instantâneas até o lançamento da primeira copiadora da Xerox, em 1949. Bem perto disso, em 1947, um especialista em telegrafia sem fio inventou o aparelho de fax. Longe dos escritórios, as donas de casa da década de 1950 deslizavam enceradeiras pelo lar, lustrando o piso. A geração seguinte, que animou os “loucos anos 60″, passou a gravar os sucessos musicais nas fitas cassete. No início da década de 1970, a tecnologia assinalava um mundo novo, com a possibilidade de gravar dados do computador em discos flexíveis. Em 1976, o “video home system”, a fita VHS, desembarcou nas salas de visita.

Embora esses produtos e seus respectivos insumos acumulem de três décadas a dois séculos de vida, e tenham assistido à estréia de substitutos bem mais práticos e com melhor rendimento, todos persistem no mercado em pleno século XXI. Dispensam as vultosas verbas de marketing em geral destinadas aos lançamentos e, mesmo diante da concorrência feroz dos últimos anos, que estimulou investimentos bilionários em tecnologia, nada foi capaz de torná-los peças de museu. E mais: são o porto seguro de alguns fabricantes ouvidos pelo Valor, que mantêm as vendas estáveis ou até em ascensão, atendendo públicos cativos.

Um exemplo são as lâminas de barbear duplo fio. Trata-se de um mercado que responde por um quarto das vendas em volume da categoria lâminas de barbear - negócio que movimentou R$ 1 bilhão em 2007, com 800,7 milhões de unidades vendidas. Mas, segundo a Nielsen, o consumo do modelo duplo fio recuou 5% este ano.

Nada que abalasse a confiança da American Safety Razor Company (ASR) no mercado brasileiro, o segundo maior do mundo, depois do indiano. A empresa, que desembarcou no Brasil em 2001 com a marca Personna, aposta este ano nas antigas lâminas duplo fio: lançou um modelo de platina (as comuns são de cromo) e prepara para novembro a estréia da lâmina de titânio, “que faz um corte mais suave”, segundo Rui Dzialoschinsky, vice-presidente da ASR na América Latina. “Entramos no segmento este ano e esperamos vender 25 milhões de unidades de duplo fio, o que representaria 10% do consumo brasileiro”, diz ele. “Para 2009, a meta são 35 milhões.”

A americana ASR é a terceira maior fabricante de lâminas e aparelhos de barbear do mundo, atrás das conterrâneas Procter & Gamble (dona da Gillette) e Schick. “Lâmina de barbear duplo fio está longe de ser um mercado pequeno, prestes a desaparecer”, diz Dzialoschinsky. “Mas precisava de inovação”.

Por conta do baixo custo do produto (no varejo, a cartela com três lâminas custa em média R$ 1,50 ), a ASR não fará campanha de mídia massiva. O maior alvo são os barbeiros, que usam metade da lâmina dentro da navalha para “desenhar” a barba no rosto do cliente. Mas há outro público cativo. “São os padeiros”, conta o executivo. “A duplo fio é a responsável pelo acabamento do pãozinho francês”.

Outro produto que ganhou nova utilidade é o centenário papel carbono. “Os tatuadores usam o papel para replicar o molde sobre a pele do cliente”, diz o gerente comercial da Unic Carbon, Octávio Feital. A empresa, que disputa com a Helios Carbex a liderança em papel carbono no Brasil, começou a exportar este ano para Estados Unidos, Espanha e Índia, apenas com venda para tatuadores. E lançará um site de comércio eletrônico só para esse nicho. A companhia também desembarcou no Peru este ano, com o papel hectográfico, usado em mimeógrafos. “Há forte demanda por esse material na América Latina e na África”, diz.

A fabricante de mimeógrafos gaúcha Menno prepara em segredo um novo contrato no exterior - possivelmente com Índia ou África. No Brasil, passou de 1,8 mil mimeógrafos por mês em 2006 (produto que rebatizou de “duplicadores a álcool”) para 2,5 mil unidades este ano. “Quem usa mais são as escolas públicas, principalmente no Norte e Nordeste, onde o produto é chamado de ‘cachacinha’, por ser abastecido com álcool”, diz o gerente da Menno Ângelo Paludo.

Pelas contas do executivo, ainda é muito mais barato investir em um mimeógrafo do que em uma impressora. “Um cartucho jato de tinta custa R$ 50 e gera, no máximo, 180 cópias”, diz. “Em contrapartida, gasta-se R$ 6 com álcool e três folhas de estêncil para fazer mil cópias em um duplicador”, diz Paludo. Cerca de 10% do faturamento da Menno deste ano, previsto para R$ 47 milhões, deve vir dos mimeógrafos, que custam R$ 320. O carro-chefe da companhia são os fragmentadores de papel e os módulos gaveteiros para dinheiro. Mas isso não significa que a Menno deixou os mimeógrafos de lado. “Encomendamos a uma universidade um novo modelo”, diz Paludo, sem revelar detalhes.

A especialidade da fabricante de eletrodomésticos Arno nunca foi a enceradeira, produto da década de 1950 que tem vendas restritas a 30 mil unidades ao ano no Brasil. Mas a empresa dividia o mercado local com a Electrolux, que deixou o segmento este ano. Procurada, a Electrolux não se pronunciou até o fechamento desta edição. “Como somos os únicos a vender agora, pretendemos dobrar de volume em 2008″, diz o gerente da Arno Adriano Toledo. Segundo ele, há um público fiel no interior do país, especialmente no Sul. “Gente cujos costumes não mudam e que prefere o brilho da enceradeira ao de qualquer cera instantânea”, diz.

A familiaridade dos usuários com acessórios mais antigos é a aposta da Videolar, dona das marcas EMTEC e Nipponic, para manter a produção de disquetes, fitas cassete e fitas VHS, mesmo quando prepara a sua entrada no mercado de pen drives. “O disquete é mais ‘amigável’ para a gravação de dados do que os CDs e DVDs”, diz o gerente comercial da Videolar, Maurício Manzato. Mas a capacidade de armazenamento é o que impera: enquanto vende 45 milhões de CDs e DVDs por mês, a Videolar atende uma demanda mensal de só 1,2 milhão de disquetes. “Ainda assim é um patamar considerável”, afirma Manzato. “Enquanto há mercado, há produto”.

Nas fitas VHS, o que garante a venda da Videolar é o parque instalado de videocassetes. “O brasileiro não joga eletrônico no lixo”, diz o executivo. “Quem teve vídeo ainda mantém o aparelho e compra insumos”, afirma Manzato, que conta alguns aspectos pitorescos da venda de fita cassete. “Boa parte dos caminhoneiros que viaja pelo interior do país prefere as fitas aos CDs por causa das estradas esburacadas, que não permitem a acústica sem interrupções”.

Nos escritórios, os aparelhos de fax vêm resistindo bem, apesar do avanço da internet e dos multifuncionais - que reúnem impressora, copiadora, scanner e fax e são abastecidos por sulfite. Na Maxprint, que produz suprimentos de informática e material de escritório, a venda de bobinas de fax deve crescer 15% este ano, depois de aumentar 9% em 2007. Mais uma vez, o custo de manutenção mais baixo é determinante, raciocínio que também justifica a maior demanda por formulários contínuos, usados nas antigas impressoras matriciais, que cresceram 32% em 2007 e devem vender 15% a mais este ano. Cerca de 5% da receita da Maxprint em 2008, estimada em R$ 219 milhões, deve vir desses produtos.

São itens comuns em órgãos públicos e mesmo em empresas privadas, principalmente do Norte e Nordeste, que não atualizaram seu parque tecnológico. “Nossa venda de almofada para carimbo e papel carbono cresceu 7% e 4%, respectivamente, em 2007″, diz Iara Espíndola, gerente de marketing da Nagem, varejista de material de escritório, com 16 lojas no Nordeste. “Não fizemos nenhum esforço de marketing para isso”, afirma.

No Brasil, o mercado de almofadas de carimbo é dominado pela octogenária Pilot, do Japão. A empresa tem uma participação de 85%, diz o gerente comercial, Roberto Koga. “Devemos fechar o ano com 360 mil unidades, mesmo patamar desde 2006″, diz. Lançada em 1974, a almofada de carimbo têm consumidores fiéis em escritórios de pequeno e médio porte e órgãos públicos. Por isso, a Pilot nem cogita a a produção do modelo mais novo de carimbo, que já vem com refil de tinta, afirma Koga. “Vamos continuar porque o patamar de vendas é interessante”.

Veículo: Valor Econômico

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Dispositivo de 500 Gbytes baixa torrent

13 Agosto 2008

O Netgear ReadyNAS Duo RND2150, fabricado pela empresa Netgear, é um dispositivo com muitas utilidades além do simples armazenamento/backup de dados.

Equipado com um disco SATA de 500 Gbytes, ele ainda oferece um espaço livre para a instalação de mais um disco rígido dos tipos SATA ou SATA II. Dessa forma, existe a possibilidade de aumento na capacidade de armazenamento.

O ReadyNAS Duo tem 256 Mbytes de memória RAM e 64 Mbytes de memória flash para uso exclusivo do seu sistema.

Ele pode ser usado em redes com máquinas com Windows, Linux ou Mac. Também pode se comunicar com dispositivos DLNA, como os consoles Xbox 360 e PS3.

BitTorrent

Conectado a uma rede de pequeno porte, na casa ou no escritório, o dispositivo permite que o usuário armazene e compartilhe seus arquivos como músicas, fotos e filmes, liberando assim espaço no micro.

O equipamento também oferece um cliente BitTorrent. Dessa forma, o usuário não precisa deixar seu computador ligado para terminar de baixar um arquivo torrent. O produto tem também um servidor iTunes instalado.

Mas todas essas coisas podem ser encontradas em outros dispositivos NAS. O diferencial do ReadyNAS Duo é a quantidade de opções para proteger seus dados.

Ao instalar um novo disco rígido, o ReadyNAS Duo faz automaticamente o espelhamento do disco já existente por meio da tecnologia X-RAID, desde que o segundo disco tenha a capacidade do primeiro. O usuário pode escolher fazer um backup de seus dados armazenados no ReadyNAS Duo simplesmente apertando um botão, depois de conectar um dispositivo de armazenamento na porta USB frontal do equipamento. É possível configurar quais pastas serão copiadas nessa operação.

Utilizando o software NTI Shadow (que acompanha o produto), é possível agendar os backups dos dados do micro. Existe a opção de manter várias versões dos arquivos, gerando cópias conforme os dados são alterados.

Instalação

Para instalar o equipamento, é necessário assegurar que o roteador da rede ao qual ele será ligado esteja configurado para providenciar automaticamente um endereço IP aos dispositivos que são conectados. A instalação do equipamento é simples, basta ligá-lo à energia e ao roteador com um cabo Ethernet, apertar o botão Power e esperar a luz azul parar de piscar.

Configuração e uso

Toda a configuração é feita por meio do navegador instalado no computador. Para facilitar essa operação, o usuário pode instalar o aplicativo ReadyNAS RAIDar, presente no CD.

Esse aplicativo irá detectar o aparelho e fornecer um botão, que deve ser clicado para abrir a página do navegador para configuração. Utilizando o Setup Wizard disponível nessa página, o usuário é direcionado para uma configuração básica do ReadyNAS Duo.

O processo de instalação demora cerca de 20 minutos.

Conclusão

O ReadyNAS Duo é uma boa alternativa para quem quer um servidor de arquivos, principalmente músicas, vídeos e fotos.

As alternativas para proteger os dados são boas. O conjunto faz com que seja muito difícil o usuário perder os seus documentos, qualquer que seja o problema.

Isso torna o ReadyNAS Duo uma ótima opção para proteção dos dados em pequenos escritórios ou para quem trabalha em casa com grandes volumes de dados. A fácil instalação também é um destaque. O preço sugerido (R$ 1.500 no Brasil) ainda é alto, o que prejudica a relação custo/benefício.

Veículo: Folha de S.Paulo

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Interligado

11 Agosto 2008

A InterSystems do Brasil, especializada na gestão de informação na área médica, amplia a venda de um sistema que permite a integração de dados sobre pacientes, exames, número de leitos e faturamento de hospitais e centros de saúde. A empresa deve terminar em dois anos o serviço no Distrito Federal e fechou contrato de US$ 11 milhões com um braço do Ministério da Saúde do Chile. “A realidade da saúde pública do Brasil não é diferente de países emergentes”, diz Carlos Eduardo Nogueira, diretor para a América Latina da empresa, que negocia com China, Índia, Peru e Rússia

Fonte: Folha de São Paulo
Veja a nota aqui.

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Datasul trabalha para convencer minoritários sobre fusão com Totvs

8 Agosto 2008

A corrida começou. A Datasul está trabalhando diariamente para explicar aos investidores as razões para aprovar a fusão com a Totvs. A companhia teve reuniões com acionistas relevantes em São Paulo e na Europa. Além disso, já deixou disponível a procuração de voto para a assembléia do dia 19 de agosto, que tratará da operação.

Conseguir aval dos minoritários na assembléia é tarefa essencial para a empresa, uma vez que eles determinarão o sucesso ou o fracasso da transação. A operação é a primeira união de duas companhias sem controlador, o que torna o negócio novo para o mercado brasileiro. O normal no país era que o dono decidir vender a empresa, a despeito da vontade e opinião dos minoritários.

A fusão pretendida criará a maior companhia de software do Brasil, a segunda da América Latina e a nona no ranking global. Juntas, as companhias teriam receita líquida anual de R$ 700 milhões e valor de mercado estimado em R$ 1,6 bilhão.

Como não é dono absoluto da Datasul, seu fundador, Miguel Abuhab, terá de convencer os demais acionistas de que se trata de um bom negócio. Ele possui cerca de 35% do capital da companhia junto com alguns conselheiros e precisa de, no mínimo, investidores com mais 15% da empresa. A união depende da aprovação de acionistas com 50% do capital mais uma ação.

Já para o investidor, trata-se de uma realidade diferente. Acostumado a ter de buscar problemas estruturais para levar queixas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) quando não se sentia atendido em suas expectativas econômicas, o acionista minoritário pode, agora, simplesmente discordar da operação. Não é mais necessário que existam problemas. A transação pode apenas não ser interessante, o que justificaria um voto contrário. O minoritário do Novo Mercado tem ações que lhe dão poder de voto e papel relevante na definição dos negócios, especialmente quando se tratar de empresa sem controlador.

Nesse mundo novo, a arma mais eficiente do minoritário descontente é a lista de acionista. Ele pode tentar criar um grupo que compartilhe de seu entendimento e tenha força para pressionar por eventuais mudanças na operação. Esse é o chamado ativismo dos minoritários, amplamente difundido em mercados desenvolvidos.

No entanto, os minoritários brasileiros ainda precisam se acostumar a esse cenário. Na opinião de Edison Garcia, superintendente da Associação dos Investidores do Mercado de Capitais (Amec), os acionistas domésticos estão mais atentos, mas ainda muito distantes do ativismo internacional. “Precisamos caminhar bastante.”

Ele ressalta que o país está vivendo uma série de novas situações no mercado de capitais nos últimos anos. “Agora, vamos começar a testar na prática uma série de mudanças teóricas que implantamos com o Novo Mercado.”

Fernando Carneiro, representante no Brasil do Altman Group, empresa especializada em serviços de voto, explica que a comunicação entre os acionistas, quando há uma operação relevante como a de Datasul e Totvs, é rotina já incorporada fora do país. Principalmente, porque a maioria das transações envolve companhias sem controlador definido, nos Estados Unidos e na Europa - como é o caso do negócio das empresas de software.

A Datasul, ciente desse ambiente, terá de falar com um público bastante heterogêneo. De acordo com Paulo Caputo, diretor de desenvolvimento de novos negócios da companhia, cerca de 15% das ações em circulação no mercado estão nas mãos de pessoas físicas. São nada mesmo do que 1,4 mil investidores individuais (CPFs) e 167 fundos e pessoas jurídicas (CNPJs). Do total disperso em bolsa, metade está com estrangeiros.

A empresa têm ainda uma dificuldade adicional na comunicação com os acionistas internacionais. Não pode promover nenhum tipo de divulgação nos Estados Unidos. Pelas regras da Securities and Exchange Commission (SEC, o regulador americano), a operação poderia ser considerada uma oferta de valores mobiliários, pois envolve troca de ações com a Totvs, o que demandaria a obtenção de um registro com o regulador.

Embora levar informação a todos seja importante, a companhia tem um grupo de acionistas relevantes que, sozinhos, poderiam garantir a Miguel Abuhab a maioria necessária para aprovação da transação. Juntos, os gestores de recursos HSBC Global Investments, Merrill Lynch (BlackRock), Granham, Mayo, Van Otterloo & Co. e Legg Mason possuem 30% do capital da Datasul. Metade desses investidores é suficiente para, com o fundador, aprovar o negócio com a Totvs.

Ainda assim, não há como ignorar o restante da base acionária. A fatia do capital pulverizada em investidores com pequenas participações é relevante: 36,8% das ações estão dispersas em pequenos grupos ou pessoas físicas.

Para a união, a Datasul foi avaliada em cerca de R$ 700 milhões. Os seus acionistas receberão parte desse valor, R$ 480 milhões, em dinheiro e o restante em ações da Totvs, que será a empresa resultante. A idéia é que, com essa fatia da companhia resultante, os acionistas possam participar dos benefícios da fusão. Ao final, após receberem a parcela em dinheiro, os investidores originais da Datasul terão o equivalente a 14,3% da nova companhia.

Nos bastidores, a transação trouxe debates. Não houve satisfação generalizada com o modelo do negócio, que passará pela incorporação das ações da Datasul por uma subsidiária da Totvs de capital fechado.

O valor atribuído à Datasul também ficou aquém das expectativas de alguns acionistas. Houve investidores - grandes e pequenos - que ensaiaram a possibilidade de formação de um grupo contra a transação. A média de preços-alvo calculado por dez analistas de instituições nacionais e internacionais, segundo a base dados da Bloomberg, apontam um valor de R$ 850 milhões à Datasul.

Entretanto, a lógica da fusão está clara aos investidores. Por isso, mesmo não inteiramente contentes com o valor, não há sinais de que a votação seja negativa. O aval ao negócio deve vir da aposta de que, juntas, as empresas valerão mais e esse ganho se refletirá nas ações da companhia resultante.

As assembléias das empresas, além de iniciarem uma nova era para o minoritário no Brasil, também trarão outra novidade. Será a primeira reunião de tal importância após o início da vigência do código da Associação dos Bancos de Investimentos (Anbid) que pede que os fundos votem em assembléias cujos temas envolvam assuntos de grande relevância.

Veículo: Valor Econômico

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No 2º- tri, Datasul tem faturamento recorde

8 Agosto 2008

A Datasul SA , multinacional brasileira de software de gestão empresarial integrada, anuncia os resultados do segundo trimestre de 2008. Sua receita operacional líquida atingiu R$ 75 milhões, 39% maior que o mesmo período do ano anterior, com crescimento orgânico superior a 20%. A geração de margem Ebitda (lucro antes do pagamento de juros, impostos, depreciações e amortizações) alcançou 23%, ante 21,3% no mesmo trimestre de 2007, resultado dos contínuos ganhos de sinergias obtidos com a expansão e a alavancagem das operações. O Ebitda somou R$ 17,2 milhões, com expansão de 50% em comparação ao mesmo período de 2007. O lucro líquido ajustado totalizou R$ 13,4 milhões no trimestre, frente a R$ 8,8 milhões no mesmo período do ano anterior, o que representa um salto de 51%.

“Os números comprovam a assertividade de nossa estratégia de crescimento e gestão. Além disso, recentemente foi apresentada ao mercado uma proposta de unificação de Datasul com Totvs. A união das duas operações possibilitará o surgimento de uma operação mais competitiva, dada a complementaridade das vantagens estratégicas de ambas as companhias, podendo resultar em uma estrutura mais eficiente, com potencial de crescimento de vendas e de economia nas despesas combinadas, além de possibilitar o aumento da rentabilidade da operação unificada”, destaca Mônica Molina, diretora de relações com investidores da companhia.

No período, a receita recorrente representou 72% e totalizou R$ 54 milhões, somando-se a manutenção mensal com subscrição, o que contribui para a estabilidade de geração de caixa. A receita líquida de licença de uso foi de R$ 11 milhões, 16% maior que o mesmo trimestre do ano anterior, já que parte das novas vendas ocorreu na modalidade de subscrição. O caixa líquido gerado pelas operações foi positivo e, ao final deste trimestre, o saldo de caixa da companhia totalizava R$ 108,9 milhões.

A Datasul encerrou o segundo trimestre de 2008 com 3.500 clientes ativos, 21% superior ao total do mesmo período em 2007, e 73 franquias, ante 53 no segundo trimestre do ano passado. Foram criadas 10 franquias destinadas a comercializar soluções especialistas, sejam elas horizontais - fiscais e serviços de TI - ou verticais - agroindústria, saúde e serviços financeiros.

Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento totalizaram R$ 9 milhões, representando 12,5% da receita operacional líquida, em linha com a média histórica. Concentraram-se principalmente nas empresas adquiridas, nos produtos localizados para os demais países da América Latina e na nova geração de produtos Datasul By You, software de gestão empresarial que pode ser acessado em qualquer lugar do mundo, via internet.

O lançamento do Datasul By You, utilizando-se das tecnologias e conceitos mais avançados do mercado, as modalidades alternativas de entrega de soluções e o fortalecimento de seus canais de distribuição visam a manter e potencializar as vantagens competitivas da Datasul.

Durante o segundo trimestre de 2008, a receita líquida de subscrição foi de R$ 16,1 milhões, frente aos R$ 2,6 milhões no mesmo período do ano anterior, uma expansão de 525%. Essa linha de receita é constituída pelas vendas do Datasul Start (solução para pequenas e médias empresas), aquelas prestadas na modalidade ASP (Application Service Provider) e SaaS (software como serviço), aluguel de software, além de parte das receitas da Datasul Educação Corporativa, da YMF, da Tools e da Soft Team. Nessas modalidades, as licenças de uso, manutenção e serviços agregados são convertidas em mensalidades e reconhecidas ao longo de todo o contrato, transformando-se em receita recorrente. “Este resultado comprova a demanda por soluções no modelo de software como serviço”, finaliza Mônica.

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Lucratividade cresce após acomodação de aquisições

8 Agosto 2008

No último resultado que deve apresentar sozinha, antes da fusão com a Totvs, a Datasul trouxe aumento do lucro e retomada da expansão das margens, após a acomodação das 10 aquisições que a empresa fez desde que listou ações na Bovespa. O lucro líquido do segundo trimestre chegou a R$ 11,2 milhões, após crescimento de 47,9%. Na comparação anual, a lucratividade subiu de 14% para 15%.

A companhia, por enquanto, não sentiu qualquer sinal de desaquecimento econômico que vem assombrando os mercados internacionais . Ao contrário, o desempenho surpreendeu pela força da atividade no segmento que, normalmente, têm aumento maior de vendas no segundo semestre do ano. De abril a junho, a receita líquida evoluiu 49,2% na comparação com igual período do ano passado e alcançou o recorde de R$ 75 milhões.O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização teve aumento de 50%, para R$ 17,2 milhões, acompanhando a evolução das receitas. A margem subiu de 21,3% para 23%. Mônica Carvalho Molina, diretora de relações com investidores da empresa, explicou que é o primeiro trimestre que a margem mostra expansão, desde que a Datasul iniciou o processo de absorção das aquisições. Os ganhos de escala e as sinergias estão se concretizando. Além disso, a expansão dos negócios originais da Datasul se acentuou, o que ajudou a diluir estruturas de custos de outras companhias.

A escala que a empresa vem obtendo ajudou a compensar o aumento de despesas, causadas pelo esforço para o crescimento. As despesas com pesquisa e desenvolvimento foram ampliadas em mais de 46%, para R$ 9,3 milhões, e os gastos com vendas, propaganda e marketing subiram 11%, para R$ 4,8 milhões. Mônica explica que esses dois itens refletem, basicamente, os desembolsos na criação de novos produtos e na ampliação dos canais de venda.

Além do desempenho operacional, a lucratividade da Datasul contou com um componente tributário. A empresa se benefício de programas específicos de seu segmento de atuação e, além disso, tem economias vindas da amortização de ágio das recentes aquisições. As despesas com amortização de ágio de aquisição totalizaram R$ 3,5 milhões no segundo trimestre, representando aumento de 84% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Assim, o desembolso com o fisco, a despeito do crescimento, caiu de R$ 3,6 milhões para R$ 3,2 milhões.

Enquanto aguarda o resultado da assembléia que definirá a fusão com a Totvs, a Datasul congelou possíveis aquisições que vinham sendo avaliadas. “Não faz sentido fazer isso agora. Mas juntas, as companhias terão caixa para continuar esse processo”, afirmou Mônica. No encerramento de junho, a empresa tinha R$ 108 milhões em caixa. De acordo com a executiva, o caixa combinado das companhias ficará perto de R$ 200 milhões.

Veículo: Valor Econômico

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Wi-fi bom e barato

8 Agosto 2008

Será que terei problemas se comprar o roteador mais barato da loja? Muita gente fica com essa dúvida quando vai montar uma rede Wi-Fi doméstica ou para uma pequena empresa. Pagando pouco, você não terá nas mãos um produto preparado para redes 802.11n, nem com portas gigabit, nem conectores USB para compartilhar a impressora ou unidades de armazenamento. Mas esses aparelhos cumprem a função básica de conectar micros e compartilhar o acesso à internet.

O INFOLAB testou oito roteadores com preços até 200 reais, das marcas Belkin, 3COM, D-Link, Intelbras, Linksys, Netgear, TP-Link e Trellis. Todos funcionam no padrão 802.11b/g, têm velocidade nominal de 54 Mbps e portas Fast Ethernet (10/100 Mbps). Têm firewall e protocolos de segurança WEP, WPA e WPA2.

As diferenças entre os aparelhos aparecem na velocidade de transmissão de dados pelo Wi-Fi e a taxa de transferência de dados em duas situações: com um micro próximo ao roteador e com esse mesmo micro posicionado a 30 metros dele, num ambiente de escritório com divisórias. Em cada ponto foram feitas 10 medições. A Escolha INFO fica com o WRG614, da Netgear, que teve a melhor avaliação técnica no teste.

O WRG614, da Netgear, destaca-se entre os roteadores de baixo custo pelo bom desempenho geral. No INFOLAB, sua taxa de transferência via Wi-Fi, de 22,4 Mbps, foi uma das mais altas entre os produtos dessa categoria. No teste de transferência de arquivo à distância de 30 metros, ele funcionou bem, levando 319 segundos para transmitir um vídeo de 731 MB. A potência do sinal continuou alta, em 90%. A interface de configuração via browser do WRG614 é ágil e prática. É possível ativar um filtro de URL e receber avisos por e-mail quando há tentativa de acessos por e-mail quando há tentativa de acessos a sites bloqueados. Em comparação aos concorrentes, o roteador da Netgear é um dos que tem visual mais caprichado.

Veja a matéria aqui.

Veículo: Revista INFO

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Plano & Plano foca em projetos econômicos

30 Julho 2008

O engenheiro Rodrigo Uchôa Luna é um daqueles casos de empreendedores brasileiros que a partir de uma vocação familiar - seu pai trabalhava na construtora Gomes de Almeida Fernandes - começou um negócio promissor, a incorporadora Plano & Plano Construções. Tão promissor que em 2006 teve 79% de seu capital comprado pela Cyrela Brazil Realty, deixando Luna como sócio minoritário, com 21% do negócio. E com mais disposição ainda para fazer crescer o negócio.

Capitalizada, a empresa vive um momento muito diferente da época de sua fundação. “A Plano & Plano nasceu com uma mesa, um computador e uma secretária eletrônica”, conta Luna. A idéia era prestar serviços em construção, montando incorporações, em um mercado basicamente focado em empreendimentos de alto padrão. Desde a sua fundação a empresa já construiu 140 mil m entre torres residenciais, condomínios horizontais, obras hospitalares, universidades, indústrias, bancos e corretoras. E segundo Luna, não é arriscado dizer que 99% das empresas de construção nasceram voltadas para o alto padrão. “Nas décadas de 80 e 90 não se produziu habitação popular e econômica de qualidade, porque não tínhamos instituições financeiras que viabilizassem esses projetos.” Bem diferente de agora.

Com a expansão do crédito imobiliário, a estratégia da empresa passa a ser voltada para o segmento de empreendimentos econômicos, nas região do ABCD, Barueri, Osasco, Grande São Paulo, zona leste e sul da capital. E não se trata de apenas uma determinação da empresa controladora. “A Cyrela trouxe capital, visibilidade, vivência e perspectiva de crescimento. É um acordo de longuíssimo prazo, mas a Plano & Plano não está sendo engolida. Vivemos um modelo de consolidação em que os acionistas, estrategicamente, somam e multiplicam os esforços”, avalia Luna.

A meta da empresa é focar naquilo que o mercado precisa”. Neste ano, a Plano & Plano vai lançar R$ 800 milhões em projetos, no total de 5,5 mil unidades. Esse valor muito superior aos R$ 300 milhões lançados em 2007. E só para se ter uma idéia da velocidade de crescimento, em 2006, quando foi firmada a parceria com a Cyrela, a Plano & Plano previa lançar R$ 97,3 milhões em novos empreendimentos. Em 2005, a empresa lançou R$ 52,6 milhões e suas vendas totalizaram R$ 23,2 milhões. “Desde o ano passado, nossa meta é quadruplicar o negócio com foco em lançar R$ 1 bilhão em novos empreendimentos por ano”, conta Luna, ressaltando que 80%, voltados para o segmento econômico.

Para atingir essa meta, a empresa criou duas marcas: Fatto (econômico) e Marcco (super econômico). Um dos mais recentes empreendimentos, Fatto Show São Bernardo, no Grande ABCD, é considerado um case de vendas. Com 672 unidades, nesta fase de lançamento, o condomínio foi lançado há pouco mais de dois meses e já está 77% comercializado.

Trata-se de apartamentos entre 53,15 m a 136,74 m, e preço por unidade entre e R$ 172,9 mil a R$ 354,5 mil, com toda estrutura dos mais modernos condomínios: salões de festa, salão de jogos, brinquedoteca, fitness, espaço gourmet, piscina infantil, playground, piscina adulto com raia e deck molhado, quadra recreativa, churrasqueira com forno de pizza, solarium, prainha e pátio fitness. O diferencial, no entanto, fica por conta da forma de pagamento, em até 360 vezes em parceria com bancos. “Vamos concluir as vendas em no máximo dois meses”, garante.

Segundo Luna, é a faixa de renda dos clientes que determina o tipo de empreendimento. “O Brasil ainda não tem recursos para produzir habitação para o público com renda abaixo de quatro salários mínimos”, afirma. “Nós temos produtos para renda entre cinco e quinze salários mínimos.”

A Plano & Plano também está aproveitando a parceria com a Cyrela para investir em outras regiões. Em parceria com a Cyrela, a empresa já tem um banco de terrenos da ordem de R$ 1 bilhão em Natal. “Estamos desenvolvendo projetos populares que se adequem ao perfil da região”, diz. (Regiane de Oliveira - Gazeta Mercantil)

Veículo: InvestNews

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Plano & Plano foca em projetos econômicos

30 Julho 2008

O engenheiro Rodrigo Uchôa Luna é um daqueles casos de empreendedores brasileiros que a partir de uma vocação familiar - seu pai trabalhava na construtora Gomes de Almeida Fernandes - começou um negócio promissor, a incorporadora Plano & Plano Construções. Tão promissor que em 2006 teve 79% de seu capital comprado pela Cyrela Brazil Realty, deixando Luna como sócio minoritário, com 21% do negócio. E com mais disposição ainda para fazer crescer o negócio.

Capitalizada, a empresa vive um momento muito diferente da época de sua fundação. “A Plano & Plano nasceu com uma mesa, um computador e uma secretária eletrônica”, conta Luna. A idéia era prestar serviços em construção, montando incorporações, em um mercado basicamente focado em empreendimentos de alto padrão. Desde a sua fundação a empresa já construiu 140 mil m entre torres residenciais, condomínios horizontais, obras hospitalares, universidades, indústrias, bancos e corretoras. E segundo Luna, não é arriscado dizer que 99% das empresas de construção nasceram voltadas para o alto padrão. “Nas décadas de 80 e 90 não se produziu habitação popular e econômica de qualidade, porque não tínhamos instituições financeiras que viabilizassem esses projetos.” Bem diferente de agora.

Com a expansão do crédito imobiliário, a estratégia da empresa passa a ser voltada para o segmento de empreendimentos econômicos, nas região do ABCD, Barueri, Osasco, Grande São Paulo, zona leste e sul da capital. E não se trata de apenas uma determinação da empresa controladora. “A Cyrela trouxe capital, visibilidade, vivência e perspectiva de crescimento. É um acordo de longuíssimo prazo, mas a Plano & Plano não está sendo engolida. Vivemos um modelo de consolidação em que os acionistas, estrategicamente, somam e multiplicam os esforços”, avalia Luna.

A meta da empresa é focar naquilo que o mercado precisa”. Neste ano, a Plano & Plano vai lançar R$ 800 milhões em projetos, no total de 5,5 mil unidades. Esse valor muito superior aos R$ 300 milhões lançados em 2007. E só para se ter uma idéia da velocidade de crescimento, em 2006, quando foi firmada a parceria com a Cyrela, a Plano & Plano previa lançar R$ 97,3 milhões em novos empreendimentos. Em 2005, a empresa lançou R$ 52,6 milhões e suas vendas totalizaram R$ 23,2 milhões. “Desde o ano passado, nossa meta é quadruplicar o negócio com foco em lançar R$ 1 bilhão em novos empreendimentos por ano”, conta Luna, ressaltando que 80%, voltados para o segmento econômico.

Para atingir essa meta, a empresa criou duas marcas: Fatto (econômico) e Marcco (super econômico). Um dos mais recentes empreendimentos, Fatto Show São Bernardo, no Grande ABCD, é considerado um case de vendas. Com 672 unidades, nesta fase de lançamento, o condomínio foi lançado há pouco mais de dois meses e já está 77% comercializado.

Trata-se de apartamentos entre 53,15 m a 136,74 m, e preço por unidade entre e R$ 172,9 mil a R$ 354,5 mil, com toda estrutura dos mais modernos condomínios: salões de festa, salão de jogos, brinquedoteca, fitness, espaço gourmet, piscina infantil, playground, piscina adulto com raia e deck molhado, quadra recreativa, churrasqueira com forno de pizza, solarium, prainha e pátio fitness. O diferencial, no entanto, fica por conta da forma de pagamento, em até 360 vezes em parceria com bancos. “Vamos concluir as vendas em no máximo dois meses”, garante.

Segundo Luna, é a faixa de renda dos clientes que determina o tipo de empreendimento. “O Brasil ainda não tem recursos para produzir habitação para o público com renda abaixo de quatro salários mínimos”, afirma. “Nós temos produtos para renda entre cinco e quinze salários mínimos.”

A Plano & Plano também está aproveitando a parceria com a Cyrela para investir em outras regiões. Em parceria com a Cyrela, a empresa já tem um banco de terrenos da ordem de R$ 1 bilhão em Natal. “Estamos desenvolvendo projetos populares que se adequem ao perfil da região”, diz.

Link

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Plano & Plano vai lançar R$ 800 milhões em projetos

30 Julho 2008

Ainda garoto, Rodrigo Uchôa Luna vivia nos estandes de venda da construtora Gomes de Almeida Fernandes, onde seu pai trabalhava. Nesse ambiente cresceu o futuro engenheiro Luna. Anos mais tarde, montou a própria empresa, a Plano & Plano, com apenas uma mesa e um computador. Em 2006, o empresário tornou-se sócio da Cyrela Brazil Realty. Resultado: a empresa multiplicou o valor de lançamento por oito. Espera obter R$ 800 milhões neste ano. Parte do sucesso deve-se ao segmento econômico, com a qual começou a operar, ao deixar o da classe A.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.

Veículo: Gazeta Mercantil

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A cirurgia plástica do mercado imobiliário

28 Julho 2008

Por Renê Braga, engenheiro responsável da Spazio K, empresa do Grupo Kauffmann

Com a retomada do mercado imobiliário em meados de 2005 quando a Bolsa de Valores de São Paulo listou a primeira empresa do setor e de lá para cá as linhas de crédito aumentaram, os prazos dos financiamentos se estenderam e as taxas de juros caíram, iniciou-se uma verdadeira explosão de lançamentos para todas as faixas de renda, e com isso os empreendimentos mais antigos tornaram-se menos atraentes aos olhos do comprador.

Levados também pelo forte crescimento urbano registrado nos últimos anos e que impulsionou os moradores das grandes metrópoles passarem mais tempo em casa, preocupados com a violência e com o intenso tráfego, os imóveis usados só viram seu valor de mercado e suas vendas despencarem. Só em São Paulo a venda deste tipo de imóvel, em maio desse ano, registrou uma retração de 13,01% reforçando o histórico de queda.

Na tentativa de reverter à situação os itens de lazer tornam-se fundamentais na decisão da compra. Surgem os condomínios clube com varandas gourmets, academias, garage band, bosque privativo, piscina com ondas artificiais, pipi dog, entre outras opções que ameaçam a atratividade dos imóveis idealizados quando ainda podia-se brincar de pega-pega pelas ruas.

Neste cenário e com a dificuldade de aumentar a área comum dos empreendimentos, os proprietários e interessados em trocar de imóvel aderiram ao que o mercado chama de lifting construtivo, ou seja, elevar a atratividade do empreendimento para que seu valor de mercado seja mantido ou até mesmo valorizado.
Muitos condomínios erguidos nas primeiras regiões paulistanas a se verticalizarem como Jardins, Centro, Higienópolis e Pinheiros, já foram submetidos à cirurgia plástica imobiliária e sofreram uma verdadeira repaginação que os devolveu ao mercado.

Contudo, a opção pelo lifting não é tarefa das mais fáceis, visto que envolve a decisão de muitos proprietários e a prática não é tão difundido por aqui, quanto em mercados maduros como o americano e europeu.

Para não haver problemas na hora da elaboração e execução do projeto é importante levar-se em consideração alguns cuidados, como por exemplo, a contratação da empresa responsável pela mão-de-obra e a finalidade da repaginação.

É comum deparar-se com empreendimentos bem localizados, com espaçosos apartamentos, mas sem varanda, sem área de lazer, com guaritas que não fazem mais sentido ou ainda uma piscina em local que deixou de receber a luz do sol e por isso é pouco utilizada.

A solução tem sido o investimento em adaptações que podem vir desde a construção de uma estrutura que trará a tão deseja varanda, a compra do terreno vizinho como forma de ampliar a área de lazer ou a instalação de uma cobertura e aquecedor que trará de volta a piscina para o dia-a-dia do condomínio. Todas estas soluções, sem dúvida farão com que o imóvel receba um novo fôlego dentro do mercado já que hoje, alguns itens de lazer tornaram-se commodities e quem não aderir à onda será levado por ela.

O fato é que mais do que arrumar a fachada e aparar a grama, os empreendimentos que não se atualizarem com a demanda do mercado, estão fadados a verem seu valor venal despencar e o investimento para uma retomada na valorização subir a patamares incompatíveis a vida financeira do condomínio.

Artigo publicado no jornal O Estado de S.Paulo

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Venda de papel ainda cresce na era digital

1 Julho 2008

As assinaturas de “imprima apenas o necessário” no pé das mensagens de e-mail não têm tido muito efeito. Os bancos, as operadoras de cartão de crédito e as demais prestadoras de serviço vêm se esforçando em convencer o cliente a receber sua fatura online, mas a maioria ainda prefere o papel e, mesmo que aceite o meio digital, acaba imprimindo o comprovante. A despeito de toda a patrulha ecológica e das facilidades para se armazenar dados em CDs, DVDs e pen drives, a venda de papel sulfite, o mais usado para impressão, só faz crescer.

Nos últimos cinco anos, segundo a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), o consumo de papel para imprimir e escrever aumentou 24%, para 2,113 milhões de toneladas em 2007, sendo o sulfite o mais usado. Na opinião de fabricantes, varejistas e distribuidores, a venda de sulfite cresce a reboque da popularização dos computadores e das impressoras. Com a internet, o público tem acesso a um volume de informações nunca visto antes - mas o tempo para ler este material continua restrito às 24 horas do dia. Daí a solução é imprimir para ler mais tarde.

“O sulfite é uma mídia barata e de grande portabilidade, que está sendo alavancada pelas novas tecnologias”, afirma Nilson Cardoso, diretor comercial da International Paper (IP), fabricante das marcas Chamex e Chamequinho, que lideram o mercado no Brasil. Os produtos são o carro-chefe da IP, respondendo por 65% da produção anual da companhia, que também fabrica papel para livros e cadernos. Em 2008, a empresa pretende aumentar suas vendas de sulfite em 8%.

E para garantir que a ecologia não será empecilho, a IP redesenhou as embalagens da linha Chamex, procurando destacar que os papéis são feitos a partir de florestas de eucalipto 100% plantadas e renováveis. “Não derrubamos matas nativas”, esclarece Cardoso. A iniciativa foi tomada depois de a IP detectar em pesquisas que parte dos consumidores pensava duas vezes antes de imprimir por temer prejudicar o meio ambiente.

Se depender da Kalunga, a ação já funcionou. A empresa é dona da maior rede do país em papelaria e material de escritório, com 52 lojas que atendem tanto pessoas físicas quanto jurídicas, e vende exclusivamente as marcas da IP. Este ano, sua previsão de aumento de vendas é de 10%. “O papel sulfite é nosso principal produto, em meio a um portfólio de mais de 15 mil itens”, afirma Abílio de Paula Fernandes, gerente de suprimentos da Kalunga.

Na Officenet, que pertence à americana Staples e no Brasil lidera o fornecimento de material de escritório para pequenas e médias empresas, o sulfite responde sozinho por 25% do faturamento da empresa. “Este ano, as vendas devem saltar 50%”, diz o gerente de marketing, Roberto Domingues. Mesmo com o aumento de 7 mil para 10 mil itens no mix da empresa nos últimos dois anos, o sulfite continua sendo o mais importante, diz o executivo da Officenet, que atende 12 mil escritórios por mês.

Para manter a fidelidade dos clientes de sulfite, a Officenet tem feito promoções com a líder IP: a cada quatro caixas de papel, de 40 resmas com 500 folhas cada uma, o cliente ganha um par de ingressos para o cinema. “Este é o consumo médio mensal de uma empresa de 10 a 20 funcionários”, comenta Domingues. “O consumidor ainda não tem confiança de guardar tudo no meio digital”, diz ele, que tem entre 7% e 10% das suas vendas nos meios de armazenamento digital, como CDs, DVDs, pen drives e HDs externos.

Boa medida do sucesso do papel vem da venda de impressoras. Entre 2005 e 2007, enquanto a venda de computadores e notebooks cresceu 70%, para 10,7 milhões de unidades, a de impressoras subiu 82%, para 4 milhões, segundo a consultoria IDC Brasil.

Na Maxprint, fabricante de suprimentos de informática que também distribui material de escritório, a venda de cartuchos de tinta deve crescer 25% este ano e, as de toner, 50%. “Por mais que venha crescendo o armazenamento digital de dados, as pessoas ainda estão muito acostumadas a ler no papel”, diz Francisco de Andrade, gerente de produtos da Maxprint. Cerca de 35% do faturamento da empresa, que foi de R$ 190 milhões no ano passado, vêm dos cartuchos.

Mas ainda há outros itens no portfólio da Maxprint que chamam a atenção. As bobinas de fax e os formulários contínuos, usados em impressoras matriciais, por exemplo, devem crescer 9% e 32%, respectivamente este ano. Apesar de serem linhas em desuso, ainda têm grande demanda em órgãos públicos e no Nordeste. Perto deles, o sulfite é de vanguarda.

Veículo: Valor Econômico

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TI: escolha para vencer

1 Julho 2008

Ao incentivar as exportações, o governo deu ao setor de TI uma opção para participar da competição global já

A nova política industrial e tecnológica do governo, anunciada em maio, trouxe uma medida valiosa para as empresas de tecnologia da informação (TI). A redução de 20% para 10% da contribuição ao INSS sobre a folha salarial, na proporção do que for exportado, coloca as empresas brasileiras no jogo global da terceirização de serviços de TI. Esse será um mercado de US$ 70 bilhões em 2008 e nele o grande destaque é a Índia, com exportações de US$ 50 bilhões.

O Brasil tem elevada competência em TI, mas os encargos trabalhistas são muito altos. Como o custo médio da mão-de-obra representa 70% do faturamento de uma empresa de software, a incidência desses encargos torna nossas empresas pouco competitivas. O incentivo do governo reduz o “custo Brasil“, mas tem sido criticado por alguns na imprensa e até por algumas vozes do setor de TI. São duas as correntes críticas. A primeira condena políticas setoriais; a segunda se opõe ao foco dado às exportações. Ambas se equivocam.

Talvez o primeiro grupo de críticos estivesse certo em sua defesa de políticas horizontais se o mundo fosse total e irremediavelmente plano. Mas não é. Neste exato momento, há uma guerra fiscal global pela atração dos contratos de TI. São US$ 300 bilhões potencialmente em disputa no mundo, segundo consultorias especializadas e o Banco Mundial.

Podem os críticos das escolhas pelo governo acertar no tocante a não se criar muletas para os empresários competirem. Mas não podem eles ignorar o bem que a “escolha” do governo da Índia fez para os indianos e a economia daquele país, ao criar um exército de 1,6 milhão de programadores que ganham a vida vendendo TI para o mundo. Agora, China, Rússia, México, Argentina, Filipinas e outros mais oferecem incentivos e têm programas para TI. Por que o Brasil deveria ficar alheio a isso?

Não há razão para o Brasil ficar à margem. Temos 45 anos de investimento nesse setor, programadores de qualidade, tradição em serviços financeiros e governo eletrônico e temos também um ótimo posicionamento em termos de fuso horário, relativamente aos EUA e à Europa. Ademais, o mundo procura uma alternativa viável à alta concentração dos negócios de TI na Índia.

A outra vertente crítica alega que o foco em exportações privilegia as grandes empresas. Sustenta que sem um vigoroso mercado interno e uma ampla base de pequenas empresas não há como exportar. Para a Brasscom, não há oposição entre mercado interno e mercado externo. É preciso sim ter um mercado interno robusto e pequenas empresas vicejantes. Mas o jogo global de TI envolve capacidade de entrega, escala. A Índia tem um mercado interno menor do que o do Brasil, mas é líder em exportações. Conseguiu isso com empresas de TI que, hoje, valem bilhões nas Bolsas de Nova York.

Diante de um mercado cada vez mais disputado, se o Brasil não competir globalmente, seu mercado interno e suas empresas é que serão alvo. Em nome de não se escolher “vencedores”, o que poderia de fato acontecer é eleger-se um “perdedor” em área tão sensível. Com o incentivo às exportações, o governo deu ao setor de TI uma opção para participar da competição global já.

Agora, nossas empresas estão mais bem preparadas para enfrentar o desafio de aumentar as exportações de US$ 800 milhões para US$ 5 bilhões, criando 100 mil postos de trabalho até 2011. O Brasil quer e pode ser uma das três melhores opções em TI no mundo.

Antôn io Gil, engenheiro, é presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicações (Brasscom).

Veículo: Folha de S.Paulo

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Conduzindo a rede

17 Junho 2008

Na esteira das previsões de um crescimento vertiginoso das vendas de equipamentos de informática - projeções da consultoria IDC indicam vendas de 13 milhões de unidades em 2008 -, a Netgear espera conquistar uma fatia importante do mercado de soluções para conectividade. “Queremos estar entre os três principais fornecedores do Brasil”, aponta Victor Baez, diretor da fabricante para a América Latina.

Leia matéria na íntegra

Veículo: Channel World

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Parcerias trazem fábricas de software globais para o Brasil

17 Junho 2008

Empresas internacionais voltadas para a terceirização do desenvolvimento e a manutenção de software que não possuem operações no Brasil estão fechando parcerias com brasileiras, a quem vão “quarteirizar” serviços. Os objetivos principais são utilizar a mão-de-obra local como alternativa a serviços que também são prestados a partir de outros países, em especial da Índia, ou como forma de fechar contratos com empresas brasileiras. A indiana Patni Computer Systems e a americana Perot Systems escolheram esse caminho.

Leia matéria na íntegra

Veículo: Gazeta Mercantil

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Aparato tecnológico amplia produtividade durante viagens

12 Junho 2008

A tecnologia móvel contribui decisivamente para o melhor desempenho dos executivos e profissionais que costumam viajar a trabalho. A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Amadeus, empresa global de soluções em TI, em parceria com a americana Associação dos Executivos de Viagens de Negócios (ACTE).

No estudo “Upwardly Mobile“, 95% dos gestores de viagens corporativas pesquisados afirmam que as ferramentas de mobilidade atuais (laptops, celulares, Blackberries e iPhones, entre outros) possibilitam um acréscimo na produtividade dos executivos que viajam. Ao mesmo tempo, o aparato tecnológico também contribui para o incremento da produtividade da empresa, graças à integração dos processos com as informações que partem de quem está fora da sede.

Apresentado recentemente na Conferência Global de Educação da ACTE em Washington, nos Estados Unidos, o levantamento apontou que os recursos para a mobilidade podem causar uma revolução nas viagens corporativas. “O estudo comprova que os benefícios da tecnologia móvel são significativos, desde o aumento de produtividade dos viajantes até a melhoria na segurança e o rastreamento da equipe”, comenta o chefe do departamento de corporações da Amadeus, Frank Palapies. “Mais importante ainda é que esse tipo de tecnologia garantirá mais bem-estar aos executivos. Os resultados provam o potencial da mobilidade para transformar para sempre as viagens corporativas, tanto para os viajantes quanto para os gestores. Esta é a próxima etapa da tecnologia para viagens.”

O levantamento ouviu 72 profissionais, 60% deles ligados a companhias baseadas nos Estados Unidos. Os demais executivos consultados atuam na Europa (16%), na Ásia (14,2%) e na América Latina e África (juntas, somam menos de 10%). Entre as áreas com maior representatividade no universo pesquisado estão finanças, tecnologia e telecomunicações (todas com 16%, cada), indústria (14%) e saúde/farmacêutica (13%).

Aliança contra a burocracia

O uso de dispositivos móveis ajuda os executivos em viagem em vários aspectos. Segundo os dados coletados, 89% dos viajantes enviam e recebem e-mails, 78% mandam mensagens de texto, 69% acessam a internet, 42% recebem alertas dos fornecedores de viagens, 40% acessam a intranet corporativa e 25% enviam e recebem mensagens multimídia. Todas essas possibilidades ajudam a fazer com que as informações coletadas externamente estejam mais rapidamente disponíveis nos sistemas internos da empresa.

Mas não é só isso: os equipamentos também ajudam a economizar tempo no que se refere às questões burocráticas das viagens, como reservar e alterar vôos e hotéis, preencher e enviar formulários de despesa, fazer o check-in de vôo ou obter os bilhetes eletrônicos de embarque, que podem ser enviados diretamente aos dispositivos móveis. Com isso, os executivos ganham flexibilidade, bem-estar e produtividade.

Do ponto de vista de quem coordena as viagens nas companhias, também há vantagens. Conforme a pesquisa, a mobilidade ajuda os gestores a controlar a política de viagens, garantindo melhorias na segurança de seus funcionários.

A totalidade dos entrevistados (100%) acredita que o monitoramento e a comunicação dos viajantes garantem mais segurança aos executivos. Neste sentido, alertas minuto a minuto sobre atrasos ou avisos a respeito de acidentes que podem afetá-los em viagens corporativas podem ser enviados automaticamente e de maneira simples, por meio de mensagem de texto (SMS). Além disso, em caso de necessidade ou emergência, os gestores podem rastrear seus funcionários por meio de sistemas de posicionamento global (GPS).

Apesar das vantagens, os dispositivos móveis ainda não estão presentes em todas as empresas e, tampouco, atingem todos os níveis hierárquicos. Segundo a pesquisa, só 10% dos consultados afirmaram que os equipamentos são os mesmos para todos os integrantes da companhia que costumam viajar. Segundo 63% deles, a distribuição dos dispositivos varia conforme o nível hierárquico. Outros 16% dizem que a disponibilização dos equipamentos depende do volume de viagens feitas pelo colaborador.

Veículo: Gazeta Mercantil

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Artech aposta em automotizar software

9 Junho 2008

Toda segunda-feira as reuniões na fabricante de software Artech têm um pouco do caráter de defesas de teses acadêmicas. O objetivo é que uma boa idéia, não importando quem seja seu autor, fique melhor com a contribuições de todos, enquanto as más sejam devidamente descartadas.

“As reuniões são duras. Todos tentam derrubar suas idéias”, afirma o presidente e co-fundador, Breogán Gonda, dizendo que uma idéia levantada por alguém que entrou na empresa há duas semanas possui o mesmo peso de uma contrária defendida por um dos fundadores. “Não queremos perceber só dois anos depois que era ele quem estava certo e não eu”.

Leia matéria na íntegra

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Controle remoto

9 Junho 2008

A BPL Global investe para ampliar no Brasil sua tecnologia que permite acesso à internet banda larga usando cabos da rede elétrica e também um serviço de gestão remota da rede de transmissão de energia. “As empresas latinas estão interessadas na gestão da rede elétrica porque podem saber em tempo real o que acontece, sem precisar esperar que o cliente ligue para reclamar”, diz Geraldo Guimarães, presidente para a América Latina da BPL Global. A empresa já fechou contrato com uma companhia da Venezuela para oferecer a tecnologia de internet.

Veículo: Folha de S. Paulo

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BRQ adquire ThinkInternational e ingressa no mercado americano

2 Junho 2008

Sete meses depois de receber do BNDES um aporte de R$ 56 milhões, a BRQ, especializada em serviços de tecnologia da informação, completou um movimento ainda raro para uma empresa brasileira do setor: a aquisição de um negócio no exterior. A companhia acaba de adquirir o controle da americana ThinkInternational, de Nova York, com a qual já tinha parcerias comerciais.

Pelo acordo, cujo valor não é revelado, a BRQ assume 80% de participação na ThinkInternational, que passa a se chamar ThinkBRQ. Os demais 20% permanecem nas mãos dos sócios originais, que também continuam nas operações dia-a-dia da empresa, criada há 11 anos.

Leia matéria do Valor Econômico na íntegra  

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News

RMA conquista novos clientes e amplia equipe

6 Dezembro 2007

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A Alog Data Centers do Brasil e a Carpio são os mais novos clientes da RMA Comunicação.

  • Proveniente da fusão das operações das empresas Alog e .comDomínio. a Alog Data Centers do Brasil é líder no segmento de Hosting Gerenciado no País, com mais de 800 clientes corporativos e 200 profissionais.
  • Já a Carpio é uma companhia start-up, com sede nos EUA, que vai atuar no Brasil e em toda a América Latina. A empresa, que atuará com soluções de gestão de negócios, com foco nas áreas financeira e ambiental, adquiriu duas companhias no Brasil e já começa suas atividades com 20 clientes e 60 funcionários.

Ambas as empresas serão atendidas por Ivanir Costa – tel (11) 2244-5973 e Cesar Calejon – tel (11) 2244-5991.

 

 

A RMA anuncia também a contratação de Rita Sastre (ex-Cyrela e Sky TV) – tel (11) 2244-5994, que chega para atender as empresas BRQ, especializada em serviços de TI, e a InterSystems, líder em inovação tecnológica em software de banco de dados e integração para o segmento de saúde.

 

RMA Comunicação & Marketing
Ivanir Costa - (
ivanir.costa@rmacomunicacao.com.br) - (11) 2244-5973
Cesar Calejon - (
cesar.calejon@rmacomunicacao.com.br) - (11) 2244-5991

 

[veja a matéria]

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RMA anuncia contratações

26 Outubro 2007

A RMA Comunicação anuncia a chegada das executivas Cecília Ferrarezzi (ex- Bematech e Netgear), cecilia.ferrarezzi@rmacomunicacao.com.br – tel (11) 2244-5967 e Fernanda Francisco (ex- Itautec, Abranet e BEA Systems) fernanda.Francisco@rmacomunicação.com.br - tel (11) 2244-5992.

Cecília integra o grupo da jornalista Christiane Hato e fica responsável pelas contas da Neogrid, da integradora Cast, e da Eletropaulo Telecom.

Fernanda vai trabalhar com a gerente Luisa Pinheiro no atendimento à BearingPoint, InterSystems e Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Software e Serviços para Exportação).

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