Reuters
Banda larga pela rede elétrica chega à Grande São Paulo
A AES Eletropaulo Telecom, subsidiária de infra-estrutura da distribuidora de energia de mesmo nome, discute com operadoras de telefonia os primeiros negócios para iniciar a oferta comercial de banda larga pela rede elétrica no primeiro trimestre de 2009.
A companhia de telecomunicações investiu 20 milhões de reais para implantar a tecnologia conhecida como Broadband Powerline (BPL), que permite o tráfego de dados em alta velocidade pela rede de energia.
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Computerworld
AES Telecom confirma banda larga pela rede elétrica em 2009
Empresa, no entanto, não vai competir diretamente no mercado. Oferta de PLC será feita para os atuais provedores de acesso a internet que atuam em São Paulo.
Conforme adiantado pelo COMPUTERWORLD em setembro, a AES Telecom vai oferecer banda larga pela rede elétrica em São Paulo já em 2009.
O modelo de atuação será híbrido. Usando a rede de dois mil quilômetros de fibra ótica na cidade de São Paulo, a AES vai adicionar banda larga pela rede elétrica (PLC ou BPL) apenas na última milha, ou seja, abaixo da rede de média tensão.
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Exame Online
Banda larga chega pela tomada
A Eletropaulo Telecom, braço paulista de infra-estrutura de comunicações do Grupo AES, está se preparando para fornecer o serviço de banda larga pela rede elétrica. Conforme antecipamos na edição de EXAME, desta quinta-feira (13/11), a empresa já investiu 20 milhões de reais e habilitou a infra-estrutura de suas fibras ópticas para receber o sinal de banda larga em 300 prédios da região de Moema, em São Paulo.
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Convergência Digital
Eletropaulo Telecom: Falta apenas a regulamentação para vender banda larga via rede elétrica
Enfim, o serviço de banda larga via rede elétrica começa, de fato, a ganhar contornos comerciais. A Eletropaulo Telecom, empresa ligada à AES com atuação em São Paulo, anunciou nesta quinta-feira, 13/11, que está “pronta” para ofertar o serviço comercialmente e aguarda tão somente a regulamentação oficial por parte da Agência Nacional de Telecomunicações.
Uma decisão estratégica foi tomada pela Eletropaulo: A empresa não vai vender o serviço diretamente para os usuários, mas sim para as operadoras e prestadoras de serviços que, hoje, já contratam a capacidade da provedora para comprar circuitos de backhaul (backbone) e de última milha. “Houve a decisão de não competir diretamente com os nossos clientes”, afirmou a diretora Geral da AES Telecom, Teresa Vernaglia.
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IT Web
Empresa prepara oferta de internet pela rede elétrica
AES Eletropaulo Telecom espera iniciar comercialização no primeiro trimestre de 2009
A tecnologia de acesso à internet banda larga usando redes de transmissão de energia elétrica já leva alguns anos em projetos e testes, mas ainda não se tornou realidade no mercado de consumo brasileiro. A AES Eletropaulo Telecom demonstrou a jornalistas, na manhã desta quinta-feira (13/11), que está preparada para a oferta comercial.
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Folha Online
Eletropaulo diz que “internet pela tomada” chega a SP em 2009
A AES Eletropaulo Telecom anunciou nesta quinta-feira (13) a disponibilidade comercial do sistema de conexão à internet por meio da rede elétrica na Grande São Paulo. De acordo com a empresa, a tecnologia deve chegar ao consumidor no primeiro trimestre de 2009 –o prazo depende da adoção do sistema por parte das operadoras, já que a Eletropaulo fornece apenas a infra-estrutura.
Com o sistema, chamado BPL (Broadband Powerline), o usuário pode acessar a internet ao plugar um modem especial em qualquer tomada da casa. A tecnologia “injeta” a conexão vinda de um cabo de fibra óptica na rede elétrica.
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Exame
Uma internet diferente
Depois de chegar pela linha do telefone, pelo cabo da operadora de televisão e pelos telefones celulares, o serviço de internet banda larga será oferecido pela tomada de eletricidade. A Eletropaulo investiu 20 milhões de reais em sua estrutura de fibras ópticas para oferecer acesso à internet em 300 prédios de Moema, bairro de classe alta de São Paulo. 0 serviço será prestado
por operadoras de telefonia, que pagarão pelo uso da rede, já que a Eletropaulo não tem autorização para esse tipo de operação. A empresa tem uma rede de 2 000 quilômetros de fibra óptica, mas apenas 70 quilômetros estão preparados para a banda larga. Para 2009, a Eletropaulo planeja investir na expansão do negócio e ampliar a oferta para parte dos 24 municípios que atende.
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Jornal da Tarde
Internet banda larga chega via rede elétrica
A AES EIetropaulo Telecom apresentou ontem seu serviço de banda larga via rede elétrica. A companhia instalou a tecnologia em 300 prédios de São Paulo, que contam com 15 mil apartamentos.
O sistema possibilita uma velocidade de 80 megabits por segundo (Mbps) por prédio.No serviço pela linha telefônica, por exemplo, a Telefônica consegue oferecer hoje 8 Mbps por cliente. A Eletropaulo não vai prestar o serviço diretamente, e negocia acordos com as operadoras.
Valor Econômico
Conexão via rede elétrica começa a sair do papel em SP
Com investimento de R$ 20 milhões nos últimos dois anos, a AES Eletropaulo Telecom anunciou ontem sua estrutura para oferta de internet pela rede elétrica, também conhecida como Broadband Powerline (BPL), ou Power Line Communication (PLC). A tecnologia permite que qualquer tomada seja usada como um ponto de acesso à banda larga aproveitando uma estrutura já existente. O sinal é recebido por um equipamento especial que separa o sinal de dados do elétrico.
De acordo com Teresa Vernaglia, diretora-geral da empresa, a intenção não é prestar o serviço de internet, mas alugar a rede para as operadoras. “O modelo de negócio não muda”, afirmou. A Eletropaulo Telecom tem uma rede de dois mil quilômetros de fibra ótica na região metropolitana de São Paulo, ofertando rede de acesso às operadoras e prestadoras de serviços de telecomunicações. Teresa afirma que existe bastante interesse dessas companhias em usar a capilaridade da rede elétrica para chegar a seus clientes.
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Diário do Grande ABC
Eletropaulo fornecerá internet em 2009
Divisão de telecomunicações cria sistema de transmissão de dados por cabos de energia
Depois de dois anos de testes, a AES Eletropaulo, empresa responsável pelo fornecimento de energia em todo o Estado de São Paulo, anuncia mais um produto ao seu portfólio. A partir de 2009, a empresa passa a transmitir voz, dados e imagem através da sua rede baseada na tecnologia BPL (sigla em inglês para o termo ‘banda larga por linhas de energia’).
A inovação é vista como um forte elemento para a inclusão digital, uma vez que permitirá o acesso à internet de qualquer lugar onde a energia elétrica esteja ativa. “Será um elemento muito importante na integração social”, afirma o professor do Centro Universitário da FEI Denis Gabos.
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Gazeta Mercantil
AES traz acesso por rede elétrica a SP
A AES Eletropaulo Telecom, prestadora de serviços de telecomunicações, ofertará o acesso à internet por meio da rede de energia elétrica de baixa tensão na Grande São Paulo.
Regulamentada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) este ano, a tecnologia BPL (broadband powerline) permite o tráfego de dados em banda larga.
Com o lançamento, a AES Eletropaulo Telecom ganha uma alternativa para acompanhar a expansão das demandas do mercado de acesso à web, além de capacidade de tráfego, podendo expandir a abrangência de sua rede, para atingir algumas regiões que ainda não conseguia atender
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DCI
Eletropaulo e aes Tietê apresentam lucro no trimestre
A AES Eletropaulo reportou lucro líquido de R$ 148,3 milhões no terceiro trimestre de 2008, uma queda de 24,9% na comparação com os R$ 197,5 milhões apurados em igual intervalo do ano passado. A receita líquida da companhia avançou 11,6% no período, de R$ 1,757 bilhão para R$ 1,96 bilhão. O Ebitda registrou recuo de 17%, de R$ 459 milhões para R$ 381 milhões. A margem Ebitda decresceu 6,7 pontos percentuais no período, de 26,1% para 19,4%.
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Jornal do Commercio
AES terá internet por rede elétrica no início de 2009
O grupo AES planeja lançar comercialmente no primeiro trimestre de 2009 o serviço de internet pela rede elétrica na área de concessão da distribuidora AES Eletropaulo, que atende a 24 municípios da Região Metropolitana de São Paulo.
“O serviço já está apto a funcionar em 15 mil domicílios de 300 prédios das regiões de Pinheiros, Moema e Cerqueira César da capital paulista”, afirmou a diretora geral da AES Eletropaulo Telecom, subsidiária da AES na área de telecomunicações.
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G1
Eletropaulo quer comercializar internet elétrica no início de 2009
Eletropaulo quer comercializar ‘internet elétrica’ no início de 2009.Tecnologia transforma tomadas domésticas em pontos de acesso. Empresa investiu R$ 20 milhões para implantar essa tecnologia.
A AES Eletropaulo Telecom, subsidiária de infra-estrutura da distribuidora de energia de mesmo nome, discute com operadoras de telefonia os primeiros negócios para iniciar a oferta comercial de banda larga pela rede elétrica no primeiro trimestre de 2009. Essa alternativa já é testada na Grande São Paulo.
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Info Online
Web via rede elétrica chega a SP em 2009
A AES Eletropaulo Telecom vai iniciar sua oferta de banda larga pela rede elétrica no primeiro trimestre de 2009.
A tecnologia de BPL (Broaband Powerline) permite distribuir o sinal de internet pela rede elétrica. Assim, todas as tomadas dentro de um apartamento equipado com o sistema funcionam como pontos de acesso à internet.
A companhia apresentou nesta quinta-feira (13/11) a tecnologia em funcionamento em uma das 150 residências que estão testando o serviço em São Paulo.
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iG Tecnologia
Internet pela rede elétrica chega em SP no início de 2009
O grupo AES planeja lançar comercialmente no primeiro trimestre de 2009 o serviço de internet pela rede elétrica na área de concessão da distribuidora AES Eletropaulo, que atende a 24 municípios da Região Metropolitana de São Paulo.
“O novo serviço já está apto a funcionar em 15 mil domicílios de 300 prédios das regiões de Pinheiros, Moema e Cerqueira César da capital paulista”, afirmou a diretora-geral da AES Eletropaulo Telecom, Teresa Vernaglia, empresa subsidiária da AES na área de telecomunicações. Hoje, a companhia apresentou para a imprensa a nova tecnologia.
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AdNews
Internet pela tomada chega à Grande São Paulo em 2009
A AES Eletropaulo Telecom anunciou que vai oferecer internet pela rede elétrica a partir do primeiro trimestre de 2009. O serviço será baseado na tecnologia BPL (Broadband Powerline), que permite o tráfego de dados de alta capacidade por meio de qualquer tomada de uma residência.
A apresentação oficial da tecnologia aconteceu nesta quinta-feira, em São Paulo. 150 residências já testavam o sistema na capital paulista, desde novembro de 2007. De lá para cá, R$ 20 milhões já foram gastos no piloto da tecnologia.
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B2B Magazine
Eletropaulo promete internet na tomada em 2009
Nada de cabos espalhados pelo chão. Para conectar-se à internet, o usuário apenas liga um modem na tomada e pronto: está on-line. A tecnologia que permite tal façanha é conhecida como Powerline Connect (PLC) ou Broadband Powerline (BPL), cujo conceito é a transmissão de dados e voz pela rede elétrica.
A AES Eletropaulo Telecom – braço do grupo no ramo de telecomunicações que começou a estudar meios para viabilizar a tecnologia em 2006 – fez uma demonstração de sua aplicação em um apartamento no bairro paulistano do Itaim Bibi, nesta quinta-feira (13/11).
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BN Americas
AES Eletropaulo Telecom launches BPL offer - Brazil
AES Eletropaulo Telecom - the telecoms arm of Brazilian power company Eletropaulo - has launched its broadband powerline (BPL) offer, the company said in a statement.
BPL - which enables users to have high capacity data traffic and fast broadband internet access - had been tested locally by the company for two years. AES Eletropaulo Telecom based its tests on the previously acquired knowledge of its parent, US energy company AES Corp (NYSE: AES) in Venezuela, where the company had BPL operations.
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IP News
Internet na rede elétrica já é realidade
AES Eletropaulo Telecom anuncia disponibilidade de rede baseada em BPL (Broadband Powerline) para condomínios preferencialmente verticais. Focada na oferta de infra-estrutura, empresa agora alinhava parcerias com operadoras de telecom para levar serviço à casa dos assinantes.
A companhia espera ter o serviço disponível na última milha já no primeiro semestre de 2009. Segundo Teresa Vernaglia, diretora-geral da AES Eletropaulo Telecom, os diferenciais do serviço são a qualidade e a alta disponibilidade, o custo mais baixo que as alternativas hoje existentes e velocidade de download e upload.
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Telecom Online
Demanda por circuitos supera estimativas da Eletropaulo Telecom
Empresa projeta crescimento superior a 30% este ano, puxado principalmente pelas operadoras móveis.
A demanda por circuitos de alta capacidade por parte das operadoras fixas e, especialmente, móveis superou todas as projeções de crescimento feitas pela Eletropaulo Telecom este ano. Dona de uma rede de 2 mil quilômetros de fibras ópticas espalhadas por 24 municípios da Grande São Paulo, a empresa tem na carteira de clientes praticamente todas as prestadoras de serviços de telecom que atuam na região.
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TeleSíntese
AES Eletropaulo Telecom oferecerá banda larga pela rede elétrica em 2009
A AES Eletropaulo Telecom deve começar a oferecer o serviço de banda larga pela rede elétrica a partir do primeiro trimestre de 2009. A empresa anunciou a disponibilização de sua rede baseada na tecnologia BPL (Broadband Powerline), que permite o tráfego de dados de alta capacidade, assim como o acesso à internet. Nos últimos dois anos, foram investidos R$ 20 milhões no projeto. A tecnologia já está disponível em 300 prédios no bairros de Pinheiros, Cerqueira César e Moema, em São Paulo, mas apenas 20 edifícios estão efetivamente realizando os testes. Segundo a AES Eletropaulo, estão sendo feitas negociações com algumas operadoras, mas ainda não há nenhum acordo definido. (Da redação, com assessoria de imprensa)
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Uso da web 2.0 pelas empresas como ferramenta de marketing ainda é tímido
Com a intenção de medir a maturidade da web 2.0 no Brasil, a Vignette — especializada em soluções para gerenciamento de conteúdo online — realizou uma pesquisa com 107 executivos das áreas de marketing de 81 empresas do País. De acordo com os resultados, os novos projetos em desenvolvimento na internet visam principalmente a conquista de clientes (71,93%).
A retenção de clientes através de um site bem elaborado, por exemplo, com geração de conteúdo de interesse dos visitantes, foi citada como primordial por 56,14% dos entrevistados, enquanto aumentar as vendas pelo canal web foi um objetivo mencionado por aproximadamente 43% deles.
No que diz respeito ao acesso aos sites atuais das empresas, os executivos estão preocupados em entender as necessidades dos consumidores (60%) e avaliar o comportamento desses clientes (55%). Por outro lado, promover experiências diferenciadas aos visitantes ainda não faz parte das prioridades das companhias. Esse tópico foi citado por apenas 10% dos entrevistados. Mais importante do que a construção de um relacionamento profundo com os consumidores, porém, a redução de custos de atendimento ao cliente ficou evidenciada como foco dos pesquisados. Do total, 55% consideram a internet uma alternativa ao contato telefônico para prestar atendimento.
Quando questionados sobre a periodicidade com que fazem campanhas na internet, 64,3% disseram realizar ações publicitárias contínuas e 75% afirmaram possuir um sistema gerenciador de campanhas online. Já no quesito relacionamento, as empresas ainda parecem receosas em abrir espaço para manifestações dos consumidores: apenas cerca de 19% prevêem fóruns de discussões em seus endereços eletrônicos e menos de 30% permitem que os clientes façam avaliações sobre marca e produtos. Em contrapartida, mais de 50% disseram permitir que os consumidores opinem sobre ofertas e 44,6% rastreiam comunidades com o intuito de identificar demandas.
O levantamento mostrou ainda que os pesquisados utilizam muito pouco os recursos multicanal, uma vez que pouco mais de 21% admitiram formatar conteúdos para diversos tipos de dispositivos móveis, 30,3% afirmaram oferecer ferramentas como RSS e Widgets e cerca de 26,7% dispõem de ofertas sob medida baseadas em um canal específico de comunicação.
Em linhas gerais, a conclusão da pesquisa aponta para uma vontade das empresas de amadurecer suas estratégias online — 96,5% consideram o uso da web 2.0 em seus planos de comunicação. Entretanto, o levantamento revela um merca-do ainda carente de amadurecimento no que diz respeito ao uso de soluções diferenciadas como social media, personalização e abordagem multicanal.
Fonte: Meio e Mensagem
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Você joga muito online no Playstation ou no Xbox e acha que o streaming está pesando no roteador? Um jeito de desafogar a conexão é usar um extensor de mídia como o Gaming 5GHz Wireless-N, da NetGear. Trata-se de um kit com dois pontos de acesso Wi-Fi de banda dupla trabalhando na frequencia de 5GHz para fazer a ponte sem fio de alta velocidade entra a rede e o videogame. O produto também pode ser usado para o envio de vídeo em alta definição do PC para o console. No Infolab, o desempenho dele foi muito bom- alcançou taxa de 43,7 Mbps e funcionou com 80% do sinal a uma distância de 30 metros.
Fonte: Info Exame
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Nem todas as empresas do mercado de tecnologia da informação (TI) têm enfrentado problemas com a alta do dólar. Enquanto fabricantes de computadores e eletroeletrônicos quebram a cabeça para negociar a importação de componentes e reajustar suas tabelas de preços, algumas companhias do setor tentam aproveitar a valorização da moeda americana. São empresas especializadas na prestação de serviços de tecnologia e que, a partir do Brasil, exportam hospedagem e gerenciamento de dados, suporte técnico, integração de software e desenvolvimento de sistemas. “As margens com contratos de exportação melhoraram muito. Vamos lucrar cerca de 30% a mais neste trimestre”, diz Jair Ribeiro, presidente da CPM Braxis.
O que beneficia as empresas de serviços de TI é a queda no preço da mão-de-obra local. Como os contratos são fechados em dólar, o país ficou mais competitivo, fazendo frente a países latinos como México e Argentina, além de China e Índia. Há duas semanas, diz Ribeiro, um cliente da CPM Braxis, que até então dividia seus contratos de serviços com um provedor de TI na Irlanda, decidiu centralizar tudo no Brasil.
As transações também ganharam fôlego na unidade brasileira da Tata Consultancy Services (TCS). “Conseguimos novos contratos e renovamos boa parte dos já existentes”, comenta o presidente da TCS Brasil, Cesar Castelli. Com os resultados, a TCS planeja ampliar seu quadro de pessoal em 500 profissionais até março de 2009, mês em que fecha seu ano fiscal.
Mas nem tudo é festa para os vendedores de serviços de informática. Como em qualquer outro setor, paira sobre as empresas o receio de que a crise econômica corte os investimentos em tecnologia. “Do ponto de vista cambial é um bom momento, mas o problema é que a crise está indefinida e isso paralisa boa parte dos projetos”, comenta Djalma Petit, diretor de mercado da Sociedade Brasileira para Promoção da Exportação de Software (Softex).
Para Antonio Carlos Rego Gil, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software e Serviços para Exportação (Brasscom), o momento pode ser um dos melhores para o setor. “Essa crise, na realidade, pode ter um efeito positivo. O mundo vai continuar buscando maneiras de fazer as coisas de forma mais barata”, avalia. “Claramente há uma oportunidade para o país.”
Entre as incertezas, a expectativa geral é de que o dólar se estabilize acima dos R$ 2,00. “Há um consenso de que a moeda americana não deverá voltar tão cedo à casa dos R$ 1,60″, diz Marco Stefanini, da Stefanini IT Solutions. Dos R$ 500 milhões que a Stefanini prevê faturar neste ano, 20% está atrelado à exportação de software e serviços. A expectativa é de que a fatia internacional cresça para 30% em 2009. “O mercado deverá corrigir as distorções do câmbio acumuladas nos últimos dois anos.”
Calcula-se que o mercado global de serviços de tecnologia movimentará cerca de US$ 1,3 trilhão em 2010. Desse total, US$ 600 bilhões serão consumidos por projetos terceirizados a companhias que operam no mesmo país de seu cliente. Outros US$ 110 bilhões terão como destino prestadores globais de serviços. A expectativa da Brasscom é que o país atinja US$ 5 bilhões em exportação de serviços até 2011, com a capacitação de 100 mil novos profissionais na área.
Fonte: Valor Econômico
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Brazil is the only country in which US power company AES (NYSE: AES) holds telecommunications operations.
To understand the company’s strategy in the sector, the possible expansion of infrastructure services to other countries and the broadband over powerline offer in São Paulo, BNamericas spoke with AES Eletropaulo Telecom president Teresa Vernaglia.
BNamericas: How does AES Eletropaulo Telecom work within the group?
Vernaglia: In Brazil, AES is comprised of seven companies, including power generation and distribution, as well as the two telecommunications companies - one in São Paulo and one in Rio de Janeiro - and all have independent management.
In the telecoms companies’ case, even though they are in the same business, they are separate companies. When AES came to Brazil in 1998, it took part in a consortium for the acquisition of [São Paulo state power company] Eletropaulo and another consortium for [Rio de Janeiro state power company] Light. AES was majority owner in the São Paulo concession and in the unwinding of the cross holding of shares in Light, AES ended up without any electrical asset in Light, but did keep the telecoms operation. The brand Light stayed with the power concessionaire while the telecommunications company was named AES Com.
BNamericas: Is there any cooperation between the Rio de Janeiro and São Paulo companies? What is the size of the network?
Vernaglia: The engineering teams are very integrated, mostly in the planning part, network technology. The sales sectors work locally due to each market’s specific demands and dynamics, level of competition, as well as to guarantee the agility in servicing clients, which is very important for us and a differential for those which need last mile infrastructure.
The São Paulo network has installed capacity of around 200 gigabytes. A great part of this capacity is occupied and the network is 100% fiber optic and redundant. It has a topology which enables, in cases of failure, a redundancy to take over without affecting the high level of service. This network has implemented services in over 90% of the metropolitan demand for business connectivity in São Paulo. The São Paulo network has 2,000km and if added to the Rio de Janeiro one, there are over 4,000km.
BNamericas: Why does AES only maintain telecommunications operations in Brazil out of all countries it works in?
Vernaglia: In terms of the business model, Eletropaulo Telecom and AES Com have shown it to be viable in Brazil due to both companies’ positive results. However, at the time when these operations were built, AES also created other initiatives in other countries which did not work out. In Venezuela, the telecommunications company had to be sold due to the nationalization promoted by [President] Hugo Chávez.
BNamericas: Do you consider it possible for the international AES group to create other telecoms initiatives based on the Brazilian success?
Vernaglia: Yes, totally. Actually, there are already a few initiatives. In Africa, for example, the company has power distribution operations in countries which are very poor in infrastructure. The Brazilian group is already a reference within the group in terms of telecom, creating opportunities for local professionals to support this African market in implementation: the steps which need to be followed, investments, all the new business’ drivers.
One can imagine that many operators that work in Brazil will eye that market too. Therefore the business strategy starts to get very interesting - as AES is seeing growth potential there, other operators will too. This is a challenge for the holding, to catalyze other countries’ initiatives and [use synergies from] the Brazilian team.
BNamericas: Due to the natural trend of data traffic volume to grow in your network, do you need to constantly increase the capacity of the network? When is it worth expanding geographically to meet client demand?
Vernaglia: There are two pillars for expanding. One of them is according to increased consumption in the larger bands, then we have to expand the capacity of this implemented network. The other pillar is the expansion of capillarity according to new market demand.
It is worth expanding geographically when, as any infrastructure company, we generate profit. The company does not offer any other added value service and this is an important point. Also, infrastructure is becoming more and more critical - it is always on the edge. What justifies expanding to a new area is to be very sure that there will be a client to buy that capacity in that specific region.
As we have a lot of credibility with our clients, this move comes from them. They are the ones coming to us and asking for us to take our high quality services to other regions. Now we are going through a process of determining to which regions we should take our network with a guarantee of having these clients as our clients in the new locations.
BNamericas: How many clients does Eletropaulo Telecom have and how many cities do you cover?
Vernaglia: We have about 80 clients and 24 cities covered in the metropolitan region of São Paulo for a strategic reason - this is where we started building the network since the beginning of the operation. But we have a multimedia communications service license and we can operate anywhere we want in Brazil, and we are thinking of expanding our network to other cities in 2009.
BNamericas: What do you expect in terms of revenue and investment this year?
Vernaglia: In the past five years, we have invested about 70mn reais [US$30.5mn] and this year we expect to invest a total of 34mn reais to expand the network and increase capacity. We ended 2007 with over 70mn reais in revenues and we expect to grow above 30% this year compared to last year, maintaining a high Ebitda margin. It is a sustainable business, very important in this moment of liquidity crisis.
BNamericas: What about the broadband over powerline offer? Would you possibly offer service to end-users after telecoms regulator Anatel’s authorization?
Vernaglia: I am used to saying we do not suffer from identity crisis. We are all about infrastructure. However, it is obvious we aim to grow. As broadband consumption has been increasing, there is a demand for a higher capillarity of the network.
We have an engineering, planning and development team focused on how to make the network expansion viable to meet this demand within our business model and one of the options is BPL, a technology which enables us to expand the fiber optic capillarity guaranteeing a relatively faster expansion and meeting the expectations for bandwidth. We have been performing tests to look at this technology.
Anatel’s recent public hearing on the matter is a very important signal for us to continue testing because no technology will be deployed without a regulator looking at it.
At the point we are now, we can expand the capillarity very quickly as long as we prove everything right. The aim is to make infrastructure available with even more capillarity for operators to be able to promote broadband in residences. Our business is to provide connectivity so that operators can provide the services to end-users.
BNameircas: What has been generating the most business volume for the company?
Vernaglia: 3G, but not only that. The healthcare sector too, institutions which need to exchange images as laboratories have been consuming more bandwidth in the business area. This neutrality is very important to gain clients, it is a trust relationship because we will never steal our client’s clients and because they can count on our stable network. It is always available.
ABOUT THE COMPANY:AES Eletropaulo Telecom’s main business focus is to provide high availability and reliable solutions for local access in the São Paulo metropolitan region for fixed and mobile telephony operators.
The company works principally with businesses in the metropolis, providing high speed voice, data and image traffic.
Eletropaulo Telecom is part of one of the world’s largest power companies, AES, which owns and operates a diverse and growing portfolio of generation and distribution businesses with the capacity to serve 100mn people worldwide.
About Teresa Vernaglia
Teresa Vernaglia has been heading AES Eletropaulo Telecom since 2001, where she has been responsible for the consolidation and expansion of the company.
Previously, the executive worked for nine years in NEC do Brasil in the areas of implementation engineering, systems and business development in mobile telephony during the privatization process of the Brazilian telecoms sector. She also took part in projects in Japan, Italy and the US.
In 1997, the executive took over the engineering and operations department in Nextel, where she was responsible for a countrywide coverage network for five years.
Vernaglia graduated in electrical engineering with an emphasis in telecommunications, and she also has an MBA.
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Sacerdotisa das redes sociais, a americana Danah Boyd avisa: as empresas precisam aprender a interagir com os consumidores na web
A americana Danah Boyd, 30 anos, não faz parte da geração formada pelos ativos digitais, aqueles nascidos a partir de 1980 e plugados desde criancinhas. Mas navega e participa ativamente das chamadas redes sociais. Doutoranda na Escola de Informação da Universidade de Berkeley, na Califórnia, a jovem de Altoona, Pensilvãnia, tem feito a ponte entre a academia e o mercado para discutir um tema que intriga as empresas: como interagir com usuários de sites como Orkut, Facebook e Twitter? Danah atua como pesquisadora em mídia social para corporações como Intel, Google e Yahoo!. Em janeiro de 2009, se mudará para Boston. Vai trabalhar no Microsoft Research, o laboratório de pesquisas e estudos de novas tecnologias da empresa de Bill Gates.
Segundo ela, estamos vivendo a economia da atenção digital, uma época que exige diálogo, interação e criatividade. Companhias que não enxergarem a diferença entre estar numa mídia tradicional e fazer parte de uma rede social podem ser excluídas dessa onda. “Diferentemente da TV, na internet os consumidores opinam e participam. Por isso, a comunicação precisa ser muito mais relevante”, diz Danah.
Qual é, então, a melhor forma de usar as redes sociais? Danah diz que basta experimentar. “Se uma marca não é falada, ela não existe. Então, falem bem ou mal, mas falem”, afirma. “As empresas precisam aprender a lidar com comentários negativos, criar diálogo com os internautas.” Segundo Danah, o que faz as redes sociais funcionarem é a necessidade das pessoas de estarem conectadas. “A publicidade, em geral, é uma péssima interrupção nas interações sociais. Só vale se for feita de maneira integrada ao meio.” Assim, um fabricante pode fazer um vídeo fantástico no YouTube sobre um novo carro. Os fanáticos por automóveis entrarão no MySpace para falar sobre o comercial e o vídeo vira um sucesso. “Mas tente fazer o mesmo com sabão. Não vai funcionar”, diz Danah. Para ter sucesso, a publicidade que usa tecnologia como meio deve estar no contexto certo. “Se for para vender, um link patrocinado, corno os do Google AdSense, é o caminho, mas para o fortalecimento da marca é preciso experimentar a rede social. Se vai dar certo, ainda não sabemos. Mas o que não pode é ser invasivo”, diz Danah.
ATRASO VIRTUAL
Empresas ainda usam poucos recursos da web 2.0 Embora 96,5°/à das empresas brasileiras considerem estratégico usar todos os recursos da internet, poucas ainda se beneficiam da web 2.0 e das redes sociais. E o que mostra pesquisa feita pela empresa de software de gerenciamento de conteúdo Vignette. 0 estudo ouviu 81 companhias que possuem websites voltados para o negócio e que faturam entre R$ 100 milhões e R$ 1 bilhão. Veja alguns resultados:
O ATUAL SITE DA SUA EMPRESA…
Você já comprou meias tamanho único A gente até compra, mas não gosta. Todos nós preferimos roupas sob medida, ou uma pizza com três sabores escolhidos e um pouquinho mais de manjericão. Ou seja, queremos ser atendidos de acordo com nossas expectativas.
No entanto, quando a gente visita um site na web, a grande maioria acha que somos adeptos do “one size fits ali”. Quando acessam um web site, ou um portal de negócios, se as pessoas não têm suas expectativas rapidamente atendidas, abandonam o site em questão. Pesquisa publicada no The Wall Street Journal aponta que 83% das buscas na internet são frustradas, o que reduz a taxa de conversão de oportunidades de quem está vendendo para algo em torno de 17%. Isso é muito pouco, convenhamos. A questão que se coloca é: o que significa, atender às expectativas de um intemauta Será que isso é algo tão simplista como oferecer o último álbum da Madonna para quem acaba de comprar um CD antigo da mesma artista
Recomendações são relativamente comuns na internet Quando entramos em sites como Amazon, ou iTunes, recebemos recomendações baseadas em nossa última compra, ou quando selecionamos algo para comprar na interação atual, imediatamente recebemos outras sugestões parecidas. Isso é relativamente simples, basta apenas categorizar as ofertas, segundo algum tipo de taxonomia, e fazer recomendações por match de categoria. Exemplo: comprei um livro de ficção científica, vou receber dicas de outros livros do mesmo autor, ou de autores com conteúdos similares. O mesmo vale para os anúncios que são mostrados. Apenas mais recomendações não necessariamente significa sedução do intemauta. Sempre que navegamos na web estamos em busca de uma experiência de valor, o que é fácil de propor, mas muito difícil de executar.
Muitos sites costumam fazer recomendações com base em escolhas passadas para coisas que buscamos em tempo real. O foco da personalização e das recomendações baseadas em novas tecnologias não é mais sobre o que interessou a um intemauta recentemente, mas sim sobre aquilo que ele possivelmente se
Nova tecnologia está provocando uma revolução no comércio eletrônico
interessaria agora “real time” ou em um futuro próximo.
As modernas tecnologias de recomendação auxiliam as pessoas a descobrir, por exemplo, os livros que elas provavelmente gostariam de ler, mas não sabem (explicitamente) disso. Sem uma ajuda inteligente do web site, elas não descobrirão os livros de suas vidas. Para proporcionar essa experiência positiva, os algoritmos e mecanismos de busca inteligentes necessitam entender as intenções do usuário, decodificar as pistas que ele deixa, interpretá-las, para finalmente localizar os conteúdos relevantes. O caminho que um intemauta faz ao clicar num web site fornece pistas, os “drill downs” que ele faz até determinados conteúdos também Se o algoritmo descobrir desde que URL anterior ele se “linkou” ao nosso site, isso também é uma pista, e por aí vai. Na verdade, cada clique é uma pista. Se por comparações com caminhos de compras feitas por outros internautas, descobriuse que quem compra um vinho francês no site de um supermercado, na maioria das vezes também compra um queijo suíço, então é isso que deve ser oferecido (e não necessariamente outros vinhos semelhantes ao que foi selecionado).
Com a recomendação, as organizações possuem a capacidade de se conectar com seus usuários em um nível mais emocional, para compreender a intenção de cada visitante do site. Com isso, eles conseguem aumentar a rentabilidade do canal on-line por meio das recomendações de conteúdo, produtos e pesquisas sociais. Diferente de outras soluções, a ferramenta se encaixa aos objetivos do visitante, de acordo com o histórico do comportamento e preferências do próprio usuário e ainda permite identificar, alavancar as comunidades virtuais e pode guiar esses usuários para os conteúdos, produtos ou resultados de pesquisa adequados.
Essa tecnologia de recomendações está iniciando uma nova revolução no comércio eletrônico com novos e poderosos softwares que por trás dos portais de negócios procuram entender nossas necessidades, para nos oferecer coisas que explicitamente não estávamos pensando, mas que inconscientemente desejamos. Parece mágica Não é.. Trata-se apenas das novas tecnologias trabalhando, não para nos empurrar mais coisas que não precisamos, e sim para nos ajudar a realizar nossos sonhos.
Fonte: Gazeta Mercantil
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Estudo desenvolvido pela Amadeus em parceria com a Association of Corporate Travel Executives (ACTE) revela que a tecnologia móvel contribui, de fato, para melhorar o desempenho dos executivos que viajam a negócios. Segundo o Upwardly Móbile, os dispositivos como Blackberries, celulares e iPhones contribuem para a diminuição da burocracia e para maior integração de quem está fora do escritório. Segundo a pesquisa:
89% dos entrevistados usam seus smart phones
para mandar e receber e-mails
69% acessam a internet por eles
78% utilizam SMS
40% acessam suas intranets corporativas
Além disso, a segurança de quem está na estrada também é garantida, uma vez que todos os entrevistados acreditam que o monitoramento e a comunicação com o viajante é um reforço à tranqüilidade do executivo, isso porque 12% do universo pesquisado usam o GPS para localizar seus colaboradores.
Fonte: Melhor Gestão de Pessoas
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Acho que ninguém mais duvida da importância das chamadas cadeias de valor, ou cadeias de suprimento, para integrar empresas parceiras visando a excelência logística e a qualidade do produto entregue a clientes globais. Sem isso a Toyota não conseguiria manter seus padrões de excelência worldwide, nem a Embraer produziria aviões na China (eu disse China, não Alemanha, ou USA, ou Reino Unido) com a mesma qualidade que produz no Brasil, ou a IBM confiaria à Lenovo a produção de todos os PC’s que são vendidos à sua base mundial de clientes. Esses três exemplos deixam claro a importância e, mais que isso, a inevitabilidade da cadeia de suprimentos para o sucesso nos negócios.
Conscientes disso, todos os players relevantes amarram suas cadeias de suprimentos nos seus países de origem. Os alemães amarram suas parcerias com empresas alemãs, os americanos com empresas americanas, os japoneses com japoneses, e os brasileiros…. Ah, sempre os brasileiros. Como nas piadinhas, onde se comparam comportamentos e sempre tem um brasileiro e um argentino que fogem à regra, também nos negócios isso infelizmente acaba sendo verdade.
Não sei se por uma questão de herança colonial, ou por uma questão de insegurança (confiem em mim que sou brasileiro, mas eu que não sou tonto e prefiro confiar num americano), o fato é que ainda não predomina no mindset dos executivos e empreendedores brasileiros o buy Brazilian.
O Citibank, a GM, A VW, a Telefonica, a Sony, a Hyundai, a Shell, na verdade a quase que a totalidade dos players globais, quando atuando no Brasil procuram incluir nos seus negócios locais o mesmo parceiro que é usado pela matriz. Isso vale para logística, consultoria estratégica, recursos humanos, comunicação corporativa e, principalmente, serviços de TI. Já as empresas brasileiras, hoje se consolidando como empresas globais (AmBev, Gerdau, Vale, Embraer, Petrobrás, a Aracruz, o Itaú, só para citar alguns nomes, não têm o mesmo hábito. Quando atuando na América Latina, na América do Norte, na Europa, ou na Ásia, as empresas brasileiras acham que trabalhar com parceiros globais conhecidos lhes atribui maior credibilidade. É duro dizer isso, mas ainda tem aí um viés de subdesenvolvimento.
A indústria de TI brasileira, embora com volumes muito aquém dos Indianos e de nossas reais possibilidades, está começando a mostrar ao mundo seu potencial.
Os engenheiros de software brasileiros são mais do que produtores, são criadores de novos conceitos, são designers, e alem disso conhecem os processos de negócios de uma forma muita mais abrangente e profunda do que nossos concorrentes Indianos (que exportam +10 vezes que o volume brasileiro). Recentemente a Totvs se tornou nona maior empresa de software aplicativo do mundo, com expectativa de alcançar a quinta posição nos próximos cinco anos (não existe algo equivalente à Totvs na China, produzindo software ERP padrão global). A Spring Wireless (e isso eu soube muito recentemente), uma empresa brasileira de TI, é líder mundial em soluções de mobile business (está em Seattle para atrair recursos humanos da Microsoft, na Rússia, na China e em toda a America Latina; espera Wall Street melhorar para abrir capital na NASDAQ). Esses dois exemplos dão uma idéia do poder de fogo e da qualidade da indústria de TI brasileira.
Por todas essas razões, como um empresário de TI de uma empresa brasileira que rola na pista decolando para um vôo internacional, eu proponho lançarmos a Cadeia de Valor Verde e Amarela. As grandes empresas globais brasileiras precisam se aproximar mais dos visionários e empreendedores de TI locais, visando uma união estratégica para conquistar os mercados internacionais. Com todo o respeito às excelentes Accenture, EDS, Tata, SAP, Microsoft, entre outras, elas estão em pé de igualdade (no que tange ao provimento de serviços de TI) às também excelentes Politec, Totvs, Cyberlynxx, CTIS, Tivit, Sonda/Procwork, BRQ, C&IT, apenas para citar algumas.
Empresários brasileiros, há uma lição a ser aprendida com o intuitivo presidente Lula. O Brasil está na moda e é mais respeitado lá fora do que aqui dentro. Vamos nos orgulhar de nosso talento, de nosso empreendedorismo e de nossa qualidade. Em se tratando de serviços de TI: Sell Brazilian!
Fonte: Gazeta Mercantil
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