<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>

<channel>
	<title>Social Media Newsroom</title>
	<atom:link href="http://www.socialmediaclub.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.socialmediaclub.com.br</link>
	<description>Web 2.0, Social Media, Social Media Newsroom, PR 2.0, Marketing 2.0</description>
	<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 15:53:54 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.5.1</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>Tecnologia brasileira nos EUA</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/27/tecnologia-brasileira-nos-eua/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/27/tecnologia-brasileira-nos-eua/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 14:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>

		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<category><![CDATA[BRQ]]></category>

		<category><![CDATA[Datasul]]></category>

		<category><![CDATA[Estadão]]></category>

		<category><![CDATA[Spring Wireless]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=310</guid>
		<description><![CDATA[Companhias nacionais mudam a estratégia para entrar no mercado americano e passam a comprar empresas

Empresas brasileiras de tecnologia vão às compras nos Estados Unidos, aproveitando o câmbio favorável e o barateamento dos ativos naquele país, trazido pela desaceleração da economia americana. Esses investimentos marcam uma mudança na estratégia das companhias brasileiras, que, com as aquisições, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Companhias nacionais mudam a estratégia para entrar no mercado americano e passam a comprar empresas</strong></p>
<p><a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_estadosp_27_08_08.pdf"><img class="aligncenter size-full wp-image-311" title="spring_estadosp_27_08_08_" src="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_estadosp_27_08_08_.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a></p>
<p>Empresas brasileiras de tecnologia vão às compras nos Estados Unidos, aproveitando o câmbio favorável e o barateamento dos ativos naquele país, trazido pela desaceleração da economia americana. Esses investimentos marcam uma mudança na estratégia das companhias brasileiras, que, com as aquisições, buscam garantir sua presença nos Estados Unidos, maior mercado de tecnologia da informação do mundo, com uma carteira inicial de clientes e com conhecimento da cultura local de negócios.</p>
<p>Na segunda-feira, Miguel Abuhab, fundador da Datasul, anunciou a compra da Agentrics, que fornece software para redes de varejo, por US$ 50 milhões. Em julho, a Bematech, que fornece sistemas de automação comercial, adquiriu a Logic Controls, numa operação que pode chegar a US$ 22 milhões. Em maio, a ThinkInternational, companhia americana de serviços de tecnologia da informação, foi comprada pela brasileira BRQ, por um valor não revelado.</p>
<p>As empresas adquiridas são pequenas. &#8220;As aquisições fazem parte da estratégia de crescimento da Bematech&#8221;, explicou Marcelo Coppla, diretor de assuntos corporativos da companhia, em entrevista por telefone a partir dos EUA, onde trabalhava na integração da empresa adquirida à subsidiária americana da Bematech. &#8220;Compramos sete empresas em dois anos.&#8221;</p>
<p>Coppla apontou alguns fatores que levaram à aquisição da Logic Controls. &#8220;Ela tem uma domínio tecnológico dos produtos que desenvolve, com mais de 20 patentes nos EUA&#8221;, explicou o diretor da Bematech. &#8220;Sua linha de produtos é complementar à nossa.&#8221; Além disso, a Logic Controls desenvolveu uma cadeia de suprimentos forte na China, durante 25 anos de atuação.</p>
<p>No ano passado, a Logic Controls faturou US$ 10 milhões, mais de 10 vezes o faturamento da subsidiária americana da Bematech. &#8220;Estávamos iniciando nos EUA&#8221;, disse Coppla. A Logic Controls tem 44 funcionários, sendo oito na China. A Bematech International, empresa responsável pela aquisição, localizada em Cincinatti, Ohio, tem nove funcionários.</p>
<p>O dólar fraco ajuda nas aquisições. &#8220;O câmbio não foi o grande motivador, mas criou uma janela de oportunidade&#8221;, explicou Coppla. A crise americana reduziu o crescimento do mercado de tecnologia, mas isso não parece representar uma preocupação para os brasileiros que fazem negócio por lá.</p>
<p>&#8220;Conversando com as pessoas que vivem aqui, dá para sentir a crise&#8221;, explicou o executivo. Ele acrescentou, no entanto, que existe uma tendência de as empresas investirem em tecnologia para cortar custos, o que beneficia empresas como a Bematech.</p>
<p>A BRQ negociou durante um ano antes de fechar a compra da americana ThinkInternational. &#8220;O mercado americano de TI movimenta quase US$ 450 bilhões ao ano, e o brasileiro cerca de US$ 22 bilhões&#8221;, disse Benjamin Quadros, presidente da BRQ, que planeja crescer como exportadora de software e serviços de tecnologia. &#8220;Agora, estamos perto do mercado comprador.&#8221;</p>
<p>Quadros explicou que a aquisição é uma estratégia melhor que a criação de um escritório próprio. &#8220;Existe uma barreira que dificulta passar uma imagem de credibilidade e entender a cultura do cliente.&#8221; A BRQ comprou 80% da companhia americana, que faturou US$ 8 milhões em 2007. No mesmo período, a BRQ faturou US$ 100 milhões.</p>
<p>&#8220;Conseguimos musculatura para competir com os indianos no mercado americano&#8221;, disse Quadros. A empresa tem 50 funcionários nos EUA e 2 mil no Brasil. Em outubro de 2007, a BRQ recebeu um investimento de R$ 56 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como forma de financiar a expansão internacional.</p>
<p>NASDAQ</p>
<p>Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless, afirmou que a empresa brasileira avalia aquisições, mas que nenhuma delas está próxima de ser concluída. Na segunda-feira, a empresa inaugura um escritório com 12 funcionários em Seattle. &#8220;A situação macroeconômica torna interessante criar um time local&#8221;, apontou Condé. &#8220;Já existe diferença de salários entre um executivo no Brasil e nos EUA.&#8221; A Spring Wireless já planeja até abrir o capital na bolsa americana Nasdaq.</p>
<p>Veículo:<a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_estadosp_27_08_08.pdf"> O Estado de São Paulo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/27/tecnologia-brasileira-nos-eua/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Um brasileiro rumo à Nasdaq</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/27/um-brasileiro-rumo-a-nasdaq/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/27/um-brasileiro-rumo-a-nasdaq/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 14:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>

		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<category><![CDATA[Exame]]></category>

		<category><![CDATA[Spring Wireless]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=300</guid>
		<description><![CDATA[
O número 1 faz parte da vida do engenheiro mecatrônico Marcelo Condé. Ele foi o primeiro colocado entre os formandos da turma de 1995 da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Anos depois, enquanto era aluno de MBA da Harvard Business School, em Boston, repetiu a primeira colocação. Agora, à frente da Spring Wireless,empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_wireless_exame_21_08_08.pdf"><img class="aligncenter size-full wp-image-301" title="spring_w2" src="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_w2.jpg" alt="" width="300" height="416" /></a></p>
<p>O número 1 faz parte da vida do engenheiro mecatrônico Marcelo Condé. Ele foi o primeiro colocado entre os formandos da turma de 1995 da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Anos depois, enquanto era aluno de MBA da Harvard Business School, em Boston, repetiu a primeira colocação. Agora, à frente da Spring Wireless,empresa que criou em 2001 para desenvolver sistemas corporativos móveis, o algarismo volta a cruzar seu caminho. A Spring acaba de receber 63 milhões de dólares em investimentos de dois grandes fundos de capital de risco americanos, o New Enterprise Associates e um fundo do banco Goldman Sachs.</p>
<p>A injeção de capital aberto é a maior já feita em uma companhia iniciante do setor de tecnologia no país. O objetivo, segundo Condé, é preparar a Spring Wireless para a abertura de capital da Nasdaq, o que fará da empresa a primeira brasileira a realizar um IPO no mercado americano. Para Condé, tudo não passa de coincidência, embora já comece a gostar de colecionar tantos número 1. &#8220;Nunca persegui ser o primeiro em tudo. Aconteceu por acaso&#8221; diz.</p>
<p>Veículo: Exame<br />
<a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_wireless_exame_21_08_08.pdf">Leia a matéria.</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/27/um-brasileiro-rumo-a-nasdaq/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A brasileira Springs vai abrir capital na Nasdaq</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/22/a-brasileira-springs-vai-abrir-capital-na-nasdaq/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/22/a-brasileira-springs-vai-abrir-capital-na-nasdaq/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 14:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>

		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<category><![CDATA[Estadão]]></category>

		<category><![CDATA[Spring Wireless]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=307</guid>
		<description><![CDATA[Sócios investem US$ 56 milhões

A Spring Wireless, empresa que desenvolve e integra aplicações móveis para empresas - como softwares para celular usados por equipes de vendas para recolherem pedidos no comércio - vai receber um investimento de US$ 56 milhões de três investidores. Após o aporte, a empresa deve abrir capital na Nasdaq, bolsa americana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sócios investem US$ 56 milhões</strong></p>
<p><a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_estadosp_22_08_08.pdf"><img class="alignnone size-full wp-image-308" title="spring_estadosp_22_08_08_" src="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_estadosp_22_08_08_.jpg" alt="" width="300" height="156" /></a></p>
<p>A Spring Wireless, empresa que desenvolve e integra aplicações móveis para empresas - como softwares para celular usados por equipes de vendas para recolherem pedidos no comércio - vai receber um investimento de US$ 56 milhões de três investidores. Após o aporte, a empresa deve abrir capital na Nasdaq, bolsa americana para empresas de tecnologia, em 2009.</p>
<p>A primeira interessada na Spring foi a Ideiasnet, que conseguiu apoio financeiro do banco Goldman Sachs e do fundo de venture capital norte-americano New Enterprise Associates (NEA).</p>
<p>Por outro lado, a Intel Capital e um fundo que tinha a sueca Ericsson entre as sócias deixaram a Springs.</p>
<p>Com a capitalização, além de ampliar presença no mercado internacional, a Spring, que tem em sua carteira 150 clientes e 70 mil usuários em mais de 20 países, terá mais facilidade para abrir capital.</p>
<p>A decisão de lançar ações nos EUA está relacionada à visibilidade internacional que o IPO (oferta de ações) na Nasdaq dará à Spring.</p>
<p>Além disso, diz o presidente da Ideiasnet, Luis Alberto Reátegui, o modelo de empresas como a Spring &#8220;é, no momento, mais bem avaliado no exterior do que no Brasil&#8221;. Na opinião do diretor-financeiro da Ideiasnet, Rodin Spielmann, o mercado acionário brasileiro ainda não se habituou às empresas de tecnologia e telecomunicações. Mas isso não quer dizer que o mercado nacional esteja descartado. &#8220;É que, no momento, buscamos a melhor precificação do investimento.&#8221;</p>
<p>Com a injeção de recursos, a Spring Wireless fica avaliada em US$ 140 milhões, o que representa um retorno de aproximadamente 450% ao aporte inicial da Ideiasnet, que em dezembro de 2004 desembolsou R$ 4 milhões no projeto. A empresa, que antes detinha 10,8% de participação na Spring Wireless, agora terá 10,2% do capital.</p>
<p>Além dos três sócios, o restante do capital é controlado pela diretoria e parte dos funcionários.</p>
<p>Segundo Marcelo Condé, presidente da Spring, a idéia é ficar sem a figura de um acionista majoritário. &#8220;Optamos por manter uma estrutura parecida com as empresas do Vale do Silício&#8221;, afirmou. Hoje, 100 dos 600 funcionários têm uma participação no capital e a idéia é ampliar o número.</p>
<p>Os executivos da Ideiasnet destacam que esse foi o primeiro investimento do NEA na América Latina. Também é o primeiro fundo de capital de risco a entrar na Ideiasnet. &#8220;Os grandes investidores estão olhando para o Brasil e isso os atrai para Ideiasnet&#8221;, afirmou Reátegui. Segundo ele, a empresa conversa não só com os dois novos sócios, mas com outros investidores para capitalizar empresas já investidas e buscar novos negócios.</p>
<p>Veículo: <a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_estadosp_22_08_08.pdf">O Estado de São Paulo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/22/a-brasileira-springs-vai-abrir-capital-na-nasdaq/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Com aporte na Spring Wireless, fundos estrangeiros estão de volta à TI no Brasil</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/22/com-aporte-na-spring-wireless-fundos-estrangeiros-estao-de-volta-a-ti-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/22/com-aporte-na-spring-wireless-fundos-estrangeiros-estao-de-volta-a-ti-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 14:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>

		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<category><![CDATA[Spring Wireless]]></category>

		<category><![CDATA[Valor Econômico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=304</guid>
		<description><![CDATA[
No início desta década, quando a chamada &#8220;bolha da internet&#8221; ainda estava inflando, notícias sobre aportes de fundos estrangeiros em empresas brasileiras de tecnologia da informação (TI) apareciam com alguma freqüência. Com a crise no mercado pontocom, os investimentos quase sumiram. Mas, agora, surgem os primeiros sinais de que a maré pode estar virando novamente.
Dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_valor_22_08_08.pdf"><img class="alignnone size-full wp-image-305" title="spring_valor_22_08_08_" src="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_valor_22_08_08_.jpg" alt="" width="300" height="318" /></a></p>
<p>No início desta década, quando a chamada &#8220;bolha da internet&#8221; ainda estava inflando, notícias sobre aportes de fundos estrangeiros em empresas brasileiras de tecnologia da informação (TI) apareciam com alguma freqüência. Com a crise no mercado pontocom, os investimentos quase sumiram. Mas, agora, surgem os primeiros sinais de que a maré pode estar virando novamente.</p>
<p>Dois pesos-pesados americanos - o Goldman Sachs e o New Entreprise Associates (NEA) - anunciaram ontem um aporte de recursos na Spring Wireless. Apesar do nome, a companhia foi fundada por um brasileiro, Marcelo Condé, e atua no desenvolvimento de aplicativos de telefonia móvel para clientes empresariais. Oferece serviços como acesso ao e-mail corporativo, automação da força de vendas e sistemas de pagamentos via celular, por exemplo.</p>
<p>No total, a Spring recebeu US$ 63 milhões. A maior parte corresponde ao dinheiro que os fundos injetaram. Mas a Ideiasnet, que já tinha participação na empresa, também colocou dinheiro, evitando que sua fatia fosse muito diluída. Agora, ela tem 10,2% do capital. Dois outros acionistas saíram do negócio: Intel e Ericsson, que viram maturar o investimento feito anos atrás.</p>
<p>&#8220;Estamos muito otimistas, não só pela valorização que foi atribuída à companhia, mas pela sinalização do que está por vir&#8221;, afirmou Luis Alberto Reátegui, presidente da Ideiasnet.</p>
<p>O aporte na Spring é o primeiro investimento da NEA - importante fundo de capital de risco do Vale do Silício - em países da América Latina. &#8220;A chegada de alguém desse porte mostra que os fundos estrangeiros estão voltando e devem começar a avaliar outras empresas de TI&#8221;, disse Reátegui. A própria Ideiasnet, segundo ele, gostaria de fazer mais negócios com o NEA.</p>
<p>Na avaliação do executivo, a estabilidade, a crescente importância da economia brasileira e o cenário de desaceleração nos Estados Unidos tornam o Brasil uma alternativa interessante para os investidores.</p>
<p>&#8220;A maior parte do dinheiro será utilizada nos projetos de crescimento da companhia&#8221;, afirmou Condé, presidente da Spring.</p>
<p>E planos não faltam. O mais reluzente deles é uma possível abertura de capital na Nasdaq, prevista para o ano que vem.</p>
<p>Antes disso, contudo, a Spring quer expandir sua atuação fora do Brasil. Há poucas semanas, a companhia abriu escritório em Seattle, nos Estados Unidos, e quer se instalar na Ásia em dois meses. A meta é que, a partir de 2009, as atividades internacionais gerem pelo menos metade da receita da companhia.</p>
<p>Segundo Condé, a companhia também está adaptando sua tecnologia para atender um segmento novo para ela: o mercado de pequenas e médias empresas.</p>
<p>Desde a criação da Spring, em 2001, o foco sempre foram as grandes corporações. Agora, a empresa está trabalhando para desenvolver versões simplificadas de seus aplicativos, com o objetivo de atender companhias de menor porte. &#8220;Sempre percebemos que havia demanda das pequenas empresas, mas precisávamos adaptar nossos produtos e o canal de vendas&#8221;, observou Condé.</p>
<p>Para entrar nesse mercado, a Spring está em negociações com operadoras de celular no Brasil e já tem alguns contratos fora do país. Firmou parceria com a Telefónica para atender pequenas empresas da América Latina e da Espanha.</p>
<p>Com esse leque de projetos, a expectativa é de que o faturamento da Spring ultrapasse US$ 100 milhões neste ano - o dobro do valor alcançado em 2007.</p>
<p>Veículo: <a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/spring_valor_22_08_08.pdf">Valor Econômico</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/22/com-aporte-na-spring-wireless-fundos-estrangeiros-estao-de-volta-a-ti-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Maxprint explora lojas de cine e foto</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/21/maxprint-explora-lojas-de-cine-e-foto/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/21/maxprint-explora-lojas-de-cine-e-foto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 15:46:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>

		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<category><![CDATA[Maxprint]]></category>

		<category><![CDATA[Valor Econômico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=316</guid>
		<description><![CDATA[
A convergência tecnológica que transformou computadores e celulares em centrais de mídia - com direito à gravação e transmissão de som e imagem - chamou a atenção da Maxprint, que produz e distribui suprimentos de informática e material de escritório. A empresa decidiu levar seu portfólio para as lojas de cine e foto, que dependem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/maxprint_valor_21_08_08.pdf"><img class="aligncenter size-full wp-image-317" title="maxprint_valor_21_08_08_" src="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/maxprint_valor_21_08_08_.jpg" alt="" width="300" height="277" /></a></p>
<p>A convergência tecnológica que transformou computadores e celulares em centrais de mídia - com direito à gravação e transmissão de som e imagem - chamou a atenção da Maxprint, que produz e distribui suprimentos de informática e material de escritório. A empresa decidiu levar seu portfólio para as lojas de cine e foto, que dependem cada vez mais da venda de produtos do que da revelação fotográfica.</p>
<p>&#8220;Com a câmera digital, os consumidores estão mantendo mais álbuns virtuais do que em papel, o que fez a representatividade da revelação na receita dessas lojas cair de 60% para 40% nos últimos anos&#8221;, diz Adelaide Anzolin, diretora comercial da Maxprint.</p>
<p>Por outro lado, a capilaridade das lojas desse ramo - estimadas em 9 mil em todo o país - interessa a empresas como a Maxprint, que disputa a venda de cartuchos, toners e teclados com concorrentes do porte de Epson e Hewlett-Packard (HP). Essas marcas, por sinal, são ao mesmo tempo atendidas pela Maxprint, que distribui impressoras, copiadoras e multifuncionais da HP, Epson, Canon e Lexmark.</p>
<p>As redes de cine e foto significam para a tradicional fabricante de cartuchos uma oportunidade de ganhar participação de mercado sobre as grandes marcas e abrir um novo canal de vendas para todo o seu portfólio, especialmente para os itens de tecnologia. Até hoje, os 60 representantes da Maxprint no país se concentravam nas grandes redes de varejo e papelarias, atingindo cerca de 40 mil pontos-de-venda. Com sede em São Paulo, a Maxprint faturou R$ 190 milhões no ano passado e prevê crescimento de 15% em 2008.</p>
<p>&#8220;É natural que o dono de uma câmera digital também tenha computador e, assim, possa se interessar por outros produtos como teclados multimídia, caixas de som, webcams, cartuchos ou DVDs&#8221;, afirma Adelaide.</p>
<p>A empresa já tem contratos de vendas fechados com as redes de cine e foto Fujioka (80 lojas no país), Fujiclick (28), Tabira (15) e Foto Nascimento (5) - estas três últimas com presença no Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil. O plano da Maxprint é atingir 10% do canal cine e foto, o equivalente a 900 lojas, até o fim de 2009.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a empresa aproveita para lançar uma linha de 11 tipos de papéis para fotografia, todos em grandes formatos, de 24 a 44 polegadas, para uso profissional. &#8220;Trata-se de uma linha usada para impressão de pôsteres e reprodução de obras de arte&#8221;, diz Adelaide, que investiu US$ 100 mil no lançamento. De acordo com a executiva, o consumo desse tipo de papel está estimado em R$ 17 milhões ao ano, sendo dominado pela Epson. &#8220;Nossa meta é conquistar 30% desse segmento dentro de um ano e meio&#8221;, diz ela. A nova linha, que deve custar entre 20% e 30% menos que a marca líder, terá a assinatura do premiado fotógrafo brasileiro Klaus Mitteldorf.</p>
<p>Veículo: <a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/maxprint_valor_21_08_08.pdf">Valor Econômico</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/21/maxprint-explora-lojas-de-cine-e-foto/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Spring Wireless recebe aporte e se prepara para ir à Nasdaq</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/21/spring-wireless-recebe-aporte-e-se-prepara-para-ir-a-nasdaq/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/21/spring-wireless-recebe-aporte-e-se-prepara-para-ir-a-nasdaq/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 14:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>

		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<category><![CDATA[Reuters]]></category>

		<category><![CDATA[Spring Wireless]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=303</guid>
		<description><![CDATA[SÃO PAULO (Reuters) - A brasileira Spring Wireless, que desenvolve software para aplicações móveis a grandes empresas, ganhou uma nova composição acionária com um aporte de 63 milhões de dólares.
A companhia, da qual nenhum dos sócios tem mais de 20 por cento, quer manter o controle pulverizado para um passo ainda maior: abrir capital na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO <a href="http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRN2122023620080821?sp=true">(Reuters)</a> - A brasileira Spring Wireless, que desenvolve software para aplicações móveis a grandes empresas, ganhou uma nova composição acionária com um aporte de 63 milhões de dólares.</p>
<p>A companhia, da qual nenhum dos sócios tem mais de 20 por cento, quer manter o controle pulverizado para um passo ainda maior: abrir capital na bolsa eletrônica norte-americana Nasdaq em um período de dois a três anos.</p>
<p>A Spring, criada em 2001, ganhou como sócios a Goldman Sachs e a empresa de venture capital New Enterprise Associates (NEA). A holding Ideiasnet acompanhou a rodada e, juntas, as três aportaram os 63 milhões de dólares no capital.</p>
<p>Por outro lado, a Intel Capital e um fundo que tinha a sueca Ericsson entre as sócias deixaram a empresa.</p>
<p>Além dos sócios que realizaram o aporte, o restante do capital é controlado pela diretoria e parte dos funcionários.</p>
<p>Segundo Marcelo Condé, presidente da Spring Wireless, a idéia é ficar sem a figura de um acionista majoritário. &#8220;Optamos por manter uma estrutura parecida com as empresas do Vale do Silício&#8221;, afirmou.</p>
<p>Por isso, hoje, 100 dos 600 funcionários já têm uma participação no capital e a idéia é ampliar esse número.</p>
<p>De acordo com o executivo, &#8220;a abertura de capital está nos nossos planos em dois ou três anos&#8221; e a empresa, que desde sua fundação tem uma holding sediada nos Estados Unidos, espera fazê-lo na Nasdaq.</p>
<p>&#8220;Os negócios internacionais ganham cada vez mais peso no nosso faturamento e em 2009 já devem representar quase 50 por cento&#8221;, afirmou Condé à Reuters.</p>
<p>RECEITA 5 VEZES MAIOR</p>
<p>Os recursos serão usados, segundo ele, no aumento da internacionalização e em aquisições.</p>
<p>Com essa estratégia e o crescimento orgânico dos negócios no Brasil, a Spring Wireless espera quintuplicar sua receita, que em 2008 é estimada em 100 milhões de dólares, para 500 milhões de dólares até 2012.</p>
<p>A empresa abriu o primeiro escritório no exterior em 2004, no Chile, quando recebeu aporte da Intel Capital. Hoje já tem outras filiais na França, Bélgica e Rússia, além de ter comprado uma empresa, a Sysgold, com a qual ganhou presença também em Venezuela, Colômbia, México, Miami e Portugal.</p>
<p>&#8220;Temos um plano agressivo de colocar um escritório nos Estados Unidos e três na Ásia este ano&#8221;, afirmou Condé. No continente asiático, ela terá filiais na China e Índia, mas o terceiro país ainda será decidido entre Coréia do Sul e Hong Kong.</p>
<p>As aquisições, de acordo com o executivo, também terão como foco a internacionalização, mas empresas no mercado nacional também estão no foco.</p>
<p>A Spring Wireless atende cerca de 220 companhias de grande porte com sistemas sem fio, entre as quais bancos e companhias de bens de consumo.</p>
<p>Segundo Condé, a receita local &#8220;cresce quase 100 por cento ao ano&#8221; tanto pelo bom momento da indústria de telefonia móvel no país como pelo fato de as aplicações móveis para empresas ainda representarem um mercado incipiente.</p>
<p>Veículo: <a href="http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRN2122023620080821?sp=true">Reuters Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/21/spring-wireless-recebe-aporte-e-se-prepara-para-ir-a-nasdaq/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Que ginástica laboral que nada&#8230;</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/20/que-ginastica-laboral-que-nada/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/20/que-ginastica-laboral-que-nada/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=299</guid>
		<description><![CDATA[... o negócio é tirar os funcionários de dentro da empresa e motivá-los à prática de esportes outdoor. A AES Eletropaulo Telecom e a Lexmark, por exemplo, já contrataram consultorias esportivas e colocaram os colaboradores para correr. Literalmente! O objetivo é, claro, a integração entre todos os envolvidos e o cultivo de hábitos saudáveis, como forma de prevenir as doenças causadas pelo sedentarismo, como obesidade e infartos. Os treinos, acompanhados por um equipe de personal trainers, acontecem geralmente duas vezes por semana em parques públicos. Segundo a 5ways, empresa de serviços de treinamento personalizado e assessoria esportiva, o valor gira em torno de 80 reais por colaborador inscrito - variando de acordo com o tamanho do grupo contratado. É um negócio promissor. Segundo a Associação dos Treinadores de Corrida (ATC), já existem mais de 200 assessorias desse tipo só na cidade. Quem paga a conta? A empresa contratante. Quem ganha? Todos. Afinal, colaborador feliz e motivado rende sempre mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; o negócio é tirar os funcionários de dentro da empresa e motivá-los à prática de esportes outdoor. A AES Eletropaulo Telecom e a Lexmark, por exemplo, já contrataram consultorias esportivas e colocaram os colaboradores para correr. Literalmente! O objetivo é, claro, a integração entre todos os envolvidos e o cultivo de hábitos saudáveis, como forma de prevenir as doenças causadas pelo sedentarismo, como obesidade e infartos. Os treinos, acompanhados por um equipe de personal trainers, acontecem geralmente duas vezes por semana em parques públicos. Segundo a 5ways, empresa de serviços de treinamento personalizado e assessoria esportiva, o valor gira em torno de 80 reais por colaborador inscrito - variando de acordo com o tamanho do grupo contratado. É um negócio promissor. Segundo a Associação dos Treinadores de Corrida (ATC), já existem mais de 200 assessorias desse tipo só na cidade. Quem paga a conta? A empresa contratante. Quem ganha? Todos. Afinal, colaborador feliz e motivado rende sempre mais.</p>
<p>Veículo: Melhor</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/20/que-ginastica-laboral-que-nada/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Produtos que desafiam a linha do tempo</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/18/produtos-que-desafiam-a-linha-do-tempo/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/18/produtos-que-desafiam-a-linha-do-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 14:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>

		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

		<category><![CDATA[Maxprint]]></category>

		<category><![CDATA[Valor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=313</guid>
		<description><![CDATA[
O papel carbono surgiu em 1806 e por mais de um século foi o único meio possível de garantir cópias instantâneas até o lançamento da primeira copiadora da Xerox, em 1949. Bem perto disso, em 1947, um especialista em telegrafia sem fio inventou o aparelho de fax. Longe dos escritórios, as donas de casa da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/maxprint_valor_18_08_08.pdf"><img class="aligncenter size-full wp-image-314" title="maxprint_valor_18_08_08_" src="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/maxprint_valor_18_08_08_.jpg" alt="" width="300" height="289" /></a></p>
<p>O papel carbono surgiu em 1806 e por mais de um século foi o único meio possível de garantir cópias instantâneas até o lançamento da primeira copiadora da Xerox, em 1949. Bem perto disso, em 1947, um especialista em telegrafia sem fio inventou o aparelho de fax. Longe dos escritórios, as donas de casa da década de 1950 deslizavam enceradeiras pelo lar, lustrando o piso. A geração seguinte, que animou os &#8220;loucos anos 60&#8243;, passou a gravar os sucessos musicais nas fitas cassete. No início da década de 1970, a tecnologia assinalava um mundo novo, com a possibilidade de gravar dados do computador em discos flexíveis. Em 1976, o &#8220;video home system&#8221;, a fita VHS, desembarcou nas salas de visita.</p>
<p>Embora esses produtos e seus respectivos insumos acumulem de três décadas a dois séculos de vida, e tenham assistido à estréia de substitutos bem mais práticos e com melhor rendimento, todos persistem no mercado em pleno século XXI. Dispensam as vultosas verbas de marketing em geral destinadas aos lançamentos e, mesmo diante da concorrência feroz dos últimos anos, que estimulou investimentos bilionários em tecnologia, nada foi capaz de torná-los peças de museu. E mais: são o porto seguro de alguns fabricantes ouvidos pelo Valor, que mantêm as vendas estáveis ou até em ascensão, atendendo públicos cativos.</p>
<p>Um exemplo são as lâminas de barbear duplo fio. Trata-se de um mercado que responde por um quarto das vendas em volume da categoria lâminas de barbear - negócio que movimentou R$ 1 bilhão em 2007, com 800,7 milhões de unidades vendidas. Mas, segundo a Nielsen, o consumo do modelo duplo fio recuou 5% este ano.</p>
<p>Nada que abalasse a confiança da American Safety Razor Company (ASR) no mercado brasileiro, o segundo maior do mundo, depois do indiano. A empresa, que desembarcou no Brasil em 2001 com a marca Personna, aposta este ano nas antigas lâminas duplo fio: lançou um modelo de platina (as comuns são de cromo) e prepara para novembro a estréia da lâmina de titânio, &#8220;que faz um corte mais suave&#8221;, segundo Rui Dzialoschinsky, vice-presidente da ASR na América Latina. &#8220;Entramos no segmento este ano e esperamos vender 25 milhões de unidades de duplo fio, o que representaria 10% do consumo brasileiro&#8221;, diz ele. &#8220;Para 2009, a meta são 35 milhões.&#8221;</p>
<p>A americana ASR é a terceira maior fabricante de lâminas e aparelhos de barbear do mundo, atrás das conterrâneas Procter &amp; Gamble (dona da Gillette) e Schick. &#8220;Lâmina de barbear duplo fio está longe de ser um mercado pequeno, prestes a desaparecer&#8221;, diz Dzialoschinsky. &#8220;Mas precisava de inovação&#8221;.</p>
<p>Por conta do baixo custo do produto (no varejo, a cartela com três lâminas custa em média R$ 1,50 ), a ASR não fará campanha de mídia massiva. O maior alvo são os barbeiros, que usam metade da lâmina dentro da navalha para &#8220;desenhar&#8221; a barba no rosto do cliente. Mas há outro público cativo. &#8220;São os padeiros&#8221;, conta o executivo. &#8220;A duplo fio é a responsável pelo acabamento do pãozinho francês&#8221;.</p>
<p>Outro produto que ganhou nova utilidade é o centenário papel carbono. &#8220;Os tatuadores usam o papel para replicar o molde sobre a pele do cliente&#8221;, diz o gerente comercial da Unic Carbon, Octávio Feital. A empresa, que disputa com a Helios Carbex a liderança em papel carbono no Brasil, começou a exportar este ano para Estados Unidos, Espanha e Índia, apenas com venda para tatuadores. E lançará um site de comércio eletrônico só para esse nicho. A companhia também desembarcou no Peru este ano, com o papel hectográfico, usado em mimeógrafos. &#8220;Há forte demanda por esse material na América Latina e na África&#8221;, diz.</p>
<p>A fabricante de mimeógrafos gaúcha Menno prepara em segredo um novo contrato no exterior - possivelmente com Índia ou África. No Brasil, passou de 1,8 mil mimeógrafos por mês em 2006 (produto que rebatizou de &#8220;duplicadores a álcool&#8221;) para 2,5 mil unidades este ano. &#8220;Quem usa mais são as escolas públicas, principalmente no Norte e Nordeste, onde o produto é chamado de &#8216;cachacinha&#8217;, por ser abastecido com álcool&#8221;, diz o gerente da Menno Ângelo Paludo.</p>
<p>Pelas contas do executivo, ainda é muito mais barato investir em um mimeógrafo do que em uma impressora. &#8220;Um cartucho jato de tinta custa R$ 50 e gera, no máximo, 180 cópias&#8221;, diz. &#8220;Em contrapartida, gasta-se R$ 6 com álcool e três folhas de estêncil para fazer mil cópias em um duplicador&#8221;, diz Paludo. Cerca de 10% do faturamento da Menno deste ano, previsto para R$ 47 milhões, deve vir dos mimeógrafos, que custam R$ 320. O carro-chefe da companhia são os fragmentadores de papel e os módulos gaveteiros para dinheiro. Mas isso não significa que a Menno deixou os mimeógrafos de lado. &#8220;Encomendamos a uma universidade um novo modelo&#8221;, diz Paludo, sem revelar detalhes.</p>
<p>A especialidade da fabricante de eletrodomésticos Arno nunca foi a enceradeira, produto da década de 1950 que tem vendas restritas a 30 mil unidades ao ano no Brasil. Mas a empresa dividia o mercado local com a Electrolux, que deixou o segmento este ano. Procurada, a Electrolux não se pronunciou até o fechamento desta edição. &#8220;Como somos os únicos a vender agora, pretendemos dobrar de volume em 2008&#8243;, diz o gerente da Arno Adriano Toledo. Segundo ele, há um público fiel no interior do país, especialmente no Sul. &#8220;Gente cujos costumes não mudam e que prefere o brilho da enceradeira ao de qualquer cera instantânea&#8221;, diz.</p>
<p>A familiaridade dos usuários com acessórios mais antigos é a aposta da Videolar, dona das marcas EMTEC e Nipponic, para manter a produção de disquetes, fitas cassete e fitas VHS, mesmo quando prepara a sua entrada no mercado de pen drives. &#8220;O disquete é mais &#8216;amigável&#8217; para a gravação de dados do que os CDs e DVDs&#8221;, diz o gerente comercial da Videolar, Maurício Manzato. Mas a capacidade de armazenamento é o que impera: enquanto vende 45 milhões de CDs e DVDs por mês, a Videolar atende uma demanda mensal de só 1,2 milhão de disquetes. &#8220;Ainda assim é um patamar considerável&#8221;, afirma Manzato. &#8220;Enquanto há mercado, há produto&#8221;.</p>
<p>Nas fitas VHS, o que garante a venda da Videolar é o parque instalado de videocassetes. &#8220;O brasileiro não joga eletrônico no lixo&#8221;, diz o executivo. &#8220;Quem teve vídeo ainda mantém o aparelho e compra insumos&#8221;, afirma Manzato, que conta alguns aspectos pitorescos da venda de fita cassete. &#8220;Boa parte dos caminhoneiros que viaja pelo interior do país prefere as fitas aos CDs por causa das estradas esburacadas, que não permitem a acústica sem interrupções&#8221;.</p>
<p>Nos escritórios, os aparelhos de fax vêm resistindo bem, apesar do avanço da internet e dos multifuncionais - que reúnem impressora, copiadora, scanner e fax e são abastecidos por sulfite. Na Maxprint, que produz suprimentos de informática e material de escritório, a venda de bobinas de fax deve crescer 15% este ano, depois de aumentar 9% em 2007. Mais uma vez, o custo de manutenção mais baixo é determinante, raciocínio que também justifica a maior demanda por formulários contínuos, usados nas antigas impressoras matriciais, que cresceram 32% em 2007 e devem vender 15% a mais este ano. Cerca de 5% da receita da Maxprint em 2008, estimada em R$ 219 milhões, deve vir desses produtos.</p>
<p>São itens comuns em órgãos públicos e mesmo em empresas privadas, principalmente do Norte e Nordeste, que não atualizaram seu parque tecnológico. &#8220;Nossa venda de almofada para carimbo e papel carbono cresceu 7% e 4%, respectivamente, em 2007&#8243;, diz Iara Espíndola, gerente de marketing da Nagem, varejista de material de escritório, com 16 lojas no Nordeste. &#8220;Não fizemos nenhum esforço de marketing para isso&#8221;, afirma.</p>
<p>No Brasil, o mercado de almofadas de carimbo é dominado pela octogenária Pilot, do Japão. A empresa tem uma participação de 85%, diz o gerente comercial, Roberto Koga. &#8220;Devemos fechar o ano com 360 mil unidades, mesmo patamar desde 2006&#8243;, diz. Lançada em 1974, a almofada de carimbo têm consumidores fiéis em escritórios de pequeno e médio porte e órgãos públicos. Por isso, a Pilot nem cogita a a produção do modelo mais novo de carimbo, que já vem com refil de tinta, afirma Koga. &#8220;Vamos continuar porque o patamar de vendas é interessante&#8221;.</p>
<p>Veículo: <a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/maxprint_valor_18_08_08.pdf">Valor Econômico</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/18/produtos-que-desafiam-a-linha-do-tempo/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Dispositivo de 500 Gbytes baixa torrent</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/13/dispositivo-de-500-gbytes-baixa-torrent/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/13/dispositivo-de-500-gbytes-baixa-torrent/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<category><![CDATA[netgear]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=297</guid>
		<description><![CDATA[
O Netgear ReadyNAS Duo RND2150, fabricado pela empresa Netgear, é um dispositivo com muitas utilidades além do simples armazenamento/backup de dados.
Equipado com um disco SATA de 500 Gbytes, ele ainda oferece um espaço livre para a instalação de mais um disco rígido dos tipos SATA ou SATA II. Dessa forma, existe a possibilidade de aumento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/3832474.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-298" title="Netgear" src="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/3832474-300x207.jpg" alt="" width="300" height="207" /></a></p>
<p>O Netgear ReadyNAS Duo RND2150, fabricado pela empresa <a href="www.netgear.com.br">Netgear</a>, é um dispositivo com muitas utilidades além do simples armazenamento/backup de dados.</p>
<p>Equipado com um disco SATA de 500 Gbytes, ele ainda oferece um espaço livre para a instalação de mais um disco rígido dos tipos SATA ou SATA II. Dessa forma, existe a possibilidade de aumento na capacidade de armazenamento.</p>
<p>O ReadyNAS Duo tem 256 Mbytes de memória RAM e 64 Mbytes de memória flash para uso exclusivo do seu sistema.</p>
<p>Ele pode ser usado em redes com máquinas com Windows, Linux ou Mac. Também pode se comunicar com dispositivos DLNA, como os consoles Xbox 360 e PS3.</p>
<p>BitTorrent</p>
<p>Conectado a uma rede de pequeno porte, na casa ou no escritório, o dispositivo permite que o usuário armazene e compartilhe seus arquivos como músicas, fotos e filmes, liberando assim espaço no micro.</p>
<p>O equipamento também oferece um cliente BitTorrent. Dessa forma, o usuário não precisa deixar seu computador ligado para terminar de baixar um arquivo torrent. O produto tem também um servidor iTunes instalado.</p>
<p>Mas todas essas coisas podem ser encontradas em outros dispositivos NAS. O diferencial do ReadyNAS Duo é a quantidade de opções para proteger seus dados.</p>
<p>Ao instalar um novo disco rígido, o ReadyNAS Duo faz automaticamente o espelhamento do disco já existente por meio da tecnologia X-RAID, desde que o segundo disco tenha a capacidade do primeiro. O usuário pode escolher fazer um backup de seus dados armazenados no ReadyNAS Duo simplesmente apertando um botão, depois de conectar um dispositivo de armazenamento na porta USB frontal do equipamento. É possível configurar quais pastas serão copiadas nessa operação.</p>
<p>Utilizando o software NTI Shadow (que acompanha o produto), é possível agendar os backups dos dados do micro. Existe a opção de manter várias versões dos arquivos, gerando cópias conforme os dados são alterados.</p>
<p>Instalação</p>
<p>Para instalar o equipamento, é necessário assegurar que o roteador da rede ao qual ele será ligado esteja configurado para providenciar automaticamente um endereço IP aos dispositivos que são conectados. A instalação do equipamento é simples, basta ligá-lo à energia e ao roteador com um cabo Ethernet, apertar o botão Power e esperar a luz azul parar de piscar.</p>
<p>Configuração e uso</p>
<p>Toda a configuração é feita por meio do navegador instalado no computador. Para facilitar essa operação, o usuário pode instalar o aplicativo ReadyNAS RAIDar, presente no CD.</p>
<p>Esse aplicativo irá detectar o aparelho e fornecer um botão, que deve ser clicado para abrir a página do navegador para configuração. Utilizando o Setup Wizard disponível nessa página, o usuário é direcionado para uma configuração básica do ReadyNAS Duo.</p>
<p>O processo de instalação demora cerca de 20 minutos.</p>
<p>Conclusão</p>
<p>O ReadyNAS Duo é uma boa alternativa para quem quer um servidor de arquivos, principalmente músicas, vídeos e fotos.</p>
<p>As alternativas para proteger os dados são boas. O conjunto faz com que seja muito difícil o usuário perder os seus documentos, qualquer que seja o problema.</p>
<p>Isso torna o ReadyNAS Duo uma ótima opção para proteção dos dados em pequenos escritórios ou para quem trabalha em casa com grandes volumes de dados. A fácil instalação também é um destaque. O preço sugerido (R$ 1.500 no Brasil) ainda é alto, o que prejudica a relação custo/benefício.</p>
<p>Veículo: Folha de S.Paulo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/13/dispositivo-de-500-gbytes-baixa-torrent/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Interligado</title>
		<link>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/11/interligado/</link>
		<comments>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/11/interligado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 13:21:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[InterSystems]]></category>

		<category><![CDATA[Midia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.socialmediaclub.com.br/?p=287</guid>
		<description><![CDATA[
A InterSystems do Brasil, especializada na gestão de informação na área médica, amplia a venda de um sistema que permite a integração de dados sobre pacientes, exames, número de leitos e faturamento de hospitais e centros de saúde. A empresa deve terminar em dois anos o serviço no Distrito Federal e fechou contrato de US$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/intersystems_folha_08-08.pdf"><img class="alignnone size-medium wp-image-289" title="intersystems_folha_400" src="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/intersystems_folha_400-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" /></a></p>
<p>A InterSystems do Brasil, especializada na gestão de informação na área médica, amplia a venda de um sistema que permite a integração de dados sobre pacientes, exames, número de leitos e faturamento de hospitais e centros de saúde. A empresa deve terminar em dois anos o serviço no Distrito Federal e fechou contrato de US$ 11 milhões com um braço do Ministério da Saúde do Chile. &#8220;A realidade da saúde pública do Brasil não é diferente de países emergentes&#8221;, diz Carlos Eduardo Nogueira, diretor para a América Latina da empresa, que negocia com China, Índia, Peru e Rússia</p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo<br />
Veja a nota <a href="http://www.socialmediaclub.com.br/wp-content/uploads/2008/08/intersystems_folha_08-08.pdf">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.socialmediaclub.com.br/2008/08/11/interligado/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
